{"id":169,"date":"2013-09-23T21:58:18","date_gmt":"2013-09-24T00:58:18","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=169"},"modified":"2020-11-21T12:35:08","modified_gmt":"2020-11-21T15:35:08","slug":"iconia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/iconia\/","title":{"rendered":"Iconia &#8211; figura de linguagem"},"content":{"rendered":"\n<p>O signo manifesta-se objetivamente. Enquanto objeto, nos suscita sensa\u00e7\u00f5es, impress\u00f5es e opini\u00f5es. Embora os signos lingu\u00edsticos em sua maioria tenham uma rela\u00e7\u00e3o arbitr\u00e1ria com seu significado, em certos casos, espont\u00e2nea ou intencionalmente, essa arbitrariedade \u00e9 reduzida. Nesses casos temos iconia.<\/p>\n\n\n\n<p>Iconia \u00e9 a associa\u00e7\u00e3o harmoniosa entre os efeitos suscitados pela observa\u00e7\u00e3o do significante e seu significado. Essa associa\u00e7\u00e3o pode derivar de uma rela\u00e7\u00e3o de semelhan\u00e7a ou de contiguidade.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"333\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=500%2C333&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3283\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>A iconia ocorre em v\u00e1rios n\u00edveis: gr\u00e1fico, ortogr\u00e1fico, fonol\u00f3gico, gramatical, estil\u00edstico, entoativo, gestual, mim\u00e9tico. Tomando por exemplo a onomatopeia, uma iconia fonol\u00f3gica, as palavras\u00a0<em>mugido<\/em>,\u00a0<em>piado<\/em>,\u00a0<em>miado<\/em> t\u00eam uma sonoridade do significante semelhante \u00e0 classe de sons a que se refere o significado. Temos uma iconia por semelhan\u00e7a. A classe de sons do significante \u00e9 semelhante \u00e0 classe de sons significada.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Alguns tipos de iconia<\/h3>\n\n\n\n<p><em><strong>Iconia natural: <\/strong><\/em>deriva da observa\u00e7\u00e3o direta do significante. O melhor exemplo \u00e9 a onomatopeia.<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Iconia conotativa: <\/strong><\/em>deve-se aos atributos agregados ao significante pela conven\u00e7\u00e3o cultural. Por exemplo: a tipografia g\u00f3tica est\u00e1 ligada a evoca\u00e7\u00f5es de tradi\u00e7\u00e3o, de antiguidade. Teremos\u00a0 iconia\u00a0 quando usarmos a tipografia g\u00f3tica para criar o logotipo de um produto cuja imagem est\u00e1 associada \u00e0 ideia de tradi\u00e7\u00e3o, por exemplo. O efeito se deve \u00e0 mem\u00f3ria cultural e n\u00e3o \u00e0 observa\u00e7\u00e3o do significante.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Anti-iconia: <\/em><\/strong>trata-se do\u00a0 efeito oposto. Em vez de harmonia, produzimos contraste. \u00c9 o caso em que o suscitado pelo significante contrasta com o significado. Um exemplo: usar a tipografia g\u00f3tica num logotipo de produto cuja imagem est\u00e1 associada \u00e0 ideia de modernidade.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Qualidade da iconia<\/h3>\n\n\n\n<p>Pode o significante como objeto modificar o significado? Sim. Pela contiguidade entre um e outro, o receptor do discurso tende a transferir para o significado os ju\u00edzos que lhe suscita o significante. Quando se deseja tirar proveito desse fato como recurso de Ret\u00f3rica, \u00e9 preciso considerar que os ju\u00edzos suscitados pelo significante que interessam s\u00e3o os assumidos pelo p\u00fablico-alvo do discurso, n\u00e3o importando se s\u00e3o equivocados.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitas verdades duvidosas foram estabelecidas sobre efeitos suscitados pelos significantes. Diz-se que vogais abertas s\u00e3o alegres, vogais fechadas, tristes, que vogais nasais deprimem, etc. \u00c9 preciso tomar cuidado com essas verdades, avaliando se elas surgem da observa\u00e7\u00e3o do comportamento coletivo ou da experi\u00eancia individual. Poetas simbolistas lembravam de cores diante de certas vogais, o que n\u00e3o ocorre para todo mundo. Assim, n\u00e3o \u00e9 v\u00e1lido afirmar que vogais anteriores s\u00e3o claras e vogais posteriores escuras, n\u00e3o para todos.<\/p>\n\n\n\n<p>O invent\u00e1rio dos efeitos suscitados por significantes envolve a observa\u00e7\u00e3o experimental do comportamento coletivo e s\u00f3 vale para um contexto e uma \u00e9poca. Uma tipografia rec\u00e9m-criada pode vincular-se \u00e0 ideia de modernidade por uns tempos e com o passar dos anos pode passar a evocar tradi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Transfer\u00eancia ic\u00f4nica<\/h3>\n\n\n\n<p>Transfer\u00eancia ic\u00f4nica \u00e9 a incorpora\u00e7\u00e3o ao significado de alguma caracter\u00edstica ou valor do seu significante. A qualidade da forma faz crer na qualidade do conte\u00fado designado, por exemplo. A publicidade \u00e9 usu\u00e1ria constante da transfer\u00eancia ic\u00f4nica; usa significantes que evocam as qualidades que se deseja agregar \u00e0 ideia referida.<\/p>\n\n\n\n<p>A diferen\u00e7a entre a transfer\u00eancia ic\u00f4nica e a iconia \u00e9 que na primeira n\u00e3o se atribui ao significado a qualidade do significante anteriormente \u00e0 observa\u00e7\u00e3o do significante. Na iconia, a qualidade em quest\u00e3o j\u00e1 \u00e9 considerada pertinente ao significado antes mesmo da observa\u00e7\u00e3o do significante.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Figuras de linguagem (Recursos ret\u00f3ricos)<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/alegoria\/\">Alegoria<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/elipse\/\">Elipse<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/iconia\/\">Iconia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/ironia\/\">Ironia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/metafora\/\">Met\u00e1fora<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/metaplasmo\/\">Metaplasmo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/metonimia\/\">Meton\u00edmia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/titulo\/\">O t\u00edtulo como recurso ret\u00f3rico<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/ordem\/\">Ordem do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/oximoro\/\">Ox\u00edmoro<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/editoriais\/\">Recursos ret\u00f3ricos editoriais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/entoativos-e-gestuais\/\">Recursos ret\u00f3ricos entoativos e gestuais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/ortograficos\/\">Recursos ret\u00f3ricos ortogr\u00e1ficos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/repeticao\/\">Repeti\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/segmentacao\/\">Segmenta\u00e7\u00e3o do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/trocadilho\/\">Trocadilho<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/outros-recursos\/\">Figuras de linguagem pouco conhecidas<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O signo manifesta-se objetivamente. Enquanto objeto, nos suscita sensa\u00e7\u00f5es, impress\u00f5es e opini\u00f5es. Embora os signos lingu\u00edsticos em sua maioria tenham uma rela\u00e7\u00e3o arbitr\u00e1ria com seu significado, em certos casos, espont\u00e2nea ou intencionalmente, essa arbitrariedade \u00e9 reduzida. Nesses casos temos iconia. Iconia \u00e9 a associa\u00e7\u00e3o harmoniosa entre os efeitos suscitados pela observa\u00e7\u00e3o do significante e seu &hellip; <a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/iconia\/\" class=\"more-link\">Continue lendo <span class=\"screen-reader-text\">Iconia &#8211; figura de linguagem<\/span> <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[78],"tags":[104,113,105],"class_list":["post-169","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-recursos-retorica","tag-figura","tag-iconia","tag-recurso"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/s74YWN-iconia","jetpack-related-posts":[{"id":161,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/metaplasmo\/","url_meta":{"origin":169,"position":0},"title":"Metaplasmo &#8211; figura de linguagem","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"Genericamente, um metaplasmo \u00e9 uma altera\u00e7\u00e3o intencional do c\u00f3digo, \u00e9 exerc\u00edcio de criatividade sobre a l\u00edngua. Os metaplasmos s\u00e3o praticados nos diversos n\u00edveis lingu\u00edsticos: gr\u00e1fico, ortogr\u00e1fico, fonol\u00f3gico, gramatical. Nosso\u00a0 interesse est\u00e1 voltado para o uso ret\u00f3rico dos\u00a0 metaplasmos, mas uma parte deles se difunde pelo uso e acaba levando \u00e0\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Recursos&quot;","block_context":{"text":"Recursos","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/retorica\/recursos-retorica\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":132,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/trocadilho\/","url_meta":{"origin":169,"position":1},"title":"Trocadilho","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"O trocadilho resulta de uma semelhan\u00e7a formal entre dois enunciados, por vezes, um deles el\u00edptico, semelhan\u00e7a que pode chegar \u00e0 identidade. Alguns trocadilhos relacionam uma par\u00e1frase com seu parafraseado. Os trocadilhos el\u00edpticos n\u00e3o deixam de ser um tipo de ambiguidade intencional.\u00a0 O trocadilho pode ser intencional ou acidental, como ocorre\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Recursos&quot;","block_context":{"text":"Recursos","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/retorica\/recursos-retorica\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":142,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/repeticao\/","url_meta":{"origin":169,"position":2},"title":"Repeti\u00e7\u00e3o &#8211; figura de linguagem","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"A repeti\u00e7\u00e3o como recurso de Ret\u00f3rica \u00e9 praticada em diversos n\u00edveis: fonol\u00f3gico, gramatical, gr\u00e1fico, etc. H\u00e1 tr\u00eas casos de repeti\u00e7\u00e3o: Repeti\u00e7\u00e3o de formas de mesma fun\u00e7\u00e3o, ocorr\u00eancias redundantes.Repeti\u00e7\u00e3o de fun\u00e7\u00f5es sob diferentes formas, igualmente redundantes.Repeti\u00e7\u00e3o de formas com diferentes fun\u00e7\u00f5es. N\u00e3o h\u00e1 redund\u00e2ncia. Um exemplo: 'Come para viver ou\u00a0 vive\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Recursos&quot;","block_context":{"text":"Recursos","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/retorica\/recursos-retorica\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":129,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/outros-recursos\/","url_meta":{"origin":169,"position":3},"title":"Figuras de linguagem pouco conhecidas","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"Vamos abordar aqui alguns recursos ret\u00f3ricos que n\u00e3o foram tratados individualmente. Balizas Balizas do discurso s\u00e3o frases que parafraseiam as fun\u00e7\u00f5es de diversos recursos de Ret\u00f3rica. Alguns exemplos: Sinaliza\u00e7\u00e3o de \u00eanfase:\u00a0\u00c9 bom frisar ..., Ressalto que ...Indica\u00e7\u00e3o de ordem:\u00a0Primeiramente ..., Por fim ...\u00cdndice de segmenta\u00e7\u00e3o:\u00a0Vamos \u00e0 outra parte ...Indicar entoa\u00e7\u00e3o:\u00a0Pausadamente\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Recursos&quot;","block_context":{"text":"Recursos","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/retorica\/recursos-retorica\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x"},"classes":[]},{"id":171,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/entoativos-e-gestuais\/","url_meta":{"origin":169,"position":4},"title":"Recursos ret\u00f3ricos entoativos e gestuais","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"No discurso falado, tr\u00eas c\u00f3digos se sobrep\u00f5em: a l\u00edngua, a linguagem entoativa e a linguagem gestual. \u00c9 discut\u00edvel a separa\u00e7\u00e3o entre l\u00edngua e entoa\u00e7\u00e3o, mas vamos mant\u00ea-la por quest\u00e3o metodol\u00f3gica. Entoa\u00e7\u00e3o \u00e9 o que resulta da defini\u00e7\u00e3o do timbre, da altura, da intensidade e da dura\u00e7\u00e3o dos sons da fala.\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Recursos&quot;","block_context":{"text":"Recursos","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/retorica\/recursos-retorica\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x"},"classes":[]},{"id":104,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/atenuacao-e-agravamento\/","url_meta":{"origin":169,"position":5},"title":"Eufemismo e disfemismo","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"Ao receber uma mensagem, o receptor atribui valores a ela como: import\u00e2ncia, gravidade, aceita\u00e7\u00e3o\/reprova\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de uma resposta emocional. Tal valora\u00e7\u00e3o e a resposta emocional, bastante subjetivas e contextualizadas, podem ser atenuadas ou agravadas pelas caracter\u00edsticas do discurso que veicula a mensagem. Isso decorre de transfer\u00eancias ic\u00f4nicas, conven\u00e7\u00f5es editoriais, de\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Categorias&quot;","block_context":{"text":"Categorias","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/retorica\/categorias\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/169","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=169"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/169\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4057,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/169\/revisions\/4057"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=169"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=169"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=169"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}