{"id":121,"date":"2013-09-22T22:18:53","date_gmt":"2013-09-23T01:18:53","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=121"},"modified":"2020-11-27T12:06:07","modified_gmt":"2020-11-27T15:06:07","slug":"legibilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/legibilidade\/","title":{"rendered":"Legibilidade"},"content":{"rendered":"\n<p>A leitura \u00e9 um ato de percep\u00e7\u00e3o, tradu\u00e7\u00e3o, decifra\u00e7\u00e3o e compreens\u00e3o. Percep\u00e7\u00e3o de signos visuais, de uma ordem espacial e da diagrama\u00e7\u00e3o. Tradu\u00e7\u00e3o, pois na leitura \u00e9 feita a permuta de um c\u00f3digo visual para um c\u00f3digo lingu\u00edstico. Decifra\u00e7\u00e3o porque envolve o reconhecimento do signo. Compreens\u00e3o porque, uma vez decifrado o signo, extrai-se dele a mensagem. Legibilidade \u00e9 a qualidade da comunica\u00e7\u00e3o otimizada para a produtividade da leitura.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"333\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=500%2C333&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3283\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Qualifica\u00e7\u00e3o do leitor<\/h3>\n\n\n\n<p>Consideremos dois tipos de leitor: um que chamaremos de qualificado e o outro, desqualificado. O leitor qualificado tem grande intelig\u00eancia verbal, alta compet\u00eancia gramatical e lexical, est\u00e1 habituado a leituras. Enquanto l\u00ea, sua aten\u00e7\u00e3o pouco se volta para a decifra\u00e7\u00e3o, tem m\u00e9todo e disciplina ao ler. <\/p>\n\n\n\n<p>O leitor desqualificado tem pouca intelig\u00eancia verbal, dom\u00ednio insuficiente do l\u00e9xico e da gram\u00e1tica, pequena experi\u00eancia de leituras e maus h\u00e1bitos ao ler. Assim, quando falamos em legibilidade conv\u00e9m citar de que n\u00edvel de leitor tratamos. Um texto ileg\u00edvel ao leitor desqualificado pode n\u00e3o o ser para o qualificado.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Decifrat\u00f3ria e autom\u00e1tica<\/h3>\n\n\n\n<p>A leitura decifrat\u00f3ria \u00e9 aquela em que a aten\u00e7\u00e3o e o esfor\u00e7o do leitor se dissipam principalmente na decifra\u00e7\u00e3o. \u00c9 t\u00edpica de indiv\u00edduos que est\u00e3o se familiarizando com o c\u00f3digo como os que est\u00e3o sendo alfabetizados ou aprendendo uma segunda l\u00edngua. Esta dificuldade n\u00e3o ocorre somente entre leitores desqualificados. Fatores externos \u00e0 leitura podem tornar o texto ileg\u00edvel criando dificuldades mesmo para o leitor qualificado. A leitura sil\u00e1bica \u00e9 um caso extremo da leitura decifrat\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Autom\u00e1tica: \u00e9 aquela em que se emprega pequeno esfor\u00e7o na decifra\u00e7\u00e3o. Sup\u00f5e leitor qualificado e texto otimizado para a leitura.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Vocal e mental<\/h3>\n\n\n\n<p>A leitura vocal pode ir de sua forma mais apurada \u00e0 recita\u00e7\u00e3o com esmeros de entoa\u00e7\u00e3o e at\u00e9 o murm\u00fario entre dentes. A leitura mental pode simular uma recita\u00e7\u00e3o a plena voz ou se afastar disso rumo a uma leitura mais r\u00e1pida que foge da entoa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Fonol\u00f3gica e ideogr\u00e2mica<\/h3>\n\n\n\n<p>A leitura fonol\u00f3gica, praticada tanto verbal como mentalmente, \u00e9 a tradu\u00e7\u00e3o de um c\u00f3digo visual para um c\u00f3digo ac\u00fastico. O signo visual \u00e9 convertido em fonema, palavra, frase.<\/p>\n\n\n\n<p>Na leitura ideogr\u00e2mica ou visual, o signo visual, que \u00e9 grafem\u00e1tico, \u00e9 captado como signo visual remetendo ao significado sem a passagem pelo lingu\u00edstico. \u00c9 assunto para experimenta\u00e7\u00e3o determinar a possibilidade de leituras integralmente visuais, a partir de signos grafem\u00e1ticos. A leitura ideogr\u00e2mica \u00e9 t\u00edpica do leitor qualificado, que a pratica associada \u00e0 leitura fonol\u00f3gica tendendo mais para uma ou para outra dependendo da situa\u00e7\u00e3o. Na leitura ideogr\u00e2mica a tend\u00eancia \u00e9 de velocidades de leitura maiores.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Integral e seletiva<\/h3>\n\n\n\n<p>A leitura integral \u00e9 feita palavra por palavra, linha a linha, sem qualquer pretens\u00e3o. Contrariamente, na leitura seletiva o leitor tem objetivos previamente estabelecidos, como encontrar palavras-chave e elementos de seu interesse. Apos a busca ele realiza a leitura integral.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Leitura produtiva<\/h3>\n\n\n\n<p>A leitura produtiva \u00e9 r\u00e1pida, com boa compreens\u00e3o, dispensa releituras. Para isto acontecer h\u00e1 fatores relacionados \u00e0 leitura e fatores externos a ele. Come\u00e7aremos com os inerentes ao ato. Fatores que influenciam a produtividade da leitura:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Fisiol\u00f3gicos<\/strong>: acuidade visual.<\/li><li><strong>Psicol\u00f3gicos<\/strong>: aten\u00e7\u00e3o, motiva\u00e7\u00e3o, estado emocional, tend\u00eancia \u00e0 r\u00e9plica, bloqueios psicol\u00f3gicos.<\/li><li><strong>Intelectuais<\/strong>: divaga\u00e7\u00e3o, preconceitos, egocentrismo, atitude cr\u00edtica.<\/li><li><strong>Ambientais<\/strong>: ilumina\u00e7\u00e3o, conforto, aus\u00eancia de ru\u00eddos.<\/li><li><strong>Metodol\u00f3gicos<\/strong>: abrang\u00eancia da zona n\u00edtida, automatismo, mentaliza\u00e7\u00e3o, leitura visual, leitura seletiva.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A zona n\u00edtida corresponde \u00e0 regi\u00e3o do campo visual captada pela f\u00f3vea do olho. Embora muito pequena em rela\u00e7\u00e3o ao campo total da vis\u00e3o, \u00e9 a regi\u00e3o mais n\u00edtida do campo visual. Certos leitores conseguem enquadrar mais grafemas na zona n\u00edtida, numa mesma fixa\u00e7\u00e3o dos olhos, que outros. Esses leitores obt\u00eam velocidades de leitura maior. Se eles chegam a isto pelo treinamento ou pela natureza da vis\u00e3o que possuem \u00e9 mat\u00e9ria para a fisiologia da vis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Um maior automatismo aumenta a velocidade da leitura. Primeiro porque n\u00e3o se perde tempo com a decifra\u00e7\u00e3o consciente, depois porque a aten\u00e7\u00e3o n\u00e3o se dissipa diante da lentid\u00e3o da entrada de signos. O automatismo melhora com o treinamento e com a compet\u00eancia lingu\u00edstica. \u00c9 de se cogitar se depende de fatores como a intelig\u00eancia verbal ou outras aptid\u00f5es pessoais.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>A leitura mentalizada tende a ser mais veloz que a vocal porque nela \u00e9 poss\u00edvel ignorar apuros de entoa\u00e7\u00e3o, abstraindo tudo o que na entoa\u00e7\u00e3o reduz a velocidade.<\/li><li>A leitura visual \u00e9 mais r\u00e1pida que a fonol\u00f3gica. Em princ\u00edpio, a interioriza\u00e7\u00e3o de um signo visual \u00e9 mais r\u00e1pida que o tempo para a elocu\u00e7\u00e3o da palavra que o designa.<\/li><li>A leitura seletiva \u00e9 mais r\u00e1pida que a integral, \u00f3bvio. Desde que se aceite uma pela outra, com a consequente perda de compreens\u00e3o envolvida, a leitura seletiva \u00e9 mais produtiva.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A leitura mais produtiva ocorre quando os fatores externos que influenciam a leitura est\u00e3o otimizados, quando o leitor \u00e9 qualificado para o n\u00edvel do texto, sua acuidade visual \u00e9 boa, est\u00e1 atento, motivado, tranq\u00fcilo, sem tend\u00eancia \u00e0 r\u00e9plica, sem bloqueio psicol\u00f3gico contra a leitura em si ou ao assunto do texto, n\u00e3o divaga, n\u00e3o se fecha em si, controla o \u00edmpeto \u00e0 cr\u00edtica, a abrang\u00eancia da zona n\u00edtida \u00e9 m\u00e1xima, sua leitura \u00e9 autom\u00e1tica, mentalizada, tende para o visual, \u00e9 seletiva.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quando sacrificar a produtividade<\/h3>\n\n\n\n<p>Nem sempre a leitura mais r\u00e1pida \u00e9 a ideal. Para textos sugestivos, talvez o melhor seja divagar. Outros textos devem ser lidos com vis\u00e3o cr\u00edtica nem que isto signifique interromper a leitura em v\u00e1rios pontos. A leitura visual n\u00e3o \u00e9 a ideal para textos dram\u00e1ticos e po\u00e9ticos em que a m\u00e1xima frui\u00e7\u00e3o se d\u00e1 quando s\u00e3o recitados. Outros textos s\u00e3o melhor aproveitados com leitura integral. Um romance policial, por exemplo, s\u00f3 \u00e9 l\u00fadico se lido p\u00e1gina a p\u00e1gina e n\u00e3o apenas no ponto em que se desvenda a identidade do criminoso.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Legibilidade de edi\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>A legibilidade de edi\u00e7\u00e3o envolve fatores externos \u00e0 leitura que otimizam a produtividade no n\u00edvel gr\u00e1fico. Casos de m\u00e1 legibilidade de edi\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ligados \u00e0 decifra\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Mistura de tipos de letras.<\/li><li>Adornos que escondem o tra\u00e7o b\u00e1sico do grafema (camuflagem).<\/li><li>Tipos bojudos, ou seja, aqueles em que a \u00e1rea dos vazados e das reentr\u00e2ncias \u00e9 m\u00ednima em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e1rea do tipo.<\/li><li>Tipos esguios, ou seja, aqueles em que h\u00e1 despropor\u00e7\u00e3o entre medidas ortogonais entre si.<\/li><li>Tipos de tra\u00e7o fino.<\/li><li>Letras amontoadas ou encostadas.<\/li><li>Terminar a linha no meio da s\u00edlaba, da palavra da locu\u00e7\u00e3o ou da frase.<\/li><li>Baixo contraste de cor entre letra e fundo (camuflagem).<\/li><li>Fundo carregado de informa\u00e7\u00e3o.<\/li><li>Altera\u00e7\u00e3o do tra\u00e7o b\u00e1sico do grafema (estiliza\u00e7\u00e3o).<\/li><li>Suprimir contornos da letra (camuflagem)<\/li><li>Baixa resolu\u00e7\u00e3o (camuflagem).<\/li><li>Seq\u00fc\u00eancias de letras com padr\u00f5es semelhantes.<\/li><li>Corpo da letra carregado de informa\u00e7\u00e3o (camuflagem).<\/li><li>Abreviaturas.<\/li><li>N\u00fameros altos em nota\u00e7\u00e3o decimal.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Ligados \u00e0 recep\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Tamanho reduzido dos grafemas.<\/li><li>Palavras que n\u00e3o cabem dentro da zona n\u00edtida da vis\u00e3o.<\/li><li>Letras afastadas.<\/li><li>Linhas inclinadas, onduladas ou obl\u00edquas.<\/li><li>Escrita vertical.<\/li><li>Falta de alinhamento na margem esquerda.<\/li><li>Varia\u00e7\u00f5es de tamanho das letras em uma mesma linha.<\/li><li>Letras desalinhadas.<\/li><li>Siglas que n\u00e3o podem ser lidas como palavras.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Categorias ret\u00f3ricas<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/atratividade\/\">Atratividade do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/comunicabilidade\/\">Comunicabilidade<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/concisao\/\">Concis\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/conotacao\/\">Conota\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/definicao\/\">Defini\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/dualidades-do-discurso\/\">Dualidades do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/atenuacao-e-agravamento\/\">Eufemismo e disfemismo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/legibilidade\/\">Legibilidade<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/propriedade\/\">Propriedade do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/quantidade-de-informacao\/\">Quantidade de informa\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/sociabilidade\/\">Sociabilidade<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/sofistica\/\">Sof\u00edstica<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/taxonomia\/\">Taxonomia<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A leitura \u00e9 um ato de percep\u00e7\u00e3o, tradu\u00e7\u00e3o, decifra\u00e7\u00e3o e compreens\u00e3o. Percep\u00e7\u00e3o de signos visuais, de uma ordem espacial e da diagrama\u00e7\u00e3o. Tradu\u00e7\u00e3o, pois na leitura \u00e9 feita a permuta de um c\u00f3digo visual para um c\u00f3digo lingu\u00edstico. Decifra\u00e7\u00e3o porque envolve o reconhecimento do signo. Compreens\u00e3o porque, uma vez decifrado o signo, extrai-se dele a &hellip; <a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/legibilidade\/\" class=\"more-link\">Continue lendo <span class=\"screen-reader-text\">Legibilidade<\/span> <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[56],"tags":[75,124],"class_list":["post-121","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-categorias","tag-legibilidade","tag-leitura"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p74YWN-1X","jetpack-related-posts":[{"id":123,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/comunicabilidade\/","url_meta":{"origin":121,"position":0},"title":"Comunicabilidade","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"Comunicabilidade \u00e9 a qualidade do ato comunicativo otimizado, no qual a mensagem \u00e9 transferida integral, correta, r\u00e1pida e economicamente. A transmiss\u00e3o integral sup\u00f5e que n\u00e3o h\u00e1 ru\u00eddos supressivos, deformantes ou concorrentes. A transmiss\u00e3o correta implica em identidade entre a mensagem mentada pelo emissor e pelo receptor. A rapidez sup\u00f5e que\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Categorias&quot;","block_context":{"text":"Categorias","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/retorica\/categorias\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":112,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/propriedade\/","url_meta":{"origin":121,"position":1},"title":"Propriedade do discurso","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"Propriedade \u00e9 a caracter\u00edstica do discurso ou do termo cujo significado \u00e9 totalmente adequado para o contexto em que se aplica. No significado, considere-se tamb\u00e9m a conota\u00e7\u00e3o. A impropriedade altera a mensagem, causa dano. H\u00e1 impropriedades sutis e outras em que o dano \u00e9 consider\u00e1vel. H\u00e1 impropriedades t\u00edpicas em todos\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Categorias&quot;","block_context":{"text":"Categorias","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/retorica\/categorias\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x"},"classes":[]},{"id":144,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/oximoro\/","url_meta":{"origin":121,"position":2},"title":"Ox\u00edmoro &#8211; figura de linguagem","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"Ox\u00edmoro \u00e9 o enunciado contradit\u00f3rio \u00e0 primeira vista, ou seja, faz-se a conjun\u00e7\u00e3o de duas proposi\u00e7\u00f5es das quais uma \u00e9 a nega\u00e7\u00e3o ou implica na nega\u00e7\u00e3o da outra. O que diferencia o ox\u00edmoro da contradi\u00e7\u00e3o propriamente dita \u00e9 a intencionalidade do ox\u00edmoro, a proximidade dos termos contradit\u00f3rios, a visibilidade flagrante\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Recursos&quot;","block_context":{"text":"Recursos","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/retorica\/recursos-retorica\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":3,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/para-comecar\/retorica-e-teoria-da-informacao\/","url_meta":{"origin":121,"position":3},"title":"Ret\u00f3rica e teoria da informa\u00e7\u00e3o","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"A Teoria da Informa\u00e7\u00e3o foi desenvolvida num ambiente de engenharia e serve para solucionar problemas t\u00e9cnicos de telecomunica\u00e7\u00e3o relativos \u00e0 transmiss\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o. Sua maior preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 transmitir informa\u00e7\u00e3o o mais economicamente poss\u00edvel. Em princ\u00edpio, isto interessa \u00e0 Ret\u00f3rica. Ent\u00e3o a pergunta: como a Teoria da Informa\u00e7\u00e3o pode contribuir para\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Para come\u00e7ar&quot;","block_context":{"text":"Para come\u00e7ar","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/retorica\/para-comecar\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":119,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/atratividade\/","url_meta":{"origin":121,"position":4},"title":"Atratividade do discurso","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"Atratividade \u00e9 a qualidade do discurso otimizado para estimular o travamento de contato com o receptor e, na sequ\u00eancia, para a manuten\u00e7\u00e3o da sintonia. H\u00e1 dois casos extremos de postura do receptor com rela\u00e7\u00e3o ao discurso emitido. No primeiro caso, a iniciativa da busca do contato \u00e9 do receptor, em\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Categorias&quot;","block_context":{"text":"Categorias","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/retorica\/categorias\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":176,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/editoriais\/","url_meta":{"origin":121,"position":5},"title":"Recursos ret\u00f3ricos editoriais","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"Para esgotar o assunto edi\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio invadir a jurisdi\u00e7\u00e3o alheia, pois edi\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00e9cnica e arte, uma arte pl\u00e1stica e para esgot\u00e1-la seria necess\u00e1rio tamb\u00e9m abordar quest\u00f5es como composi\u00e7\u00e3o, harmonia, propor\u00e7\u00e3o, simetria, taxa de informa\u00e7\u00e3o, etc. Na medida do poss\u00edvel n\u00e3o vamos tocar em quest\u00f5es ligadas exclusivamente ao dom\u00ednio\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Recursos&quot;","block_context":{"text":"Recursos","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/retorica\/recursos-retorica\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/121","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=121"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/121\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4121,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/121\/revisions\/4121"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=121"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=121"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=121"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}