{"id":244,"date":"2010-09-12T17:38:54","date_gmt":"2010-09-12T20:38:54","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/?p=244"},"modified":"2021-03-14T16:46:30","modified_gmt":"2021-03-14T19:46:30","slug":"fahrenheit-451","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/fahrenheit-451\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Fahrenheit 451"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Apologia da palavra atrav\u00e9s de imagens<\/h2>\n\n\n\n<p><em><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-fahrenheit-451-capa.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"245\" data-permalink=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/fahrenheit-451\/attachment\/filme-fahrenheit-451-capa\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-fahrenheit-451-capa.jpg?fit=160%2C220&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"160,220\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"Capa do filme Fahrenheit 451\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-fahrenheit-451-capa.jpg?fit=160%2C220&amp;ssl=1\" class=\"alignnone size-full wp-image-245\" title=\"Capa do filme Fahrenheit 451\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-fahrenheit-451-capa.jpg?resize=160%2C220&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"160\" height=\"220\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-fahrenheit-451-capa.jpg?w=160&amp;ssl=1 160w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-fahrenheit-451-capa.jpg?resize=109%2C150&amp;ssl=1 109w\" sizes=\"auto, (max-width: 160px) 100vw, 160px\" \/><\/a><br>\nFahrenheit 451<br>\nDire\u00e7\u00e3o de Fran\u00e7ois Truffaut<br>\n1966 : Inglaterra :&nbsp;112 min<br>\nCom Oskar Werner&nbsp; (Montag) e<br>\nJulie Christie (Clarisse e Linfa)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Embora seja um filme que enaltece a palavra escrita, os cr\u00e9ditos de <em>Fahrenheit 451<\/em> s\u00e3o dados em \u00e1udio. Essa forma at\u00edpica de come\u00e7ar um filme anuncia o enredo, que trata de uma sociedade futurista em que a palavra escrita \u00e9 condenada e os livros s\u00e3o proibidos porque trazem infelicidade \u00e0s pessoas. O filme \u00e9 baseado em romance hom\u00f4nimo de Ray Bradburry, escritor americano de fic\u00e7\u00e3o com grande sensibilidade para quest\u00f5es humanas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-fahrenheit-451.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"420\" height=\"234\" data-attachment-id=\"246\" data-permalink=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/fahrenheit-451\/attachment\/filme-fahrenheit-451\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-fahrenheit-451.jpg?fit=420%2C234&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"420,234\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"Cena do filme Fahrenheit 451\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-fahrenheit-451.jpg?fit=420%2C234&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-fahrenheit-451.jpg?resize=420%2C234&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-246\" title=\"Cena do filme Fahrenheit 451\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-fahrenheit-451.jpg?w=420&amp;ssl=1 420w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-fahrenheit-451.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-fahrenheit-451.jpg?resize=150%2C83&amp;ssl=1 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 420px) 100vw, 420px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Onde h\u00e1 livros h\u00e1 problemas<\/h3>\n\n\n\n<p>Montag  \u00e9 um bombeiro devotado ao trabalho e prestes a ser promovido. Os  bombeiros na sociedade do filme n\u00e3o apagam inc\u00eandios, at\u00e9 porque as  casas s\u00e3o \u00e0 prova de fogo. A fun\u00e7\u00e3o deles \u00e9 procurar e queimar livros,  que entram em combust\u00e3o aos 451 \u00baF (ou 233 \u00baC). Os livros s\u00e3o  considerados uma amea\u00e7a \u00e0 sociedade e Montag os queima confiante que  isso \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o natural praticada desde tempos imemoriais. <\/p>\n\n\n\n<p>Mas um dia  ele conversa com sua jovem vizinha, que coloca algumas sementes de  subvers\u00e3o em sua cabe\u00e7a de bom mo\u00e7o. Ela pergunta a Montag se ele j\u00e1 leu  algum dos livros que queima. Depois disso, Montag come\u00e7a a questionar o  seu mundo perfeito, sua esposa perfeita, seu trabalho perfeito e todo  esse questionamento o levar\u00e1 literalmente ao fim da linha.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tecnologia da opress\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>Algumas pessoas adoram odiar a tecnologia. A distopia de <em>Fahrenheit 451<\/em> se passa em um mundo em que a tecnologia \u00e9 onipresente.&nbsp; As pessoas v\u00e3o ao trabalho em trens suspensos. As casas s\u00e3o \u00e0 prova de fogo, as portas abrem e fecham automaticamente, h\u00e1 uma enorme televis\u00e3o widescreen na sala e telefones em todos os c\u00f4modos. <\/p>\n\n\n\n<p>Nada que impressione o espectador da atualidade. Talvez nossa vida hoje seja mais marcada pela tecnologia do que a mostrada no filme. Mas o que se entende, ao assistir <em>Fahrenheit 451<\/em> \u00e9 que a tecnologia \u00e9 um dos pilares do sistema de controle da sociedade totalit\u00e1ria ali retratada. A desconfian\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 tecnologia, embora paranoica em alguns casos, tem sua raz\u00e3o de ser. <\/p>\n\n\n\n<p>Os europeus, em especial, viveram experi\u00eancias amargas em que a tecnologia esteve a servi\u00e7o de m\u00e1quinas de guerra totalit\u00e1rias. O segundo pilar da sociedade do filme \u00e9 a massifica\u00e7\u00e3o. As pessoas moram em pombais, fazem as mesmas coisas, t\u00eam as mesmas perspectivas e h\u00e1 um grande medo de ser diferente dos outros. Todos escondem seus sentimentos para criar uma fachada de bem estar e acham natural usar drogas medicinais para resolver seus os seus problemas psicol\u00f3gicos. <\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Distopia do conformismo<\/h3>\n\n\n\n<p>Os homens s\u00e3o funcion\u00e1rios exemplares e as mulheres, donas de casa dedicadas. O conformismo \u00e9 a virtude mais apreciada nessa sociedade de puxa-sacos, delatores e papagaios repetidores de frases prontas. A repress\u00e3o ao pensamento cr\u00edtico \u00e9 o terceiro fundamento da sociedade retratada no filme e a queima dos livros \u00e9 o ritual pelo qual essa repress\u00e3o se manifesta.<\/p>\n\n\n\n<p>Algumas pessoas podem achar <em>Fahrenheit 451 <\/em>um filme de intelectuais para intelectuais. Sim, h\u00e1 um elogio aos intelectuais no filme. Eles s\u00e3o os homens-livro e o filme \u00e9 uma declara\u00e7\u00e3o de amor aos grandes livros que a humanidade produziu. H\u00e1 uma cren\u00e7a no poder dos livros e na resist\u00eancia guerrilheira dos intelectuais para salvar o mundo, o que pode soar ing\u00eanuo, mas ingenuidade mesmo seria duvidar da import\u00e2ncia da alta cultura para a sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fahrenheit 451<\/em> n\u00e3o tem aquele ambiente pesado de outras distopias futuristas do cinema como <em>1984<\/em> ou <em>Matrix<\/em>. Por retratar uma sociedade fria e robotizada, tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 uma grande tens\u00e3o emocional no ar. \u00c9 um filme que leva \u00e0 reflex\u00e3o e isso ele faz muito bem. A sociedade mostrada no filme estar\u00e1 muito distante da realidade? Provavelmente, o mundo real \u00e9 mais cruel em muitos pontos do que a fic\u00e7\u00e3o de <em>Fahrenheit 451<\/em>. <\/p>\n\n\n\n<p>Sim, no mundo real a cultura \u00e9 maltratada e se queima livros das mais variadas formas e isso n\u00e3o \u00e9 uma caracter\u00edstica exclusiva de ditaduras totalit\u00e1rias. Altas taxas de analfabetismo equivalem a queimar livros. Deixar a cultura sem incentivos \u00e9 como queimar livros. Felizmente, sempre existiram os homens-livro que lutam contra toda sorte de dificuldades para preservar a palavra.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Filmes<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/007-operacao-skyfall\/\">007 Opera\u00e7\u00e3o Skyfall<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/12-homens-e-uma-sentenca\/\">12 homens e uma senten\u00e7a<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/21-gramas\/\">21 gramas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/aconteceu-naquela-noite\/\">Aconteceu naquela noite<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/a-culpa-e-do-fidel\/\">A culpa \u00e9 do Fidel<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/adaptacao\/\">Adapta\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/adeus-lenin\/\">Adeus, Lenin!<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/adivinhe-quem-vem-para-jantar\/\">Adivinhe quem vem para jantar<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/alien-o-oitavo-passageiro\/\">Alien o oitavo passageiro<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/a-malvada\/\">A malvada<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/a-mulher-faz-o-homem\/\">A mulher faz o homem<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/anatomia-de-um-crime\/\">Anatomia de um crime<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/apocalypto\/\">Apocalypto<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/a-queda-as-ultimas-horas-de-hitler\/\">A queda &#8211; 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