{"id":176,"date":"2013-09-23T22:05:20","date_gmt":"2013-09-24T01:05:20","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=176"},"modified":"2020-11-23T16:14:16","modified_gmt":"2020-11-23T19:14:16","slug":"editoriais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/editoriais\/","title":{"rendered":"Recursos ret\u00f3ricos editoriais"},"content":{"rendered":"\n<p>Para esgotar o assunto edi\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio invadir a jurisdi\u00e7\u00e3o alheia, pois edi\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00e9cnica e arte, uma arte pl\u00e1stica e para esgot\u00e1-la seria necess\u00e1rio tamb\u00e9m abordar quest\u00f5es como composi\u00e7\u00e3o, harmonia, propor\u00e7\u00e3o, simetria, taxa de informa\u00e7\u00e3o, etc. Na medida do poss\u00edvel n\u00e3o vamos tocar em quest\u00f5es ligadas exclusivamente ao dom\u00ednio das artes pl\u00e1sticas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"333\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=500%2C333&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3283\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Linha tipogr\u00e1fica<\/h3>\n\n\n\n<p>A linha tipogr\u00e1fica resulta da linearidade do discurso lingu\u00edstico, linearidade que na sua forma oral \u00e9 temporal e na escrita \u00e9 espacial. No discurso longo, a linha tipogr\u00e1fica \u00e9 segmentada por raz\u00f5es diversas: para acomod\u00e1-la \u00e0s dimens\u00f5es da p\u00e1gina, para otimizar a legibilidade, por raz\u00f5es est\u00e9ticas, etc.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Coluna tipogr\u00e1fica<\/h3>\n\n\n\n<p>Uma quest\u00e3o b\u00e1sica de legibilidade \u00e9 determinar o tamanho do segmento de linha tipogr\u00e1fica, em outros termos, a largura da coluna tipogr\u00e1fica. Sabe-se que o segmento longo prejudica a legibilidade, muito curto, tamb\u00e9m. \u00c9 prov\u00e1vel que a dimens\u00e3o ideal seja aquela que origina de uma a tr\u00eas acomoda\u00e7\u00f5es visuais otimizadas por segmento durante a leitura. <\/p>\n\n\n\n<p>Uma acomoda\u00e7\u00e3o visual otimizada \u00e9 aquela em que a f\u00f3vea do olho capta o m\u00e1ximo de grafemas que \u00e9 poss\u00edvel para a natureza e o treinamento da vis\u00e3o do leitor. No segmento curto, desperdi\u00e7a-se a capacidade da f\u00f3vea. No segmento longo, o leitor tem dificuldade para encontrar o in\u00edcio do segmento seguinte ao retornar a vista para a margem esquerda do texto, provavelmente, porque a vis\u00e3o perif\u00e9rica perde o contato com a margem esquerda.<\/p>\n\n\n\n<p>A largura ideal da coluna \u00e9 uma quest\u00e3o a ser determinada experimentalmente, em fun\u00e7\u00e3o do perfil de leitores visados, do corpo tipogr\u00e1fico usado e de diversos fatores t\u00e9cnicos e est\u00e9ticos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Mancha tipogr\u00e1fica<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 a superf\u00edcie ocupada pelo texto na p\u00e1gina. Seus efeitos ret\u00f3ricos resultam da sua forma, textura e posi\u00e7\u00e3o que ocupa na p\u00e1gina. Quanto \u00e0 textura, a mancha pode ser densa, se os tipos tenderem para o negrito ou se est\u00e3o concentrados; rarefeita se os tipos s\u00e3o delgados ou expandidos. Pode ser maci\u00e7a se n\u00e3o houver segmenta\u00e7\u00e3o e espa\u00e7os vazios internos e vazada no caso contr\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>A mancha tipogr\u00e1fica cl\u00e1ssica e conservadora \u00e9 retangular, maci\u00e7a, densa e ocupa grande \u00e1rea da p\u00e1gina, deixando vazias apenas as margens.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conven\u00e7\u00f5es editoriais b\u00e1sicas<\/h3>\n\n\n\n<p>A escrita ocidental segue v\u00e1rias conven\u00e7\u00f5es. A obedi\u00eancia ou a transgress\u00e3o dessas conven\u00e7\u00f5es gera fatos ret\u00f3ricos. O referencial para estabelecer as posi\u00e7\u00f5es relativas \u00e9 a vis\u00e3o do leitor. Vejamos algumas conven\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Na linha tipogr\u00e1fica o discurso deve progredir da esquerda para a direita.<\/li><li>A linha tipogr\u00e1fica pode ser segmentada.<\/li><li>Os segmentos de linha tipogr\u00e1fica s\u00e3o ordenados uns sobre os outros, de forma que o discurso progrida de cima para baixo.<\/li><li>Se o discurso ocupar mais de uma p\u00e1gina, deve haver progress\u00e3o girando as p\u00e1ginas no sentido anti-hor\u00e1rio. Diante de duas p\u00e1ginas lado a lado a progress\u00e3o se d\u00e1 da esquerda para a direita.<\/li><li>Os segmentos de linha devem ser retos e horizontais.<\/li><li>Os grafemas devem ser apresentados ao leitor sempre na mesma posi\u00e7\u00e3o relativa ao eixo da linha tipogr\u00e1fica, sendo vedada a rota\u00e7\u00e3o.<\/li><li>Os segmentos de linha tipogr\u00e1fica devem ser alinhados na vertical \u00e0 esquerda e preferencialmente tamb\u00e9m \u00e0 direita.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Recursos ret\u00f3ricos editoriais<\/h3>\n\n\n\n<p>Assim como a entoa\u00e7\u00e3o no discurso oral, a edi\u00e7\u00e3o pode ser modificadora do discurso escrito. Exemplo: grafar em it\u00e1lico um termo que n\u00e3o se aceita a conota\u00e7\u00e3o, ou que se deseja enfatizar.<\/p>\n\n\n\n<p>Em certos textos a edi\u00e7\u00e3o \u00e9 uma categoria enjeitada. Existem v\u00e1rios casos em que o texto \u00e9 concebido abstraindo-se a edi\u00e7\u00e3o, que fica a cargo do editor. H\u00e1 um div\u00f3rcio entre a codifica\u00e7\u00e3o e a edi\u00e7\u00e3o. O romance cl\u00e1ssico \u00e9 um exemplo disso.<\/p>\n\n\n\n<p>No jornalismo e na publicidade a situa\u00e7\u00e3o se inverte. A codifica\u00e7\u00e3o \u00e9 concomitante \u00e0 edi\u00e7\u00e3o e esta chega a condicionar aquela.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 in\u00fameros recursos ret\u00f3ricos editoriais. Vejamos&nbsp; alguns:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Diferencia\u00e7\u00e3o<\/strong>: Corpo tipogr\u00e1fico, fam\u00edlias de tipos, negrito, it\u00e1lico, sublinhado.<\/li><li><strong>Segmenta\u00e7\u00e3o<\/strong>: Par\u00e1grafo, espa\u00e7os em branco, boxes, verso, estrofe.<\/li><li><strong>Legibilidade<\/strong>: Alinhamentos, numera\u00e7\u00f5es e marcadores.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Os boxes, basicamente, s\u00e3o unidades independentes de texto, diferenciados do todo. Podem ser de v\u00e1rios tipos, tais como: pref\u00e1cio, posf\u00e1cio, orelha, notas, gloss\u00e1rios, ap\u00eandices, dedicat\u00f3rias, cita\u00e7\u00f5es, bibliografia, cronologia e legendas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Verso<\/h3>\n\n\n\n<p>O verso \u00e9 um recurso de edi\u00e7\u00e3o t\u00edpico do discurso de inten\u00e7\u00e3o po\u00e9tica, embora um n\u00e3o seja essencialmente ligado ao outro. H\u00e1 poesia sem verso e verso fora da poesia.<\/p>\n\n\n\n<p>Verso \u00e9 um segmento de linha tipogr\u00e1fica do discurso de inten\u00e7\u00e3o po\u00e9tica. Essa defini\u00e7\u00e3o a partir da edi\u00e7\u00e3o \u00e9 a mais geral para o verso. Existe a possibilidade de defini-lo a partir da entoa\u00e7\u00e3o: verso \u00e9 uma parte do discurso de inten\u00e7\u00e3o po\u00e9tica delimitado por duas pausas n\u00edtidas seguidas de entoa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A defini\u00e7\u00e3o do verso como recurso de entoa\u00e7\u00e3o apresenta o defeito de n\u00e3o ser geral. H\u00e1 versos com pausas internas de entoa\u00e7\u00e3o e versos com o chamado encadeamento, uma licen\u00e7a po\u00e9tica de estil\u00edstica da versifica\u00e7\u00e3o que consiste em emendar a entoa\u00e7\u00e3o de dois versos seguidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitos versos podem ser definidos como compassos de m\u00e9trica ou mesmo compassos de rima cl\u00e1ssica. Efetivamente na sua origem, o verso era entendido como compasso de entoa\u00e7\u00e3o, de m\u00e9trica e de edi\u00e7\u00e3o. Com a evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da poesia surgiram os versos brancos, sem m\u00e9trica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Estrofe<\/h3>\n\n\n\n<p>Uma defini\u00e7\u00e3o restrita e sint\u00e1tica para a estrofe seria: parte do discurso de inten\u00e7\u00e3o po\u00e9tica formada por versos que constituem um per\u00edodo sint\u00e1tico completo. Restrita porque como o verso, a estrofe admite licen\u00e7as po\u00e9ticas. H\u00e1 estrofes com mais de um per\u00edodo sint\u00e1tico e estrofes encadeadas.<\/p>\n\n\n\n<p>As licen\u00e7as po\u00e9ticas que contaminam as defini\u00e7\u00f5es de verso e estrofe s\u00e3o fruto de uma est\u00e9tica que primava pela rigidez numa cl\u00e1usula e por ser frouxa em outra. Define-se um soneto como poema de quatro estrofes, duas com quatro versos e duas com tr\u00eas versos e n\u00e3o se estabelece crit\u00e9rio algum sobre o que \u00e9 uma estrofe.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma defini\u00e7\u00e3o geral para estrofe a partir da edi\u00e7\u00e3o seria: segmento de texto de inten\u00e7\u00e3o po\u00e9tica formado por mais de um verso que produz uma mancha tipogr\u00e1fica maci\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Figuras de linguagem (Recursos ret\u00f3ricos)<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/alegoria\/\">Alegoria<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/elipse\/\">Elipse<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/iconia\/\">Iconia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/ironia\/\">Ironia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/metafora\/\">Met\u00e1fora<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/metaplasmo\/\">Metaplasmo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/metonimia\/\">Meton\u00edmia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/titulo\/\">O t\u00edtulo como recurso ret\u00f3rico<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/ordem\/\">Ordem do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/oximoro\/\">Ox\u00edmoro<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/editoriais\/\">Recursos ret\u00f3ricos editoriais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/entoativos-e-gestuais\/\">Recursos ret\u00f3ricos entoativos e gestuais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/ortograficos\/\">Recursos ret\u00f3ricos ortogr\u00e1ficos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/repeticao\/\">Repeti\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/segmentacao\/\">Segmenta\u00e7\u00e3o do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/trocadilho\/\">Trocadilho<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/recursos-retorica\/outros-recursos\/\">Figuras de linguagem pouco conhecidas<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para esgotar o assunto edi\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio invadir a jurisdi\u00e7\u00e3o alheia, pois edi\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00e9cnica e arte, uma arte pl\u00e1stica e para esgot\u00e1-la seria necess\u00e1rio tamb\u00e9m abordar quest\u00f5es como composi\u00e7\u00e3o, harmonia, propor\u00e7\u00e3o, simetria, taxa de informa\u00e7\u00e3o, etc. Na medida do poss\u00edvel n\u00e3o vamos tocar em quest\u00f5es ligadas exclusivamente ao dom\u00ednio das artes pl\u00e1sticas.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[78],"tags":[118,120,105,121,119],"class_list":["post-176","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-recursos-retorica","tag-editorial","tag-estrofe","tag-recurso","tag-tipografia","tag-verso"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p74YWN-2Q","jetpack-related-posts":[{"id":119,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/atratividade\/","url_meta":{"origin":176,"position":0},"title":"Atratividade do discurso","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"Atratividade \u00e9 a qualidade do discurso otimizado para estimular o travamento de contato com o receptor e, na sequ\u00eancia, para a manuten\u00e7\u00e3o da sintonia. 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