{"id":161,"date":"2013-09-23T21:47:34","date_gmt":"2013-09-24T00:47:34","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=161"},"modified":"2020-11-23T15:35:16","modified_gmt":"2020-11-23T18:35:16","slug":"metaplasmo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/metaplasmo\/","title":{"rendered":"Metaplasmo &#8211; figura de linguagem"},"content":{"rendered":"\n<p>Genericamente, um metaplasmo \u00e9 uma altera\u00e7\u00e3o intencional do c\u00f3digo, \u00e9 exerc\u00edcio de criatividade sobre a l\u00edngua. Os metaplasmos s\u00e3o praticados nos diversos n\u00edveis lingu\u00edsticos: gr\u00e1fico, ortogr\u00e1fico, fonol\u00f3gico, gramatical.<\/p>\n\n\n\n<p>Nosso&nbsp; interesse est\u00e1 voltado para o uso ret\u00f3rico dos&nbsp; metaplasmos, mas uma parte deles se difunde pelo uso e acaba levando \u00e0 altera\u00e7\u00f5es diacr\u00f4nicas do idioma.&nbsp; Al\u00e9m disso, existe uma rela\u00e7\u00e3o estreita entre a cria\u00e7\u00e3o de&nbsp; metaplasmos para uso ret\u00f3rico e a cria\u00e7\u00e3o de l\u00e9xico e gram\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"333\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=500%2C333&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3283\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tipos de metaplasmo<\/h3>\n\n\n\n<p>A seguir, sem pretens\u00e3o de classificar nem de ser exaustivo, alguns tipos de metaplasmo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Ic\u00f4nico<\/strong>: cria uma iconia. Exemplo: uma empresa de latic\u00ednios deu a um de seus produtos o nome de &#8216;mu-mu&#8217;.<\/li><li><strong>De extrapola\u00e7\u00e3o<\/strong>: extrapola as caracter\u00edsticas do c\u00f3digo. Caso t\u00edpico \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de palavras a partir de morfemas da l\u00edngua.<\/li><li><strong>Cobertura de defectividade<\/strong>: Quando o c\u00f3digo \u00e9 defectivo, \u00e0s vezes essa defectividade pode ser suprimida por um metaplasmo.<\/li><li><strong>Metaplasmos&nbsp;cl\u00e1ssicos<\/strong>: S\u00e3o t\u00edpicos na poesia anterior ao Modernismo. Visam basicamente regularizar a m\u00e9trica e costumam ser divididos em fonol\u00f3gicos: elis\u00e3o, sin\u00e9rese, di\u00e9rese, etc., e morfol\u00f3gicos: pr\u00f3tese, s\u00edncope, ap\u00f3cope, etc.<\/li><li><strong>El\u00edptico<\/strong>: resultam da elipse de parte de um termo.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Cria\u00e7\u00e3o de l\u00e9xico e de gram\u00e1tica<\/h3>\n\n\n\n<p>Saussure j\u00e1 dizia que exceto alguns signos lingu\u00edsticos ic\u00f4nicos, como as onomatopeias, a grande maioria deles tem rela\u00e7\u00e3o arbitr\u00e1ria com seu significado. Realmente assim \u00e9 para o signo enquanto objeto. J\u00e1 com rela\u00e7\u00e3o aos mecanismos de forma\u00e7\u00e3o de nomes e neologismos, podemos dizer, imitando Quintiliano, que liberdade total para criar palavras s\u00f3 tiveram aqueles homens bo\u00e7ais dos primeiros tempos, que nomeavam conforme a primeira sensa\u00e7\u00e3o que lhes causava o contato com as coisas. <\/p>\n\n\n\n<p>A arbitrariedade na cria\u00e7\u00e3o de l\u00e9xico e de gram\u00e1tica \u00e9 a exce\u00e7\u00e3o. Na maioria esmagadora dos casos, os nomes e os neologismos se formam a partir de palavras existentes, por v\u00e1rios meios, raramente arbitr\u00e1rios, muitos deles derivados de mecanismos de associa\u00e7\u00e3o de significados. Os mecanismos de cria\u00e7\u00e3o de l\u00e9xico e\u00a0 de gram\u00e1tica costumam ser os mesmos com que se fazem os metaplasmos.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui s\u00e3o classificados alguns&nbsp; mecanismos pela rela\u00e7\u00e3o entre a origem e o resultado.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Elipse<\/strong>: Elimina-se parte da origem. Exemplo: pneu por pneum\u00e1tico. Siglas: ONU por Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/li><li><strong>Jun\u00e7\u00e3o<\/strong>: Afixa\u00e7\u00e3o. O caso mais comum \u00e9 o dos afixos que s\u00e3o morfemas. Condensa\u00e7\u00e3o: Exemplo: embora por em boa hora. N\u00e3o deixa de ser um mecanismo de elipse. Justaposi\u00e7\u00e3o: Exemplo: guarda-chuva.<\/li><li><strong>Polissemia<\/strong>: Metaf\u00f3rica, meton\u00edmica, arbitr\u00e1ria, ir\u00f4nica, aleg\u00f3rica.\u00a0Por polissemia \u00e9 criada boa parte do l\u00e9xico de Inform\u00e1tica, por exemplo, que \u00e9\u00a0 uma \u00e1rea fervilhante no aspecto lingu\u00edstico. Basta lembrar de termos como\u00a0<em>mouse<\/em>,\u00a0<em>menu<\/em>,\u00a0<em>surfar<\/em>,\u00a0<em>web<\/em>.<\/li><li><strong>Empr\u00e9stimo<\/strong> <strong>de outro l\u00e9xico<\/strong>.<\/li><li><strong>Cria\u00e7\u00e3o arbitr\u00e1ria<\/strong>.<\/li><li><strong>Deriva\u00e7\u00e3o gramatical<\/strong>.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Acomoda\u00e7\u00e3o pros\u00f3dica<\/h3>\n\n\n\n<p>S\u00e3o as altera\u00e7\u00f5es fonol\u00f3gicas de um voc\u00e1bulo para melhor se adaptar \u00e0s tend\u00eancias dominantes de pron\u00fancia do idioma. Sua ocorr\u00eancia \u00e9 t\u00edpica para os termos que s\u00e3o incorporados\u00a0 por empr\u00e9stimo ao l\u00e9xico. As acomoda\u00e7\u00f5es pros\u00f3dicas est\u00e3o fora do dom\u00ednio ret\u00f3rico e as leis que as regem s\u00e3o as da lingu\u00edstica. N\u00e3o h\u00e1 manipula\u00e7\u00e3o ret\u00f3rica da acomoda\u00e7\u00e3o pros\u00f3dica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Simboliza\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>A cria\u00e7\u00e3o de l\u00e9xico \u00e9 cria\u00e7\u00e3o de s\u00edmbolos. Um s\u00edmbolo representa alguma coisa convencionalmente em determinado contexto da cultura. A simboliza\u00e7\u00e3o \u00e9 uma categoria antropol\u00f3gica. Na lingu\u00edstica, a simboliza\u00e7\u00e3o tem uma caracter\u00edstica especial: o s\u00edmbolo \u00e9 palavra e como tal na maioria dos casos tem uma rela\u00e7\u00e3o arbitr\u00e1ria com a coisa simbolizada. Mas o significante que origina o s\u00edmbolo, no in\u00edcio do processo, geralmente, se referia a outra coisa, a algo que mantinha com o simbolizado uma rela\u00e7\u00e3o especial, n\u00e3o arbitr\u00e1ria. <\/p>\n\n\n\n<p>Assim, se a locu\u00e7\u00e3o &#8216;calcanhar de Aquiles&#8217; simboliza a fraqueza, \u00e9 ineg\u00e1vel a arbitrariedade da rela\u00e7\u00e3o entre o significado &#8216;fraqueza&#8217; e o significante &#8216;calcanhar de Aquiles&#8217;, mas igualmente \u00e9 ineg\u00e1vel a n\u00e3o arbitrariedade entre o significado &#8216;fraqueza&#8217; e o significado imediato de &#8216;calcanhar de Aquiles&#8217;. Neste sentido, a simboliza\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica raramente \u00e9 arbitr\u00e1ria. A rigor estamos diante de dois s\u00edmbolos: o primeiro \u00e9 a palavra tomada como coisa, o segundo, \u00e9 o sentido imediato, original da palavra.<\/p>\n\n\n\n<p>A origem da simboliza\u00e7\u00e3o ling\u00fc\u00edstica geralmente \u00e9 metaf\u00f3rica ou meton\u00edmica. A rela\u00e7\u00e3o entre o que \u00e9 significado e o seu significante geralmente \u00e9 arbitr\u00e1ria, eventualmente ic\u00f4nica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Grupo fraseol\u00f3gico<\/h3>\n\n\n\n<p>Grupo fraseol\u00f3gico ou frase feita \u00e9 a frase que se consagrou pelo uso repetido em contextos semelhantes, ganhando condi\u00e7\u00e3o de l\u00e9xico. Exemplos: &#8216;Dar com burros n&#8217;\u00e1gua.&#8217; &#8216;Matar cachorro a grito.&#8217; A frase feita \u00e9 repetida sem altera\u00e7\u00f5es, exceto as flex\u00f5es de concord\u00e2ncia necess\u00e1rias ao contexto.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Figuras de linguagem (Recursos ret\u00f3ricos)<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/alegoria\/\">Alegoria<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/elipse\/\">Elipse<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/iconia\/\">Iconia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/ironia\/\">Ironia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/metafora\/\">Met\u00e1fora<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/metaplasmo\/\">Metaplasmo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/metonimia\/\">Meton\u00edmia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/titulo\/\">O t\u00edtulo como recurso ret\u00f3rico<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/ordem\/\">Ordem do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/oximoro\/\">Ox\u00edmoro<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/editoriais\/\">Recursos ret\u00f3ricos editoriais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/entoativos-e-gestuais\/\">Recursos ret\u00f3ricos entoativos e gestuais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/ortograficos\/\">Recursos ret\u00f3ricos ortogr\u00e1ficos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/repeticao\/\">Repeti\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/segmentacao\/\">Segmenta\u00e7\u00e3o do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/trocadilho\/\">Trocadilho<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/outros-recursos\/\">Figuras de linguagem pouco conhecidas<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Genericamente, um metaplasmo \u00e9 uma altera\u00e7\u00e3o intencional do c\u00f3digo, \u00e9 exerc\u00edcio de criatividade sobre a l\u00edngua. 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