Como reconhecer uma embalagem ecológica

Embalagens são um mal necessário. Elas protegem o produto e possibilitam o fracionamento, transporte e armazenagem das mercadorias.  O problema é o que fazer com elas depois de que cumpriram sua função.  Muitas empresas estão criando embalagens ecológicas, mas quais merecem realmente um selo verde? Infelizmente, não existe uma regulamentação do uso da expressão “ecológica” e, portanto, cada empresa chama de ecológica a embalagem que quiser. Cabe ao consumidor julgar se ela realmente merece o adjetivo que o departamento de marketing colou nela. Temos que avaliar o que compramos sabendo que não existe embalagem 100% ecológica. O que existem são embalagens com impacto ambiental bem menor do que aquelas que seguem as práticas tradicionais desse ramo. É provável que com o tempo o impacto ambiental das embalagens caia consideravelmente e que as embalagens ecológicas do futuro sejam menos danosas ao ambiente do que as produzidas hoje. Algumas características para observar nas embalagens:

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Que tal cortar seu débito ambiental pela metade?

As pessoas conscientes querem reduzir o seu impacto ambiental e sabem que para alcançar essa meta precisam consumir menos água, eletricidade e combustível, além de gerar menos lixo e esgoto. Alguns perguntam: quanto dá para reduzir nosso impacto se adotarmos boas práticas no dia a dia, mas sem levar uma vida de faquir indiano? Vamos fazer uns cálculos simples para mostrar que dá para cortar seu impacto ambiental pela metade na vida doméstica com pouco investimento e sem ter que usar turbante. Vamos fazer as contas considerando uma família de quatro pessoas que mora em casa e tem padrão médio de consumo.

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Mitos sobre casas ecológicas

Antes de construir casas ecológicas precisamos demolir alguns mitos sobre esse tipo de construção se quisermos rumar para a sociedade sustentável.

Casas? Para começar, a casa ecológica não precisa ser uma casa. Pode ser um apartamento, talvez um loft, um sobrado, ou quem sabe, um flat. Não é o tipo da construção que garante selo verde a uma moradia e, sim, seu baixo impacto ambiental. Casa ecológica é a moradia com consumo de recursos bem mais baixo do que uma construção convencional. Mais baixo quanto? Não existe legislação para definir qual habitação pode receber o rótulo de “casa ecológica”, mas o bom senso recomenda que o consumo de recursos da casa realmente ecológica seja no máximo a metade do que se verifica em uma casa convencional. Isso quer dizer que a casa ecológica consome metade da água potável gasta em uma casa comum e dissipa no máximo metade da energia tragada pelas habitações convencionais. A regra do corte pela metade parece razoável para o estado da arte atual, mas temos que considerar que o conceito de casa ecológica está em constante evolução. O tempo passa, a tecnologia avança e daqui alguns anos o impacto ambiental das residências pode ficar abaixo do que conseguimos hoje com a adoção de novas práticas e tecnologias.

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Os sistemas da casa ecológica

Quando falamos de casa ecológica temos que considerar também outros tipos de moradia como apartamentos, lofts e condomínios. Todos esses tipos de construção podem ser chamados ecológicos desde que tenham em comum o baixo impacto ambiental. Para simplificar, aqui vamos levar em conta apenas a casa uni familiar construída em condições ideais que permitam a instalação dos sistemas mais promissores para a redução do impacto ambiental.

Uma casa ecológica é mais complexa do que uma casa convencional similar, pois tem mais sistemas que se integram entre si exigindo tecnologia mais avançada tanto para instalá-los como para mantê-los. Certamente, a casa ecológica é mais tecnológica do que a convencional. Vejamos os principais sistemas de uma casa ecológica modelo.

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