{"id":258,"date":"2010-09-12T17:58:30","date_gmt":"2010-09-12T20:58:30","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/?p=258"},"modified":"2021-03-14T12:03:59","modified_gmt":"2021-03-14T15:03:59","slug":"crepusculo-dos-deuses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/crepusculo-dos-deuses\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica | Crep\u00fasculo dos deuses"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A estrela cadente e o Jo\u00e2o Ningu\u00e9m<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-capa.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"200\" data-attachment-id=\"259\" data-permalink=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/crepusculo-dos-deuses\/attachment\/filme-crepusculo-dos-deuses-capa\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-capa.jpg?fit=150%2C200&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"150,200\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"Capa do filme Crep\u00fasculo dos deuses\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-capa.jpg?fit=150%2C200&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-capa.jpg?resize=150%2C200&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-259\" title=\"Capa do filme Crep\u00fasculo dos deuses\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-capa.jpg?w=150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-capa.jpg?resize=112%2C150&amp;ssl=1 112w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Sunset Boulevard<br>Dire\u00e7\u00e3o de Billy Wilder<br>1950 : EUA :&nbsp;110 min : preto e branco<br>Com William Holden&nbsp;(Joe Gillis)<br>Gloria Swanson (Norma Desmonds) e<br>Erich Von Stroheim (Max)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Quem conhece o diretor Billy Wilder a partir de suas deliciosas com\u00e9dias, pode pensar que <em> Crep\u00fasculo dos deuses<\/em> nem seja obra dele. Embora alguns vejam toques de humor negro no filme, trata-se de um drama melanc\u00f3lico com uma vis\u00e3o dura, dur\u00edssima, sobre&nbsp;a decad\u00eancia e o&nbsp;fracasso. A hist\u00f3ria tem fim tr\u00e1gico, mas n\u00e3o h\u00e1 problema em revelar isso, afinal o filme come\u00e7a com um cad\u00e1ver boiando na piscina e depois regride no tempo para contar como tudo aconteceu.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Relacionamento de interesses<\/h3>\n\n\n\n<p>Um roteirista de cinema desempregado \u00e9 perseguido pelos cobradores que querem tomar o seu carro. Fugindo das d\u00edvidas, Joe Gillis (William Holden) acaba por acaso na mans\u00e3o em que Norma Desmonds (Gloria Swanson), ex-estrela de cinema, vive reclusa. Os interesses se cruzam e Joe acaba se tornando roteirista da ex-atriz em um projeto dela para retornar \u00e0s telas. S\u00f3 que aquilo que come\u00e7a como uma rela\u00e7\u00e3o profissional e oportunista evolui para um relacionamento complexo e dram\u00e1tico. Para complicar a situa\u00e7\u00e3o, temos o mordomo Max que desempenha um papel chave na trama.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-1.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"447\" height=\"288\" data-attachment-id=\"260\" data-permalink=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/crepusculo-dos-deuses\/attachment\/filme-crepusculo-dos-deuses-1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-1.jpg?fit=447%2C288&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"447,288\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"Cena do filme Crep\u00fasculo dos deuses\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-1.jpg?fit=447%2C288&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-1.jpg?resize=447%2C288&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-260\" title=\"Cena do filme Crep\u00fasculo dos deuses\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-1.jpg?w=447&amp;ssl=1 447w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-1.jpg?resize=300%2C193&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-1.jpg?resize=150%2C96&amp;ssl=1 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 447px) 100vw, 447px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p><wp-block data-block=\"core\/more\"><\/wp-block><\/p>\n\n\n\n<p>Norma Desmonds \u00e9 uma mulher de meia idade, muito rica, que conheceu o estrelato na juventude, durante os tempos do cinema mudo. Mas o tempo passou para ela e o cinema passou por uma revolu\u00e7\u00e3o. Norma agora vive reclusa em um mundo fechado, totalmente dedicada ao culto de seu passado de estrela. Ela n\u00e3o consegue aceitar a realidade e comporta-se como se ainda fosse uma estrela temperamental. \u00c9 arrogante, manipuladora e autorit\u00e1ria. Fala com as pessoas como se estivesse representando um papel em um de seus filmes. Seu apego ao passado e a incapacidade de enfrentar a decad\u00eancia transformam Norma em uma figura pat\u00e9tica e fr\u00e1gil. Construiu um muro de isolamento \u00e0 sua volta e talvez mere\u00e7a a solid\u00e3o em que vive.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O sucesso \u00e9 para poucos<\/h3>\n\n\n\n<p>Joe Gillis \u00e9 um roteirista que n\u00e3o conseguiu decolar na carreira e j\u00e1 pensa em mudar para uma profiss\u00e3o menos glamourosa e mais prosaica. Joe \u00e9 um fracassado, mas tem alguma dignidade. \u00c9 um oportunista, embora sinta-se mal sempre que tem de praticar atos s\u00f3rdidos. Ele gostaria mesmo \u00e9 de fazer sucesso pelo talento, mas parece que falta-lhe alguma coisa para chegar l\u00e1. A frustra\u00e7\u00e3o faz de Joe um homem entediado e sem perspectiva. \u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Em alguns momentos o filme parece noir, principalmente quando Joe, que \u00e9 o narrador, faz seus coment\u00e1rios \u00e1cidos. Ao conhecer Norma, ele v\u00ea a chance para resolver alguns problemas financeiros. Ent\u00e3o, Norma o envolve em seu mundo e a contra gosto ele se deixa manipular. Isso por um certo tempo at\u00e9 que uma crise de identidade o faz repensar a vida.\u00a0 E a\u00ed o caldo entorna.<\/p>\n\n\n\n<p>Max, o mordomo, \u00e9 ao mesmo tempo protetor e carcereiro de Norma. Protege a patroa contra o mundo real e cuida dela nos momentos em que ela entra em depress\u00e3o. No entanto, alimenta a insanidade da ex-estrela, a quem idolatra.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Cinema sobre cinema<\/h3>\n\n\n\n<p><em>Crep\u00fasculo dos deuses<\/em> \u00e9 cinema falando sobre cinema. Alguns de seus personagens s\u00e3o figuras reais como o diretor Cecil B. DeMille, que representa a si mesmo. A meta arte (arte que fala sobre si mesma),&nbsp;costuma dar maus resultados, mas n\u00e3o \u00e9 o caso de <em>Crep\u00fasculo<\/em>, pois o filme n\u00e3o gira em torno do umbigo do artista. \u00c9 uma hist\u00f3ria universal sobre a decad\u00eancia que calhou de ter artistas como personagens. Isso faz sentido porque o artista de cinema \u00e9 um dos que mais sofre com a decad\u00eancia e o competitivo mundo do cinema costuma deixar muitos na soleira da porta amargando o fracasso ou o esquecimento.<\/p>\n\n\n\n<p>O final do filme \u00e9 surreal. Um ato insano pode ser o \u00faltimo recurso de quem quer ter uma \u00faltima vez os holofotes sobre si. Para alguns, a decad\u00eancia chega bem cedo, para outros demora um tanto, mas vem para todos. Billy Wilder nos mostra como \u00e9 tr\u00e1gico n\u00e3o saber aceitar a decad\u00eancia. Como custa caro n\u00e3o se preparar para o dia que sucede a fama. O glamour dos holofotes \u00e9 fugaz e a competi\u00e7\u00e3o \u00e9 implac\u00e1vel. A hist\u00f3ria de Norma se repete cada vez que uma estrela cadente risca o c\u00e9u.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-2.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"448\" height=\"304\" data-attachment-id=\"262\" data-permalink=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/crepusculo-dos-deuses\/attachment\/filme-crepusculo-dos-deuses-2\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-2.jpg?fit=448%2C304&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"448,304\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"Cena do filme Crep\u00fasculo dos deuses\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-2.jpg?fit=448%2C304&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-2.jpg?resize=448%2C304&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-262\" title=\"Cena do filme Crep\u00fasculo dos deuses\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-2.jpg?w=448&amp;ssl=1 448w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-2.jpg?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/filme-crepusculo-dos-deuses-2.jpg?resize=150%2C101&amp;ssl=1 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 448px) 100vw, 448px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Marcante<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>A vida e a arte se misturam. Gloria Swanson foi estrela do cinema mudo, Erich Von Stroheim dirigiu filmes e Billy Wilder teve seus dias de roteirista fracassado na juventude. Cecil B. DeMille, da Paramount, representa a si mesmo no filme e dirigiu Gloria Swanson na \u00e9poca do cinema mudo. Os amigos de Norma no filme eram realmente atores do cinema mudo como Buster Keaton, que faz ele mesmo. Onde termina a realidade e come\u00e7a a fic\u00e7\u00e3o?<\/li><li>Interpreta\u00e7\u00e3o na interpreta\u00e7\u00e3o. O desafio de Gloria Swanson foi representar uma atriz que vivia em um mundo de sonho e agia em seu cotidiano como se estivesse no set de filmagem. Norma Desmonds \u00e9 exagerada como suas atua\u00e7\u00f5es. Ela procura expressar suas emo\u00e7\u00f5es sem recorrer a palavras, como se a vida fosse um filme mudo.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Filmes<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/007-operacao-skyfall\/\">007 Opera\u00e7\u00e3o Skyfall<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/12-homens-e-uma-sentenca\/\">12 homens e uma senten\u00e7a<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/21-gramas\/\">21 gramas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/aconteceu-naquela-noite\/\">Aconteceu naquela noite<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/a-culpa-e-do-fidel\/\">A culpa \u00e9 do Fidel<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/adaptacao\/\">Adapta\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/adeus-lenin\/\">Adeus, Lenin!<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/adivinhe-quem-vem-para-jantar\/\">Adivinhe quem vem para jantar<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/alien-o-oitavo-passageiro\/\">Alien o oitavo passageiro<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/a-malvada\/\">A malvada<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/a-mulher-faz-o-homem\/\">A mulher faz o homem<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/anatomia-de-um-crime\/\">Anatomia de um crime<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/apocalypto\/\">Apocalypto<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/filmes\/a-queda-as-ultimas-horas-de-hitler\/\">A queda &#8211; 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