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Famílias de cédulas brasileiras III

República dos mil-réis

Conheça as famílias de cédulas que circularam no Brasil desde a Independência até os dias atuais. São vinte e cinco famílias em 197 anos de Brasil independente, o que dá uma média de uma família criada a cada oito anos. A pouca longevidade de nossas cédulas reflete as turbulências econômicas e a inflação alta que corroeu o poder aquisitivo do papel moeda em vários momentos de nossa história.

Mil-réis República Caixa de Estabilização

A Caixa de Estabilização foi um órgão federal criado em 1926 no governo Washington Luis que emitiu papel moeda lastreado em ouro. Esse órgão emitiu uma família de cédulas de 10 mil até um conto de réis. Todas as cédulas tinham a efígie de uma jovem representando a República. As notas foram produzidas por pouco tempo, mas circularam até a adoção do padrão Cruzeiro.

Família de cédulas mil-réis caixa de estabilização
  • Cédulas: 7
  • Produção: 1927 – 1930.
  • Circulação: 1927 – 1951.
  • Emissão: Caixa de Estabilização
  • Impressão: American Bank Note Company
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Famílias de cédulas brasileiras II

As primeiras edições do Cruzeiro

Conheça as famílias de cédulas que circularam no Brasil desde a Independência até os dias atuais. São vinte e cinco famílias em 197 anos de Brasil independente, o que dá uma média de uma família criada a cada oito anos. A pouca longevidade de nossas cédulas reflete as turbulências econômicas e a inflação alta que corroeu o poder aquisitivo do papel moeda em vários momentos de nossa história.

Neste post temos o período com as duas primeiras edições do cruzeiro.

Cruzeiro segunda edição segunda família

A segunda família de cruzeiros foi criada para acompanhar o ritmo da inflação aumentando progressivamente o valor de face das cédulas. Iniciada em 1981 essa família circulou até 1990 convivendo por algum tempo com o cruzado que sucedeu o cruzeiro. A nota de 1000 cruzeiros, o popular barão, é um pouco diferente da versão lançada na família anterior. As efígies são variadas, sendo três delas de militares. Há dois padrões de design nessa família, mas o destaque fica para as cédulas simétricas que olhadas de ponta cabeça exibem a mesma imagem.

Família de cédulas cruzeiro 2a. edição
  • Cédulas: 8
  • Produção: 1981 – 1986
  • Circulação: 1981 – 1990
  • Emissão: Banco Central do Brasil
  • Impressão: Casa da Moeda do Brasil
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Famílias de cédulas brasileiras I

Do cruzado ao real

Conheça as famílias de cédulas que circularam no Brasil desde a Independência até os dias atuais. São vinte e cinco famílias em 197 anos de Brasil independente, o que dá uma média de uma família criada a cada oito anos. A pouca longevidade de nossas cédulas reflete as turbulências econômicas e a inflação alta que corroeu o poder aquisitivo do papel moeda em vários momentos de nossa história.

Neste post temos o período que vai do Cruzado ao Real.

Real segunda família

A segunda família de cédulas do Real começou a circular em 2010. Foi desenvolvida com tecnologia e recursos de segurança mais avançados do que a geração anterior. Nela não consta a cédula de um Real da família anterior. São sete cédulas de 2, 5, 10, 20, 50, 100 e 200 Reais. Na parte da frente exibem um rosto de mulher esculpido com coroa de louros e barrete frígio que representa a República e no verso animais da fauna brasileira. Essa efígie apareceu pela primeira vez na nota de 200 cruzados novos. As cédulas têm dimensões diferentes para facilitar o reconhecimento por deficientes visuais. Família enxuta, tecnológica e com unidade de design.

  • Cédulas: 7
  • Produção: 2010 – atualidade
  • Circulação: 2010 – atualidade
  • Emissão: Banco Central do Brasil
  • Impressão: Casa da Moeda do Brasil
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Para que serve um caderno de caligrafia?

Já é possível ver alunos brasileiros assistindo aula com notebook sobre a carteira. Alguns deles são felizardos com renda familiar para tanto. Outros são alunos que participam de programas de governo. Esses alunos são resistentes à escrita manual. Dizem que teclar é mais prático, mais organizado, mais moderno. Uma parte dos professores acha que independente dos avanços tecnológicos, escrever à mão é importante. Não dá para contar com o computador em todas as situações, dizem.

Parker duofold ouro
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