Consciência ambiental no cotidiano
Upgrade ecológico
A prática do upgrade é típica da Informática. Ninguém compra um carro e depois de um ano manda trocar os faróis para ficarem iguais aos do modelo recém-lançado. Já ouviu falar em upgrade de forno microondas? Tá certo que a Informática tem suas particularidades, mas com o amadurecimento dessa tecnologia os upagrades estão se tornando coisa do passado. A Microsoft, por exemplo, não oferece mais pacotes de upgrade para seus produtos. É comprar a versão full ou não comprar. Além disso, o intervalo entre lançamentos de versões está aumentando. A Microsoft mesmo, tem lançado nova versão de seus produtos a cada três anos.
Quando comprei meu primeiro computador há 18 anos as máquinas eram mutantes. A moda era fazer upgrades um atrás do outro. Você trocava o disco rígido para um de capacidade maior, aumentava a memória RAM, instalava um drive de CD-ROM, de forma que depois de um tempo da máquina original só restava a carcaça. Pelos meus cálculos, juntando as peças descartadas nos vários upgrades que fiz daria para montar um segundo computador. Os upgrades de software também eram constantes. Os fabricantes ofertavam além do pacote completo o upgrade para quem tivesse a versão anterior do produto. A versão upgrade saia pela metade do preço, mas havria uma malandragem embutida nessa prática. Depois de algum tempo o usuário já tinha gasto com upgrades bem mais do que o valor de uma licença completa.
| Imprimir artigo | Este artigo foi escrito por Radamés em 09/27/2010 às 21:27, e está arquivado em Consumo. Siga quaisquer respostas a este artigo através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta ou fazer um trackback do seu próprio site. |










