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alar, citando Quintiliano,
sobre aqueles homens beócios
dos primeiros tempos,
que criavam palavras
segundo a primeira impressão que
lhes suscitava o contato com as coisas:
Sem valor de mercado.
Dizer não,
resistir ao impulso
de fazer errado
só porque todo mundo faz:
Sem valor de mercado.
Ver nos olhos de teu filho
uma mágoa escondida,
abraça-lo e pedir que te abrace
o mais forte possível:
Sem valor de mercado. |