{"id":532,"date":"2012-05-22T14:25:32","date_gmt":"2012-05-22T17:25:32","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/?p=532"},"modified":"2021-03-11T14:38:36","modified_gmt":"2021-03-11T17:38:36","slug":"e-proibido-fotografar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/foto\/e-proibido-fotografar\/","title":{"rendered":"\u00c9 proibido fotografar"},"content":{"rendered":"\n<p>Esses dias sa\u00ed pelas redondezas do meu bairro para fazer uns disparos. Em certa altura do caminho parei diante de uma casa colonial italiana muito bem conservada e resolvi fotografar, mas logo que me aproximei do port\u00e3o um senhor de idade apareceu avisando: \u201cN\u00e3o quero que fotografem a minha casa.\u201d Perguntei por que e ele disse que n\u00e3o queria fot\u00f3grafos ganhando dinheiro \u00e0s custas da casa dele. <\/p>\n\n\n\n<p>Tentei argumentar dizendo que n\u00e3o ganhava um tost\u00e3o com fotografia, pelo contr\u00e1rio, s\u00f3 gasto com meus cliques amadores, mas n\u00e3o teve rem\u00e9dio. Preferi respeitar os cabelos brancos do n\u00f4no, at\u00e9 porque minha vontade de fotografar a casa era grande, mas n\u00e3o avassaladora.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-medium\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/no-photos.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"298\" height=\"300\" data-attachment-id=\"533\" data-permalink=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/foto\/e-proibido-fotografar\/attachment\/no-photos\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/no-photos.jpg?fit=499%2C501&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"499,501\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"Proibido fotografar\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/no-photos.jpg?fit=499%2C501&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/no-photos.jpg?resize=298%2C300&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-533\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/no-photos.jpg?resize=298%2C300&amp;ssl=1 298w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/no-photos.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/no-photos.jpg?resize=64%2C64&amp;ssl=1 64w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/no-photos.jpg?w=499&amp;ssl=1 499w\" sizes=\"auto, (max-width: 298px) 100vw, 298px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>A lei de direitos autorais diz que \u00e9 permitido fotografar em locais p\u00fablicos. Suponho que a rua \u00e9 um local p\u00fablico e, portanto, o que pode ser visto a partir dela pode ser fotografado, certo? Que bom se fosse simples assim. A casa do n\u00f4no pode ser vista da rua, mas \u00e9 particular; as minhas fotos s\u00e3o amadoras, tiradas como hobby art\u00edstico e minha inten\u00e7\u00e3o era valorizar o patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, etc. <\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quando pode fotografar?<\/h3>\n\n\n\n<p>Enfim, esse \u00e9 um caso que s\u00f3 um juiz pode decidir se pode ou n\u00e3o pode. Todo fot\u00f3grafo amador cedo ou tarde encontra um obst\u00e1culo desse tipo entre a c\u00e2mera e o seu objeto de desejo. Apenas em alguns casos isolados a restri\u00e7\u00e3o contra cliques faz sentido e, por isso, aqui v\u00e3o algumas perguntas sobre restri\u00e7\u00f5es abusadas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Casas particulares e pr\u00e9dios comerciais podem ser vistos da rua por qualquer transeunte meliante. Por que n\u00e3o poderiam ser fotografados ou expostos no Google Streetview?<\/li><li>Em alguns lugares p\u00fablicos como metr\u00f4s as \u201cautoridades\u201d impedem a fotografia alegando quest\u00f5es de seguran\u00e7a. Quem tentar fotografar pr\u00e9dios comerciais monitorados tamb\u00e9m pode enfrentar a press\u00e3o dos seguran\u00e7as. O fot\u00f3grafo tem que provar que n\u00e3o \u00e9 terrorista e que n\u00e3o est\u00e1 planejando um assalto antes de fotografar, mas porque a seguran\u00e7a pode film\u00e1-lo o tempo todo sem pedir licen\u00e7a?<\/li><li>A maioria dos museus n\u00e3o permite fotos no seu interior, mas e se o museu for p\u00fablico e as obras expostas estiverem em dom\u00ednio p\u00fablico? N\u00e3o pode por que?<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Respeitar o direito do outro \u00e9 muito bom. Todos t\u00eam direito \u00e0 privacidade e \u00e0 seguran\u00e7a, mas o fot\u00f3grafo tem o direito de fotografar. Para comprovar a teoria, sugiro a cole\u00e7\u00e3o de imagens abaixo. Foram tiradas em metr\u00f4s pelo mundo afora.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/radamesm\/galleries\/72157626028283236\/\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"293\" height=\"294\" data-attachment-id=\"534\" data-permalink=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/foto\/e-proibido-fotografar\/attachment\/metro\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/metro.jpg?fit=293%2C294&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"293,294\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"metro\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/metro.jpg?fit=293%2C294&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/metro.jpg?resize=293%2C294&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-534\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/metro.jpg?w=293&amp;ssl=1 293w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/metro.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/metro.jpg?resize=64%2C64&amp;ssl=1 64w\" sizes=\"auto, (max-width: 293px) 100vw, 293px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Clicks regulamentados<\/h2>\n\n\n\n<p>Circula no Congresso Nacional projeto de lei que regulamenta a profiss\u00e3o de fot\u00f3grafo. Mais uma profiss\u00e3o caminha para a regulamenta\u00e7\u00e3o no Brasil, mas afinal, regulamenta\u00e7\u00e3o \u00e9 bom para quem? A constitui\u00e7\u00e3o brasileira garante o exerc\u00edcio de qualquer profiss\u00e3o a qualquer pessoa, salvo nos casos definidos em lei. \u00c9 razo\u00e1vel que nossos legisladores coloquem restri\u00e7\u00f5es ao exerc\u00edcio de algumas profiss\u00f5es quando houver interesse coletivo em jogo ou risco para a popula\u00e7\u00e3o. \u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A profiss\u00e3o de m\u00e9dico, por exemplo, \u00e9 o caso cl\u00e1ssico de atividade profissional que coloca em risco a vida humana e, portanto, deve se sujeitar a rigorosas exig\u00eancias de qualifica\u00e7\u00e3o. Da mesma forma, os pilotos de avi\u00e3o precisam passar por treinamento e avalia\u00e7\u00e3o antes de pegarem no manche. Rigor semelhante n\u00e3o se deve exigir de um decorador de interiores, pois o pior dano que esse profissional pode causar \u00e9 uma decora\u00e7\u00e3o simplesmente horrorosa. E a profiss\u00e3o de fot\u00f3grafo? Seria uma dessas atividades que necessitam de controle do estado?<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/curitiba-em-detalhes-10-low.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"428\" data-attachment-id=\"703\" data-permalink=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/?attachment_id=703\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/curitiba-em-detalhes-10-low.jpg?fit=500%2C428&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"500,428\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;5.6&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;NIKON D3100&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1384008875&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;30&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;100&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.025&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"Lambe lambe\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/curitiba-em-detalhes-10-low.jpg?fit=500%2C428&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/curitiba-em-detalhes-10-low.jpg?resize=500%2C428\" alt=\"Lambe lambe\" class=\"wp-image-703\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/curitiba-em-detalhes-10-low.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/critica\/files\/curitiba-em-detalhes-10-low.jpg?resize=300%2C256&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p><ins><\/ins><\/p>\n\n\n\n<p>O Supremo\u00a0Tribunal Federal j\u00e1 considerou inconstitucional a exig\u00eancia de diploma em comunica\u00e7\u00e3o para o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o de jornalista, alegando que a liberdade de express\u00e3o \u00e9 um direito constitucional fundamental que n\u00e3o pode ser limitado pela exig\u00eancia de curso superior espec\u00edfico para ser exercido. <\/p>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, o STF considerou inconstitucional a exig\u00eancia de filia\u00e7\u00e3o \u00e0 Ordem dos M\u00fasicos do Brasil para aqueles que quiserem exercer a profiss\u00e3o de m\u00fasico porque seria uma limita\u00e7\u00e3o ao direito constitucional da livre manifesta\u00e7\u00e3o art\u00edstica. \u00a0Se a profiss\u00e3o de fot\u00f3grafo for regulamentada n\u00e3o fa\u00e7o a m\u00ednima ideia de como o STF pode vir a julgar uma a\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade contra ela, mas me parece que a fotografia tem a ver com liberdade de express\u00e3o e de manifesta\u00e7\u00e3o art\u00edstica.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando uma profiss\u00e3o \u00e9 regulamentada h\u00e1 interesses em jogo. Em primeiro lugar deveria vir o interesse da sociedade que estaria mais segura e melhor atendida com a regulamenta\u00e7\u00e3o. Existe o interesse corporativo de instituir reserva de mercado para aumentar os ganhos dos profissionais regulamentados. Temos tamb\u00e9m o interesse do mercado de n\u00e3o regulamentar para manter os pre\u00e7os baixos. Cabe ao estado conciliar os interesses conflitantes da sociedade e das corpora\u00e7\u00f5es, o que raramente acontece.<ins><\/ins><\/p>\n\n\n\n<p>O avan\u00e7o da tecnologia digital possibilitou a um n\u00famero maior de pessoas o acesso \u00e0 pr\u00e1tica da fotografia, o que \u00e9 bom. Esse n\u00famero maior de pessoas com c\u00e2mera na m\u00e3o, por outro lado, produziu uma infla\u00e7\u00e3o de fot\u00f3grafos no mercado levando a uma concorr\u00eancia autof\u00e1gica. N\u00e3o vale jogar a culpa na tecnologia, pois ela democratiza o acesso \u00e0 fotografia. Tamb\u00e9m n\u00e3o adianta implicar com os&nbsp;fot\u00f3grafos de fim de semana que s\u00f3 fazem bicos, pois o alcance do trabalho deles fica limitado a situa\u00e7\u00f5es mais b\u00e1sicas de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Sou formado em engenharia qu\u00edmica, o que me coloca na pitoresca condi\u00e7\u00e3o de ser fiscalizado por dois conselhos profissionais: o de engenharia (CREA) e dos qu\u00edmicos (CRQ). Al\u00e9m disso, sou fot\u00f3grafo amador e j\u00e1 ganhei alguns trocados vendendo minhas fotos. N\u00e3o sei se continuarei ganhando dimdim com fotografia caso a lei do fot\u00f3grafo seja aprovada, uma vez que as minhas vendas acontecem via bancos de imagens internacionais. N\u00e3o pretendo fazer curso de fotografia nem de n\u00edvel t\u00e9cnico, nem superior. S\u00f3 sei que continuarei clicando por a\u00ed independente da avareza do mercado, das corpora\u00e7\u00f5es de of\u00edcio e de nobres deputados que querem fazer bonito para potenciais eleitores.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Fotografia<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/foto\/a-diferenca-entre-edicao-e-manipulacao-de-imagens\/\">A diferen\u00e7a entre edi\u00e7\u00e3o e manipula\u00e7\u00e3o de imagens<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/foto\/fotos-fotografos\/\">Fotos e fot\u00f3grafos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/foto\/o-tripe-de-quatro-pernas-da-fotografia\/\">O trip\u00e9 de quatro pernas da fotografia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/foto\/e-proibido-fotografar\/\">\u00c9 proibido fotografar<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esses dias sa\u00ed pelas redondezas do meu bairro para fazer uns disparos. Em certa altura do caminho parei diante de uma casa colonial italiana muito bem conservada e resolvi fotografar, mas logo que me aproximei do port\u00e3o um senhor de idade apareceu avisando: \u201cN\u00e3o quero que fotografem a minha casa.\u201d Perguntei por que e ele &hellip; <a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/foto\/e-proibido-fotografar\/\" class=\"more-link\">Continue lendo <span class=\"screen-reader-text\">\u00c9 proibido fotografar<\/span> <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[80],"tags":[73,72],"class_list":["post-532","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-foto","tag-direito-autoral","tag-fotografia"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p14lZD-8A","jetpack-related-posts":[{"id":536,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/critica\/foto\/o-tripe-de-quatro-pernas-da-fotografia\/","url_meta":{"origin":532,"position":0},"title":"O trip\u00e9 de quatro pernas da fotografia","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"O mundo \u00e9 a cada dia mais fotografado, pois quase todos disp\u00f5em de algum dispositivo fotogafat\u00f3rio \u00e0 m\u00e3o. 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