{"id":114,"date":"2013-09-22T22:11:31","date_gmt":"2013-09-23T01:11:31","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=114"},"modified":"2020-11-26T16:54:15","modified_gmt":"2020-11-26T19:54:15","slug":"conotacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/conotacao\/","title":{"rendered":"Conota\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>Nem toda palavra \u00e9 neutra, de uso geral, de significado \u00fanico e preciso. Isso se deve \u00e0 conota\u00e7\u00e3o. Vejamos algumas ocorr\u00eancias relacionadas \u00e0 conota\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"333\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=500%2C333&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3283\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p><strong>Termos referencialmente sin\u00f4nimos<\/strong>.&nbsp;Vamos considerar os termos &#8216;m\u00fasica sertaneja&#8217; e &#8216;m\u00fasica caipira&#8217;. Os dois termos apontam para o mesmo referente embora apare\u00e7am nos discursos em distribui\u00e7\u00e3o complementar, ou seja, nos contextos em que se usa um n\u00e3o se usa outro. Isso se deve a impress\u00f5es e opini\u00f5es agregadas a cada termo acerca do referente. Quando se usa &#8216;m\u00fasica caipira&#8217;, fica subentendido que a m\u00fasica \u00e9 de m\u00e1 qualidade, de baixa \u00edndole, etc. Caso se use &#8216;m\u00fasica sertaneja&#8217;, subentende-se m\u00fasica de boa qualidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Palavras com referente mut\u00e1vel contexto a contexto<\/strong>.&nbsp;Vamos analisar a palavra &#8216;burgu\u00eas&#8217;. Para um historiador, o burgu\u00eas \u00e9 o morador do burgo que desencadeia a revolu\u00e7\u00e3o industrial. Para um marxista, burgu\u00eas \u00e9 o explorador da sociedade. Para um adepto da contracultura, o burgu\u00eas \u00e9 o s\u00edmbolo da decad\u00eancia da sociedade de consumo. O referente \u00e9 o mesmo para todos os emissores, mas cada um deles agrega \u00e0 palavra diferentes impress\u00f5es e opini\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Palavras ligadas a dados contextos<\/strong>.&nbsp;Certas palavras s\u00f3 s\u00e3o adequadas ou toler\u00e1veis em dadas situa\u00e7\u00f5es, tipos de discurso, ocasi\u00f5es. Exemplo: o chulo. Os termos considerados chulos s\u00f3 costumam aparecer em contextos informais, pois somente nesses contextos eles s\u00e3o tolerados. Para contextos formais existem equivalentes pr\u00f3prios.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Palavra t\u00edpica de grupo, regi\u00e3o, \u00e9poca ou estilo<\/strong>.&nbsp;&nbsp;Os termos que caracter\u00edsticos de um grupo ficam impregnados das impress\u00f5es e opini\u00f5es que a comunidade tem sobre ele.&nbsp;S\u00e3o exemplos as g\u00edrias, regionalismos e jarg\u00f5es. Se as g\u00edrias, via de regra, s\u00e3o execradas pela comunidade conservadora \u00e9 porque a comunidade n\u00e3o aceita o grupo que as pratica e n\u00e3o por execra\u00e7\u00e3o \u00e0 g\u00edria em si.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conceito de conota\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>As classes de palavras acima citadas t\u00eam caracter\u00edsticas de uso pr\u00f3prias em fun\u00e7\u00e3o de opini\u00f5es e impress\u00f5es a ela aderidas, seja dos usu\u00e1rios em rela\u00e7\u00e3o ao referente que elas simbolizam ou dos usu\u00e1rios em rela\u00e7\u00e3o ao subgrupo de usu\u00e1rios que as praticam. Este perfil \u00e9 a conota\u00e7\u00e3o da palavra. Conota\u00e7\u00e3o \u00e9 a resposta a perguntas como: \u00e9 de uso geral ou restrito a contextos, situa\u00e7\u00f5es, grupos, \u00e9pocas, regi\u00f5es? Que sentido ela assume em dado contexto, para dado grupo? Que ju\u00edzos, impress\u00f5es a ela se aderem em fun\u00e7\u00e3o de suas caracter\u00edsticas de uso?<\/p>\n\n\n\n<p>Toda vez que uma palavra conotada \u00e9 usada em situa\u00e7\u00e3o alheia ao seu perfil t\u00edpico de uso o resultado \u00e9 estranhamento, sensa\u00e7\u00e3o por parte do receptor de uma inadequa\u00e7\u00e3o de que algo est\u00e1 errado no discurso.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conota\u00e7\u00e3o de categorias de l\u00edngua<\/h3>\n\n\n\n<p>O mesmo racioc\u00ednio aplicado anteriormente a palavras se estende \u00e0s categorias de l\u00edngua. Vamos partir de alguns exemplos do portugu\u00eas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>A segunda pessoa do tratamento no portugu\u00eas \u00e9 considerada rara, formal, pr\u00f3pria da poesia, arcaica, etc.<\/li><li>A \u00eanclise dos pronomes \u00e1tonos \u00e9 considerada formal\u00edssima e por muitos, at\u00e9 pedante.<\/li><li>A voz passiva \u00e9 evitada no jornalismo atual.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Pelos exemplos, conclui-se que as categorias da l\u00edngua tamb\u00e9m s\u00e3o conotadas, t\u00eam um perfil de uso adequado.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Categorias ret\u00f3ricas<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/atratividade\/\">Atratividade do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/comunicabilidade\/\">Comunicabilidade<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/concisao\/\">Concis\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/conotacao\/\">Conota\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/definicao\/\">Defini\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/dualidades-do-discurso\/\">Dualidades do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/atenuacao-e-agravamento\/\">Eufemismo e disfemismo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/legibilidade\/\">Legibilidade<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/propriedade\/\">Propriedade do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/quantidade-de-informacao\/\">Quantidade de informa\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/sociabilidade\/\">Sociabilidade<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/sofistica\/\">Sof\u00edstica<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/taxonomia\/\">Taxonomia<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nem toda palavra \u00e9 neutra, de uso geral, de significado \u00fanico e preciso. 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