{"id":112,"date":"2013-09-22T22:09:53","date_gmt":"2013-09-23T01:09:53","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=112"},"modified":"2020-11-27T12:10:19","modified_gmt":"2020-11-27T15:10:19","slug":"propriedade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/propriedade\/","title":{"rendered":"Propriedade do discurso"},"content":{"rendered":"\n<p>Propriedade \u00e9 a caracter\u00edstica do discurso ou do termo cujo significado \u00e9 totalmente adequado para o contexto em que se aplica. No significado, considere-se tamb\u00e9m a conota\u00e7\u00e3o. A impropriedade altera a mensagem, causa dano. H\u00e1 impropriedades sutis e outras em que o dano \u00e9 consider\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"604\" height=\"453\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?resize=604%2C453&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3281\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 604px) 100vw, 604px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>H\u00e1 impropriedades t\u00edpicas em todos os idiomas. Os manuais de gram\u00e1tica normativa est\u00e3o sempre advertindo contra elas. No portugu\u00eas, como exemplo, \u00e9 tradicional a impropriedade que consiste em usar &#8216;infla\u00e7\u00e3o&#8217; no lugar de &#8216;infra\u00e7\u00e3o&#8217; ou &#8216;flagrante&#8217; no lugar de &#8216;fragrante&#8217;. Nesses casos, a confus\u00e3o resulta da semelhan\u00e7a fonol\u00f3gica entre os termos trocados.<\/p>\n\n\n\n<p>A impropriedade \u00e9 constatada pela inadequa\u00e7\u00e3o da mensagem ao contexto ou pela incoer\u00eancia da mensagem resultante. Para sanar o dano causado pela impropriedade, \u00e9 preciso haver alguma previsibilidade de corre\u00e7\u00e3o. No caso das impropriedades tradicionais, a previsibilidade deriva da pr\u00f3pria tipicidade da ocorr\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Propriedade total<\/h3>\n\n\n\n<p>O discurso com propriedade total \u00e9 um sonho que naufraga diante de problemas como:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>No\u00e7\u00f5es novas que ainda n\u00e3o t\u00eam signo pr\u00f3prio.<\/li><li>No\u00e7\u00f5es que admitem matizes na caracteriza\u00e7\u00e3o. Exemplos abundantes temos na filosofia, na qual muitas no\u00e7\u00f5es s\u00e3o quest\u00e3o de lit\u00edgio quanto \u00e0 defini\u00e7\u00e3o. Assim, para cada matiz da no\u00e7\u00e3o seria necess\u00e1rio um signo pr\u00f3prio.<\/li><li>Signos conotados tornam-se impr\u00f3prios em contextos culturais novos ou diferenciados dos t\u00edpicos.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Para solucionar problemas de propriedade pode-se usar solu\u00e7\u00f5es como:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Criar neologismos.<\/li><li>Fazer uso ressalvado.<\/li><li>Definir o termo antes de us\u00e1-lo, para que n\u00e3o seja confundido com outras possibilidades de significa\u00e7\u00e3o. Estas defini\u00e7\u00f5es ora ampliam, ora reduzem, ora modificam o espectro comum de significa\u00e7\u00e3o.<\/li><li>Uso de tropos. Muitas vezes o tropo expressa melhor uma mensagem que um enunciado que admite leitura imediata.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Uso ressalvado<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 comum se ouvir: &#8216;O termo tal, na acep\u00e7\u00e3o de fulano, &#8230;&#8217; Ocorr\u00eancias como esta s\u00e3o casos de uso ressalvado de signos. Quem discursa n\u00e3o encontra a solu\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria, ent\u00e3o recorre a um uso impr\u00f3prio fazendo a ressalva para que este seja tomado com significa\u00e7\u00e3o diferenciada. H\u00e1 outros meios para efetuar a ressalva, tais como: uso de aspas no discurso escrito ou balizas como &#8216;com reservas&#8217;, &#8216;como dizem&#8217;, etc.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Propriedade e recursos ret\u00f3ricos<\/h3>\n\n\n\n<p>Tradicionalmente considera-se que as met\u00e1foras, ironias, meton\u00edmias e alegorias t\u00eam sentido impr\u00f3prio. Essa tradi\u00e7\u00e3o se lastreia na afirma\u00e7\u00e3o de que s\u00f3 se tem sentido pr\u00f3prio quando \u00e9 poss\u00edvel a leitura imediata. Assim, diz-se que na met\u00e1fora &#8216;Maria \u00e9 uma flor&#8217; n\u00e3o h\u00e1 sentido pr\u00f3prio em &#8216;flor&#8217; porque este signo s\u00f3 \u00e9 pertinente a parte da planta e n\u00e3o \u00e0 mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>As met\u00e1foras s\u00e3o impropriedades apenas na leitura imediata. Mas n\u00e3o se faz met\u00e1foras para que sejam lidas pelo modo imediato. Na met\u00e1fora do exemplo dado, &#8216;flor&#8217; representa parte de uma planta e n\u00e3o se est\u00e1 dizendo que Maria \u00e9 uma planta. A met\u00e1fora tem seu algoritmo pr\u00f3prio de decifra\u00e7\u00e3o que dissipa o ilogismo e, via de regra, as met\u00e1foras podem ser pr\u00f3prias ao contexto e em certos casos, mais pr\u00f3prias que termos que admitem leitura imediata.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Propriedade aproximada<\/h3>\n\n\n\n<p>Ao dizer &#8216;Ficou sem abrigo&#8217; onde caberia &#8216;Ficou sem casa&#8217; pratica-se uma impropriedade parcial, pois, &#8216;abrigo&#8217; n\u00e3o tem o mesmo espectro de significa\u00e7\u00e3o de &#8216;casa&#8217;. N\u00e3o totalmente, mas h\u00e1 semelhan\u00e7as. Ocorreu uma permuta de semelhantes. Em muitos casos essa forma branda de impropriedade n\u00e3o causa dano, pelo contr\u00e1rio traz conota\u00e7\u00e3o diferenciada, o que tem seus efeitos ret\u00f3ricos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Sinon\u00edmia<\/h3>\n\n\n\n<p>Sinon\u00edmia \u00e9 a equival\u00eancia de nomes quanto ao significado. \u00c9 rara a sinon\u00edmia perfeita. Boa parte do que se rotula como sinon\u00edmia \u00e9 apenas propriedade aproximada.<\/p>\n\n\n\n<p>O que costuma impedir a sinon\u00edmia total \u00e9 a conota\u00e7\u00e3o. Se j\u00e1 \u00e9 raro encontrar dois termos com mesma extens\u00e3o e compreens\u00e3o, mais raro ainda \u00e9 que tenham tamb\u00e9m mesma conota\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sinon\u00edmia para tropos<\/strong>:  neste caso o que est\u00e1 em quest\u00e3o mais precisamente \u00e9 o sin\u00f4nimo do tropo que admite leitura imediata, que n\u00e3o \u00e9 igualmente tropo. Uma das caracter\u00edsticas dos tropos \u00e9 a concis\u00e3o. A met\u00e1fora &#8216;Maria \u00e9 uma flor&#8217; diz muito mais que &#8216;Maria \u00e9 bela&#8217;. <\/p>\n\n\n\n<p>Na maioria dos casos, para sugerir um equivalente imediato de um tropo \u00e9 preciso recorrer a enunciados bem mais extensos. O resultado nem sempre \u00e9 satisfat\u00f3rio, tanto do ponto de vista da propriedade quanto do est\u00e9tico.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Categorias ret\u00f3ricas<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/atratividade\/\">Atratividade do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/comunicabilidade\/\">Comunicabilidade<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/concisao\/\">Concis\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/conotacao\/\">Conota\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/definicao\/\">Defini\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/dualidades-do-discurso\/\">Dualidades do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/atenuacao-e-agravamento\/\">Eufemismo e disfemismo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/legibilidade\/\">Legibilidade<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/propriedade\/\">Propriedade do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/quantidade-de-informacao\/\">Quantidade de informa\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/sociabilidade\/\">Sociabilidade<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/sofistica\/\">Sof\u00edstica<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/taxonomia\/\">Taxonomia<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Propriedade \u00e9 a caracter\u00edstica do discurso ou do termo cujo significado \u00e9 totalmente adequado para o contexto em que se aplica. No significado, considere-se tamb\u00e9m a conota\u00e7\u00e3o. A impropriedade altera a mensagem, causa dano. H\u00e1 impropriedades sutis e outras em que o dano \u00e9 consider\u00e1vel.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[56],"tags":[71,72],"class_list":["post-112","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-categorias","tag-propriedade","tag-sinonimia"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p74YWN-1O","jetpack-related-posts":[{"id":198,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/para-comecar-gramatica\/desvio-linguistico\/","url_meta":{"origin":112,"position":0},"title":"Desvio lingu\u00edstico","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"Desvio, erro, anomalia, m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o, agramaticalidade, enunciado n\u00e3o aceit\u00e1vel. S\u00e3o muitos os termos usados para designar a classe de ocorr\u00eancias de discurso que levam ao equ\u00edvoco, ao estranhamento, a dist\u00farbios de decifra\u00e7\u00e3o, compreens\u00e3o ou aceita\u00e7\u00e3o. Existem outras ocorr\u00eancias que levam a efeitos similares e nem por isso s\u00e3o consideradas desvios,\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Para come\u00e7ar&quot;","block_context":{"text":"Para come\u00e7ar","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/gramatica\/para-comecar-gramatica\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":163,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/metafora\/","url_meta":{"origin":112,"position":1},"title":"Met\u00e1fora &#8211; figura de linguagem","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"A intui\u00e7\u00e3o de que estamos diante de uma met\u00e1fora come\u00e7a quando, ao fazermos uma leitura imediata, nos deparamos com uma impertin\u00eancia. Ou se atribui a um referente algo que n\u00e3o lhe diz respeito ou se classifica o referente numa classe a que n\u00e3o pertence. Constatada a impertin\u00eancia, o receptor da\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Recursos&quot;","block_context":{"text":"Recursos","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/retorica\/recursos-retorica\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x"},"classes":[]},{"id":94,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/dualidades-do-discurso\/","url_meta":{"origin":112,"position":2},"title":"Dualidades do discurso","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"Algumas caracter\u00edsticas do discurso s\u00e3o determinadas por dualidades como\u00a0 as apresentadas na sequ\u00eancia. O discurso oral e o escrito O discurso oral e o escrito t\u00eam particularidades que os fazem diferir. Vejamos algumas caracter\u00edsticas inerentes a um e outro. No discurso oral n\u00e3o existe a possibilidade do retorno do discurso,\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Categorias&quot;","block_context":{"text":"Categorias","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/retorica\/categorias\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":123,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/comunicabilidade\/","url_meta":{"origin":112,"position":3},"title":"Comunicabilidade","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"Comunicabilidade \u00e9 a qualidade do ato comunicativo otimizado, no qual a mensagem \u00e9 transferida integral, correta, r\u00e1pida e economicamente. A transmiss\u00e3o integral sup\u00f5e que n\u00e3o h\u00e1 ru\u00eddos supressivos, deformantes ou concorrentes. A transmiss\u00e3o correta implica em identidade entre a mensagem mentada pelo emissor e pelo receptor. A rapidez sup\u00f5e que\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Categorias&quot;","block_context":{"text":"Categorias","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/retorica\/categorias\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":117,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/quantidade-de-informacao\/","url_meta":{"origin":112,"position":4},"title":"Quantidade de informa\u00e7\u00e3o","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"H\u00e1 dois modos de entender a informa\u00e7\u00e3o: como significante e como significado. Como significante \u00e9 o modo que adota a Teoria da Informa\u00e7\u00e3o. Entendida como significante, informa\u00e7\u00e3o \u00e9 o discurso tomado como coisa, como objetividade que veicula uma mensagem, que ocupa espa\u00e7o de estocagem e tempo de transmiss\u00e3o. Unidade de\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Categorias&quot;","block_context":{"text":"Categorias","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/retorica\/categorias\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":114,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/conotacao\/","url_meta":{"origin":112,"position":5},"title":"Conota\u00e7\u00e3o","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"Nem toda palavra \u00e9 neutra, de uso geral, de significado \u00fanico e preciso. Isso se deve \u00e0 conota\u00e7\u00e3o. Vejamos algumas ocorr\u00eancias relacionadas \u00e0 conota\u00e7\u00e3o. Termos referencialmente sin\u00f4nimos.\u00a0Vamos considerar os termos 'm\u00fasica sertaneja' e 'm\u00fasica caipira'. Os dois termos apontam para o mesmo referente embora apare\u00e7am nos discursos em distribui\u00e7\u00e3o complementar,\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Categorias&quot;","block_context":{"text":"Categorias","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/retorica\/categorias\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/112","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=112"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/112\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4123,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/112\/revisions\/4123"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=112"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=112"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=112"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}