{"id":204,"date":"2013-09-29T16:06:32","date_gmt":"2013-09-29T19:06:32","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=204"},"modified":"2020-11-17T14:37:31","modified_gmt":"2020-11-17T17:37:31","slug":"variante-culta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/para-comecar-gramatica\/variante-culta\/","title":{"rendered":"Variante culta"},"content":{"rendered":"\n<p>A variante culta, tamb\u00e9m chamada de norma culta ou norma padr\u00e3o, \u00e9 a variedade lingu\u00edstica de car\u00e1ter oficial para nosso idioma. \u00c9 a variante recomendada para os contextos formais, estudada na escola, amplamente descrita e abonada pelos gram\u00e1ticos normativos. Seu status \u00e9 diferenciado em rela\u00e7\u00e3o a outras variantes. Tem prest\u00edgio e tutores, tanto que \u00e9 a \u00fanica variante protegida por lei.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"332\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=500%2C332&#038;ssl=1\" alt=\"Gram\u00e1tica\" class=\"wp-image-3236\" title=\"Gram\u00e1tica\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Embora tutelada e descrita por muitos agentes da l\u00edngua, a exata demarca\u00e7\u00e3o dos limites da variante culta, provavelmente, nunca ser\u00e1 alcan\u00e7ada. H\u00e1 muitos casos lim\u00edtrofes, outros pol\u00eamicos e para completar o dinamismo da l\u00edngua exige que os limites da variante culta sejam frequentemente redefinidos. Alguns falantes mais r\u00edgidos v\u00e3o querer limites casti\u00e7os, outros, mais liberais v\u00e3o preferir fronteiras flex\u00edveis e a discuss\u00e3o persistir\u00e1 acesa sem que se possam estabelecer limites precisos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Por que se ocupar da variante culta<\/h3>\n\n\n\n<p>Para a Lingu\u00edstica uma variante n\u00e3o \u00e9 melhor que outra, por isso quando o gram\u00e1tico decide-se pelo estudo de uma variante espec\u00edfica pauta sua decis\u00e3o por raz\u00f5es extra lingu\u00edsticas. Em nosso estudo vamos nos ocupar da variante culta. Mas afinal, porque se ocupar dela, t\u00e3o bem aquinhoada com estudos e tratados, enquanto variantes populares e regionais permanecem sem descri\u00e7\u00e3o? Vamos citar algumas raz\u00f5es para nossa escolha:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Amplitude<\/strong>. A variante culta tem o espectro de aceita\u00e7\u00e3o mais amplo entre os falantes, que a consideram adequada para boa parte dos contextos sociais de uso.<\/li><li><strong>Relev\u00e2ncia<\/strong>. A variante culta \u00e9 a mais empregada no discurso escrito e este tem sua relev\u00e2ncia social.<\/li><li><strong>Evolu\u00e7\u00e3o<\/strong>. A variante culta do portugu\u00eas brasileiro neste in\u00edcio de mil\u00eanio passa por um momento de transi\u00e7\u00e3o. As gram\u00e1ticas que est\u00e3o nas prateleiras j\u00e1 n\u00e3o d\u00e3o mais conta do seu est\u00e1gio atual.<\/li><li><strong>Defasagem<\/strong>. As gram\u00e1ticas consagradas ocupam-se da variante culta, mas com uma defasagem consider\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00edndole vigente desta.<\/li><li><strong>Hegemonia<\/strong>. A variante culta \u00e9 hegem\u00f4nica e outras variantes convergem para ela gra\u00e7as \u00e0 a\u00e7\u00e3o de vetores sociais como a influ\u00eancia dos meios de comunica\u00e7\u00e3o e da literatura did\u00e1tica.<\/li><li><strong>Atualiza\u00e7\u00e3o<\/strong>. As gram\u00e1ticas tradicionais ainda n\u00e3o incorporaram muitos avan\u00e7os da Lingu\u00edstica, trazendo-nos modelos te\u00f3ricos em muitos casos ultrapassados, o que torna necess\u00e1rio retomar a descri\u00e7\u00e3o \u00e0 luz dos avan\u00e7os da Lingu\u00edstica.<\/li><li><strong>Oficial<\/strong>. A variante culta tem um car\u00e1ter oficial que, quer queira, quer n\u00e3o, a torna privilegiada quando se considera a busca de um referencial unificador para o idioma.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">As refer\u00eancias da variante culta<\/h3>\n\n\n\n<p>Nas gram\u00e1ticas normativas, a alta literatura \u00e9 a fonte que preferencialmente abona as prescri\u00e7\u00f5es. Esta pr\u00e1tica vem de um tempo em que a alta literatura mantinha sintonia fina com os ditames da variante culta. Nos dias correntes, a alta literatura \u00e9 muito variada no que diz respeito \u00e0 afinidade com a norma padr\u00e3o. H\u00e1 autores que valorizam as variantes regionais, os que introduzem o coloquial no texto, os que criam sua pr\u00f3pria norma e os que transgredem a variante culta de caso pensado.<\/p>\n\n\n\n<p>Decididamente a alta literatura deixou de ser refer\u00eancia para a variante culta. Mesmo assim, gra\u00e7as a uma in\u00e9rcia que lhes \u00e9 t\u00edpica, os gram\u00e1ticos tradicionais insistem em se respaldar nessa fonte. O que acaba acontecendo \u00e9 a busca filtrada do exemplo liter\u00e1rio. O gram\u00e1tico garimpa no texto liter\u00e1rio os exemplos abonadores, fazendo vista grossa aos desvios. Citam at\u00e9 Guimar\u00e3es Rosa para chancelar a norma culta, logo ele, um transgressor contumaz do idioma padr\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Os tutores da variante culta<\/h3>\n\n\n\n<p>A tutela da norma culta tem seus cardeais. Esses agentes privilegiados t\u00eam atua\u00e7\u00e3o decisiva no processo de forma\u00e7\u00e3o da norma. \u00c9 claro que acima deles est\u00e3o as tend\u00eancias gerais do idioma, que atropelam tudo e todos e sobre as quais n\u00e3o h\u00e1 controle.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 curioso o fato de encontrarmos entre esses cardeais v\u00e1rios gram\u00e1ticos, uma vez que seria mais natural esperar que os gram\u00e1ticos desempenhassem papel de cronistas da l\u00edngua e n\u00e3o de protagonistas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Para come\u00e7ar<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/para-comecar-gramatica\/o-que-e-gramatica\/\">O que \u00e9 gram\u00e1tica, seus tipos e usos?<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/para-comecar-gramatica\/pressupostos-metodologicos\/\">Pressupostos metodol\u00f3gicos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/para-comecar-gramatica\/niveis-de-analise-linguistica\/\">N\u00edveis de an\u00e1lise lingu\u00edstica<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/para-comecar-gramatica\/variantes-linguisticas\/\">Variantes lingu\u00edsticas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/para-comecar-gramatica\/variante-culta\/\">Variante culta<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/para-comecar-gramatica\/desvio-linguistico\/\">Desvio lingu\u00edstico<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/o-escrito-e-o-falado\/\">O escrito e o falado<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A variante culta, tamb\u00e9m chamada de norma culta ou norma padr\u00e3o, \u00e9 a variedade lingu\u00edstica de car\u00e1ter oficial para nosso idioma. \u00c9 a variante recomendada para os contextos formais, estudada na escola, amplamente descrita e abonada pelos gram\u00e1ticos normativos. 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