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Enviando lixo para reciclagem pelo correio

Lá em casa tem uma caixa cheia de lâmpadas fluorescentes compactas estragadas. Elas são duráveis, mas não são eternas. Depois que param de funcionar não podem ser jogadas no lixo comum nem quebradas senão liberam mercúrio. Ainda não sei o que fazer para que cheguem a uma empresa de reciclagem especializada nesse tipo de resíduo. Se eu morasse nos EUA teria uma alternativa: poderia enviá-las para a reciclagem pelo correio.

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Menos cômodo, porém ecológico, econômico e saudável

Existe uma regra sobre atitudes ecológicas que se verifica em quase todas as situações: O que é mais ecológico, também é mais econômico e mais saudável. O preço que temos que pagar por essas vantagens é alguma perda de comodidade, item de menor peso diante dos valores em jogo na opção ecológica. Vou dar um exemplo do meu cotidiano:

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A TV LED dominou geral

Qual tecnologia de TV é melhor para o meio ambiente? LED, LCD, plasma ou RCT? Há um ano atrás as primeiras TVs LED chegaram às lojas brasileiras custando praticamente o dobro do preço das similares LCD e plasma. Hoje, a oferta de modelos de TVs LED aumentou e o preço caiu. Agora as três tecnologias do momento (LED, LCD e plasma) são ofertadas com preços bem próximos entre si, logo o custo não é mais o item decisivo na escolha de uma tecnologia de TV. É claro que o consumidor ainda dispõe da velha tecnologia RCT das televisões com tubo de imagem, que está perdendo espaço e não compete em qualidade de imagem com as tecnologias mais novas, mas continua sendo a opção mais barata. Com a chegada da tecnologia digital, porém, as TVs CRT estão com os dias contados.

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A evolução e o retrocesso dos refrigeradores

Eu estava remexendo em documentos antigos quando encontrei o manual de uma velha geladeira Prosdócimo comprada há quase vinte anos. No manual estava colada a etiqueta do Inmetro que naquela época já avaliava a eficiência energética das geladeiras. 37,5 kWh/mês era o consumo registrado para esse refrigerador de uma porta sem frost free e capacidade de 304 litros que era um aparelho médio para a época.

De lá para cá, a fabricante paranaense Prosdócimo foi adquirida pela americana Electrolux. O modelo similar produzido atualmente pela Electrolux tem capacidade de 317 litros e eficiência energética de 28,4 kWh/mês. Graças à evolução tecnológica os refrigeradores de hoje consomem 25% menos energia. Seria de se comemorar esse ganho ambiental, não fosse um detalhe. Geladeiras de uma porta e sem frost free estão sumindo das lojas. A linha da Electrolux, por exemplo, é formada principalmente por aparelhos frost free com duas portas e capacidades maiores que a dos modelos populares há vinte anos atrás. Alguns modelos atuais chegam próximo de 500 litros de espaço refrigerado.

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A corrida do papel higiênico: 60, 90, 100 metros

A primeira empresa brasileira a produzir papel higiênico ecológico foi a Astória de Gravataí. Sua linha de rolos 90m para uso doméstico é chamada Eco. Embora esse prefixo tenha um sentido vago e não regulamentado, creio que nesse caso seu uso faz sentido. O produto se diferencia dos demais porque é feito com fibra de celulose reciclada e a apresentação de 90m economiza embalagens, transporte e área de armazenagem.

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