{"id":190,"date":"2013-09-29T15:48:18","date_gmt":"2013-09-29T18:48:18","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=190"},"modified":"2020-11-16T23:16:20","modified_gmt":"2020-11-17T02:16:20","slug":"pressupostos-metodologicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/para-comecar-gramatica\/pressupostos-metodologicos\/","title":{"rendered":"Pressupostos metodol\u00f3gicos"},"content":{"rendered":"\n<p>Os estudos gramaticais passam por um momento de descr\u00e9dito, como reflexo da crise de identidade em que o estudo de l\u00edngua portuguesa mergulhou nos \u00faltimos anos. A gram\u00e1tica tradicional normativa \u00e9 posta em xeque e as reflex\u00f5es novas sobre nossa l\u00edngua ainda n\u00e3o est\u00e3o perfeitamente delineadas. <\/p>\n\n\n\n<p>Escrever gram\u00e1tica sob o fogo cruzado das fac\u00e7\u00f5es em disputa nesse momento de transi\u00e7\u00e3o \u00e9 tarefa ingrata. Corre-se o risco da incompreens\u00e3o e da cr\u00edtica destrutiva. Mas n\u00e3o podemos nos dar por satisfeitos s\u00f3 por repelir uma proposta gramatical caduca. O v\u00e1cuo deixado pelos gram\u00e1ticos tradicionais precisa ser preenchido. Essa ser\u00e1 nossa meta: arejar os estudos gramaticais deixando-os mais afinados com a realidade contempor\u00e2nea de nossa l\u00edngua.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"332\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=500%2C332&#038;ssl=1\" alt=\"Gram\u00e1tica\" class=\"wp-image-3236\" title=\"Gram\u00e1tica\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Nosso trabalho se pauta em alguns pressupostos que descrevemos na sequ\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Imparcialidade lingu\u00edstica<\/h3>\n\n\n\n<p>O idioma \u00e9 formado por variantes geogr\u00e1ficas, de classe social, de n\u00edvel cultural, enfim, o idioma n\u00e3o \u00e9 homog\u00eaneo. Uma variante n\u00e3o \u00e9 em si, boa ou m\u00e1, elevada ou baixa, rudimentar ou evolu\u00edda, bela ou feia. Os atributos que se pode imputar a uma variante s\u00e3o resultado do processo hist\u00f3rico, social e pol\u00edtico da l\u00edngua. A realidade hist\u00f3rica, social e pol\u00edtica da l\u00edngua tamb\u00e9m \u00e9 objeto de estudo do ling\u00fcista, mas n\u00e3o no sentido que este deva tomar partido desta ou daquela vis\u00e3o. O linguista tamb\u00e9m \u00e9 falante e por isso, agente do idioma, mas quando na posi\u00e7\u00e3o de linguista a conduta que se espera dele \u00e9 a de observador e analista, n\u00e3o de agente.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Rigor<\/h3>\n\n\n\n<p>Uma das maiores criticas \u00e0 gram\u00e1tica tradicional \u00e9 a sua falta de rigor. Vejamos um exemplo: O substantivo \u00e9 descrito na tradi\u00e7\u00e3o como a classe de palavras que designam os seres. Uma defini\u00e7\u00e3o desse tipo peca por levar em conta apenas o aspecto sem\u00e2ntico da classe dos substantivos, e ainda assim, precariamente, pois h\u00e1 in\u00fameros substantivos que n\u00e3o designam seres. A gram\u00e1tica tradicional deixa de fora da defini\u00e7\u00e3o de substantivo o comportamento morfossint\u00e1tico da classe, suas condi\u00e7\u00f5es de emprego e v\u00e1rios outros aspectos importantes para uma boa descri\u00e7\u00e3o. \u00c9 claro que o rigor \u00e9 um atributo relativo e o rigor que buscaremos \u00e9 o adequado ao n\u00edvel de aprofundamento que desejamos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Amplitude<\/h3>\n\n\n\n<p>As conclus\u00f5es do modelo proposto devem ser abrangentes para dar conta de todas as ocorr\u00eancias do idioma relacionadas ao modelo e n\u00e3o apenas, de casos espec\u00edficos mais d\u00f3ceis \u00e0 an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Verificabilidade<\/h3>\n\n\n\n<p>O modelo proposto tem que ser verific\u00e1vel, ou seja, quando uma ocorr\u00eancia emp\u00edrica coloca o modelo em xeque, o que tem que mudar \u00e9 o modelo e n\u00e3o a ocorr\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Corpus intuitivo<\/h3>\n\n\n\n<p>Uma corrente lingu\u00edstica defende que os objetos de estudo da l\u00edngua devem ser extra\u00eddos de um corpus emp\u00edrico, em geral, proveniente de discursos coletados e transcritos de situa\u00e7\u00f5es reais de uso da l\u00edngua. A vantagem dessa t\u00e9cnica \u00e9 que o estudo fica baseado em discursos de fato proferidos e praticados pelos falantes, embora seja dif\u00edcil estabelecer em que medida tais discursos s\u00e3o representativos da realidade do idioma. A desvantagem do uso do corpus emp\u00edrico \u00e9 que nas condi\u00e7\u00f5es reais de uso o discurso est\u00e1 permeado de fen\u00f4menos que n\u00e3o dizem respeito especificamente \u00e0 abordagem em andamento, causando uma desnecess\u00e1ria dispers\u00e3o do estudo. <\/p>\n\n\n\n<p>Nossa op\u00e7\u00e3o ser\u00e1 por utilizar o corpus emp\u00edrico sempre que ele se apresentar em condi\u00e7\u00f5es ideais de an\u00e1lise, ou seja, expurgado de fen\u00f4menos dispersivos e pass\u00edvel de ser rotulado como enunciado ideal. Quando n\u00e3o for poss\u00edvel a coleta no corpus emp\u00edrico, usaremos dados da intui\u00e7\u00e3o do linguista que atendam melhor \u00e0 verifica\u00e7\u00e3o que se busca. \u00c9 claro que, posteriormente, a intui\u00e7\u00e3o do linguista deve ser abonada por outros falantes.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Falante e discurso ideais<\/h3>\n\n\n\n<p>Os discursos proferidos em condi\u00e7\u00f5es reais de uso do idioma est\u00e3o repletos de conting\u00eancias que perturbam a exposi\u00e7\u00e3o do modelo proposto. O melhor para a descri\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica \u00e9 a sele\u00e7\u00e3o de exemplos ideais, expurgados de m\u00e1s forma\u00e7\u00f5es e de outros fen\u00f4menos dispersivos. Alguns estudiosos criticam essa pr\u00e1tica alegando que a an\u00e1lise se torna artificial, uma vez que n\u00e3o utiliza objetos reais de estudo. Na verdade, os exemplos ideais tamb\u00e9m s\u00e3o enunciados v\u00e1lidos que servem a contento para a descri\u00e7\u00e3o do idioma. Seria um preciosismo trabalhar somente com exemplos emp\u00edricos que levariam a uma consider\u00e1vel queda de produtividade.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Nomenclatura<\/h3>\n\n\n\n<p>O estudo gramatical \u00e9 pr\u00f3digo em terminologia especializada, o que \u00e9 uma vantagem e um problema. Quando se faz um esfor\u00e7o no sentido de avan\u00e7ar o estudo gramatical, esbarra-se inevitavelmente na inadequa\u00e7\u00e3o do vocabul\u00e1rio tradicional. O que fazer, ent\u00e3o? Criar novas terminologias? <\/p>\n\n\n\n<p>Essa pr\u00e1tica, quando indiscriminada, n\u00e3o nos parece a melhor solu\u00e7\u00e3o. Nosso esfor\u00e7o ser\u00e1 na dire\u00e7\u00e3o de reduzir o vocabul\u00e1rio ao m\u00ednimo necess\u00e1rio, para dar eleg\u00e2ncia \u00e0 descri\u00e7\u00e3o. Tentaremos preservar ao m\u00e1ximo a nomenclatura herdada da tradi\u00e7\u00e3o, amplamente difundida, mesmo correndo o risco de perturbar a descri\u00e7\u00e3o com a conota\u00e7\u00e3o agregada \u00e0 terminologia tradicional.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conven\u00e7\u00f5es<\/h3>\n\n\n\n<p>Usaremos as seguintes conven\u00e7\u00f5es de representa\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Uso e men\u00e7\u00e3o<\/strong>: Para mencionar um segmento de discurso enquanto signo, &nbsp;usaremos it\u00e1lico. Por exemplo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>O significado de\u00a0significado\u00a0e<\/em>studa-se na<em> Sem\u00e2ntica<\/em>.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Transcri\u00e7\u00e3o biun\u00edvoca orientada para o portugu\u00eas<\/strong>: A transcri\u00e7\u00e3o fonol\u00f3gica espec\u00edfica para o portugu\u00eas adotada em nosso trabalho ser\u00e1 colocada entre barras. Por exemplo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>A transcri\u00e7\u00e3o fonol\u00f3gica de&nbsp;<em>exce\u00e7\u00e3o<\/em>&nbsp;\u00e9 \/\u00eas\u00eas\u00e3w\/.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Nesse caso, usaremos um conjunto pr\u00f3prio de grafemas para as transcri\u00e7\u00f5es fonol\u00f3gicas que pode ser visto na se\u00e7\u00e3o Grafologia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Transcri\u00e7\u00e3o da IPA<\/strong>: Nos casos em que fizermos transcri\u00e7\u00e3o fonol\u00f3gica nos padr\u00f5es da Internacional Phonetic Association, usaremos colchetes para delimit\u00e1-la.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Enunciados mal formados<\/strong>. Indica-se por um ap\u00f3strofo inicial. Por exemplo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>* Menino cachorro o mordeu a.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Para come\u00e7ar<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/para-comecar-gramatica\/o-que-e-gramatica\/\">O que \u00e9 gram\u00e1tica, seus tipos e usos?<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/para-comecar-gramatica\/pressupostos-metodologicos\/\">Pressupostos metodol\u00f3gicos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/para-comecar-gramatica\/niveis-de-analise-linguistica\/\">N\u00edveis de an\u00e1lise lingu\u00edstica<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/para-comecar-gramatica\/variantes-linguisticas\/\">Variantes lingu\u00edsticas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/para-comecar-gramatica\/variante-culta\/\">Variante culta<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/para-comecar-gramatica\/desvio-linguistico\/\">Desvio lingu\u00edstico<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/o-escrito-e-o-falado\/\">O escrito e o falado<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os estudos gramaticais passam por um momento de descr\u00e9dito, como reflexo da crise de identidade em que o estudo de l\u00edngua portuguesa mergulhou nos \u00faltimos anos. 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