{"id":149,"date":"2013-09-23T12:53:50","date_gmt":"2013-09-23T15:53:50","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=149"},"modified":"2020-11-23T16:00:06","modified_gmt":"2020-11-23T19:00:06","slug":"ordem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/ordem\/","title":{"rendered":"Ordem do discurso"},"content":{"rendered":"\n<p>O uso ret\u00f3rico da ordem \u00e9 vasto. H\u00e1 v\u00e1rios&nbsp; tipos de ordem a considerar.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Ordem de emiss\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 aquela que rege a emiss\u00e3o dos signos do discurso. No discurso oral \u00e9 linear e temporal, ou seja, cada signo \u00e9 emitido individualmente numa sequ\u00eancia ao longo do tempo. A exce\u00e7\u00e3o \u00e9 a dos discursos orais sobrepostos, quando mais de uma mensagem \u00e9 veiculada no mesmo lapso de tempo. Basta lembrar dos quartetos da \u00f3pera l\u00edrica ou da m\u00fasica coral.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"604\" height=\"453\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?resize=604%2C453&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3281\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 604px) 100vw, 604px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Ordem de edi\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>No discurso escrito a ordem de emiss\u00e3o \u00e9 espacial, visual, \u00e9 uma ordem de edi\u00e7\u00e3o. A ordem de emiss\u00e3o escrita \u00e9 ditada pela conven\u00e7\u00e3o. Na escrita ocidental, por exemplo, convencionou-se que a escrita deve ser da esquerda para direita, de cima para baixo e as p\u00e1ginas devem ser viradas no sentido anti-hor\u00e1rio. Esta conven\u00e7\u00e3o \u00e9 consequ\u00eancia da linearidade do discurso lingu\u00edstico. Romper ou n\u00e3o com as conven\u00e7\u00f5es \u00e9 decis\u00e3o para quem edita, que arcar\u00e1 com os benef\u00edcios ou preju\u00edzos disto.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma decis\u00e3o vital sobre ordem de edi\u00e7\u00e3o \u00e9 como distribuir na p\u00e1gina partes do discurso segmentado. Esse problema \u00e9 t\u00edpico do jornalismo, que tem de encontrar a melhor solu\u00e7\u00e3o para ordenar no espa\u00e7o t\u00edtulos, subt\u00edtulos, legendas, textos, etc.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Ordem de recep\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 aquela que rege a interioriza\u00e7\u00e3o do discurso. No discurso oral, essa ordem n\u00e3o est\u00e1 a crit\u00e9rio de quem ouve, mas de quem emite. Na oralidade, a ordem de recep\u00e7\u00e3o coincide com a de emiss\u00e3o. Exce\u00e7\u00e3o se faz \u00e0 liberdade do ouvinte para concentrar sua aten\u00e7\u00e3o num ou noutro discurso nos casos de sobreposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>No discurso escrito,&nbsp; o leitor \u00e9 quem decide a ordem de interioriza\u00e7\u00e3o. Diante de uma p\u00e1gina de jornal, o leitor selecionar\u00e1 de acordo com a sua vontade a ordem de leitura. Essa liberdade do leitor n\u00e3o \u00e9 incontrol\u00e1vel nem arbitr\u00e1ria. H\u00e1 recursos de Ret\u00f3rica para manipular sua vontade. \u00c9 prov\u00e1vel que um leitor comece a leitura pelo t\u00edtulo, pelo corpo tipogr\u00e1fico maior ou pelo texto de menor extens\u00e3o, seguindo as regras da atratividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Considerando conhecida a ordem de recep\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel pensar num outro n\u00edvel de ordena\u00e7\u00e3o que admite duas possibilidades: pelo significante ou pelo significado.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Ordena\u00e7\u00e3o pelo significante<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 aquela em que a ordem das partes do discurso se estabelece a partir de caracter\u00edsticas do significante. O caso mais not\u00e1vel \u00e9 a ordem alfab\u00e9tica, uma ordena\u00e7\u00e3o pelos grafemas iniciais correspondentes do discurso.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Ordena\u00e7\u00e3o tem\u00e1tica<\/h3>\n\n\n\n<p>S\u00e3o as que dizem respeito n\u00e3o ao significante, como as de emiss\u00e3o e recep\u00e7\u00e3o, mas ao significado. Algumas ordens tem\u00e1ticas importantes:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Temporal<\/strong>: Organiza-se o discurso pela coordenada de \u00e9poca associada \u00e0s suas partes. \u00c9 t\u00edpica da narra\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Causal<\/strong>: Organiza-se pondo a parte que \u00e9 conseq\u00fc\u00eancia sucedendo a que \u00e9 causa ou vice-versa.<\/li><li><strong>Topogr\u00e1fica<\/strong>: Ordena segundo a seq\u00fc\u00eancia em que as partes se apresentam no percurso de uma rota. \u00c9 t\u00edpica da descri\u00e7\u00e3o. Exemplo: se quisermos descrever o aparelho digest\u00f3rio, uma ordem topogr\u00e1fica poss\u00edvel seria come\u00e7ar pela boca, depois a faringe, o es\u00f4fago, o est\u00f4mago, etc.<\/li><li><strong>Aleat\u00f3ria<\/strong>: \u00c9 na verdade a nega\u00e7\u00e3o da ordem e serve para torn\u00e1-la neutra ou quando a ordem n\u00e3o \u00e9 um objetivo.<\/li><li><strong>Convencionais<\/strong>: A alfab\u00e9tica, por exemplo, que a rigor n\u00e3o \u00e9 uma ordena\u00e7\u00e3o de temas, mas de fonemas, termina dando ao significado uma ordem neutra.<\/li><li><strong>Gradativas<\/strong>: S\u00e3o aquelas em que o suced\u00e2neo tem grau maior que o anterior, nas grada\u00e7\u00f5es ascendentes e grau menor nas descendentes.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Ordena\u00e7\u00e3o gradativa<\/h3>\n\n\n\n<p>As ordens gradativas podem ser:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Prioridades<\/strong>: usada no jornalismo por exemplo para a reda\u00e7\u00e3o de not\u00edcias.<\/li><li><strong>Import\u00e2ncia<\/strong>.<\/li><li><strong>Prefer\u00eancias<\/strong>.<\/li><li><strong>Complexidade<\/strong>. \u00c9 t\u00edpica da did\u00e1tica que ordena as partes em ordem crescente de complexidade.<\/li><li><strong>Background progressivo<\/strong>. Tamb\u00e9m t\u00edpica da did\u00e1tica que s\u00f3 apresenta uma parte quando os pressupostos necess\u00e1rios \u00e0 sua compreens\u00e3o j\u00e1 foram colocados anteriormente.<\/li><li><strong>Impacto psicol\u00f3gico<\/strong>. Se for descendente ser\u00e1 disfemismo, se ascendente, eufemismo.<\/li><li><strong>Familiaridade<\/strong>. Se d\u00e1 do mais familiar para o menos familiar.<\/li><li><strong>Egoc\u00eantrica<\/strong>. Vai do mais caro ao ego do receptor para o menos.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Ordem sint\u00e1tica<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 aquela dos termos sint\u00e1ticos do per\u00edodo, entendido este como grupo de termos sint\u00e1ticos inter-relacionados. A ordem sint\u00e1tica \u00e9 determinada: pela gram\u00e1tica, da qual resultam ordens gramaticais e agramaticais. As agramaticais podem ser amb\u00edguas ou inintelig\u00edveis; pela estil\u00edstica: de que resultam ordens conformes ou n\u00e3o aos padr\u00f5es estil\u00edsticos vigentes; pela Ret\u00f3rica.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Ordens sint\u00e1ticas equivalentes<\/strong>: s\u00e3o aquelas que para os mesmos termos sint\u00e1ticos remetem ao mesmo referente, abstra\u00eddos os nuances conotativos, est\u00e9ticos, etc.<\/li><li><strong>Ordem direta<\/strong>: \u00e9 a indicada pelos gram\u00e1ticos como referencial, geralmente porque se julga seja mais usual ou de mais f\u00e1cil processamento.<\/li><li><strong>Hip\u00e9rbatos<\/strong>: s\u00e3o as ordens equivalentes \u00e0 ordem direta. Geralmente s\u00e3o menos usuais e de processamento mais dif\u00edcil.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A comunicabilidade da ordem sint\u00e1tica ser\u00e1 maior na ordem direta, que facilita o processamento, pois, cada fun\u00e7\u00e3o sint\u00e1tica est\u00e1 onde normalmente deve estar, o determinante \u00e9 cont\u00edguo ao determinado, n\u00e3o s\u00e3o interpolados apostos e sendo mais usual n\u00e3o drena aten\u00e7\u00e3o para o significante.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Ordem sint\u00e1tica e foco do per\u00edodo<\/h3>\n\n\n\n<p>As partes do per\u00edodo sint\u00e1tico podem ser ordenadas em fun\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia, impacto, prioridade ou outro crit\u00e9rio que as organize numa escala de valor. A parte a que se atribui maior valor \u00e9 o foco da frase. A avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 subjetiva. O que \u00e9 foco para um pode n\u00e3o o ser para outro.<\/p>\n\n\n\n<p>Para enfatizar o foco por meio da ordem sint\u00e1tica, deve-se ter em vista que as duas posi\u00e7\u00f5es mais enf\u00e1ticas s\u00e3o o come\u00e7o e o final. O come\u00e7o \u00e9 prefer\u00edvel quando se deseja fixar a aten\u00e7\u00e3o do receptor de imediato com algo de impacto, que se sobressaia pela sua import\u00e2ncia. \u00c9 a solu\u00e7\u00e3o t\u00edpica do jornalismo. O final \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o que se adota quando se pretende gerar expectativa.<\/p>\n\n\n\n<p>O deslocamento do foco para uma posi\u00e7\u00e3o enf\u00e1tica pode prejudicar a comunicabilidade do per\u00edodo. Em certos casos, para conciliar as duas pretens\u00f5es: comunicabilidade e \u00eanfase, \u00e9 necess\u00e1rio recodificar o per\u00edodo, situando o foco numa fun\u00e7\u00e3o sint\u00e1tica que possa assumir posi\u00e7\u00e3o enf\u00e1tica sem preju\u00edzo da comunicabilidade.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Figuras de linguagem (Recursos ret\u00f3ricos)<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/alegoria\/\">Alegoria<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/elipse\/\">Elipse<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/iconia\/\">Iconia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/ironia\/\">Ironia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/metafora\/\">Met\u00e1fora<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/metaplasmo\/\">Metaplasmo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/metonimia\/\">Meton\u00edmia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/titulo\/\">O t\u00edtulo como recurso ret\u00f3rico<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/ordem\/\">Ordem do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/oximoro\/\">Ox\u00edmoro<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/editoriais\/\">Recursos ret\u00f3ricos editoriais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/entoativos-e-gestuais\/\">Recursos ret\u00f3ricos entoativos e gestuais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/ortograficos\/\">Recursos ret\u00f3ricos ortogr\u00e1ficos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/repeticao\/\">Repeti\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/segmentacao\/\">Segmenta\u00e7\u00e3o do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/trocadilho\/\">Trocadilho<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/outros-recursos\/\">Figuras de linguagem pouco conhecidas<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O uso ret\u00f3rico da ordem \u00e9 vasto. 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