{"id":231,"date":"2013-09-29T19:28:23","date_gmt":"2013-09-29T22:28:23","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=231"},"modified":"2020-11-17T20:32:17","modified_gmt":"2020-11-17T23:32:17","slug":"silaba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/fonetica\/silaba\/","title":{"rendered":"S\u00edlaba"},"content":{"rendered":"\n<p>Na maioria dos casos, os falantes n\u00e3o encontram dificuldades para segmentar o discurso em s\u00edlabas, pois h\u00e1 v\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es de uso da l\u00edngua em que a consci\u00eancia da s\u00edlaba \u00e9 exigida. Isso ocorre, por exemplo, quando o falante emite o discurso em pequenos segmentos para enfatizar a mensagem ou para discriminar melhor sua pron\u00fancia.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>De-va-gar.<\/li><li>Cal-ma.<\/li><li>Ne-ga-ti-vo.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"333\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/fonetica.jpg?resize=500%2C333&#038;ssl=1\" alt=\"Fon\u00e9tica\" class=\"wp-image-3250\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/fonetica.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/fonetica.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>No discurso escrito, as palavras podem ser segmentadas para acomodar melhor o texto no final da linha tipogr\u00e1fica. Esse processo, conhecido como hifeniza\u00e7\u00e3o, segmenta as palavras preservando as s\u00edlabas. Quando segmentamos o discurso em s\u00edlabas percebemos as dificuldades que envolvem uma defini\u00e7\u00e3o rigorosa dessa unidade formal. S\u00e3o dificuldades semelhantes \u00e0s encontradas na defini\u00e7\u00e3o de palavra. Vejamos, na sequ\u00eancia, caracter\u00edsticas relevantes das s\u00edlabas.<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos come\u00e7ar pelas caracter\u00edsticas b\u00e1sicas para, em seguida, aprofundar a an\u00e1lise. A s\u00edlaba resulta da segmenta\u00e7\u00e3o do discurso em n\u00edvel fonol\u00f3gico, portanto n\u00e3o \u00e9 unidade significativa. A s\u00edlaba se comp\u00f5e de um n\u00famero reduzido de fonemas, que varia geralmente entre um e cinco. As s\u00edlabas com vogal s\u00e3o a quase totalidade e, nesse caso, s\u00f3 uma vogal est\u00e1 presente.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Pronunciabilidade<\/h3>\n\n\n\n<p>A s\u00edlaba \u00e9 pronunci\u00e1vel. Observe a segmenta\u00e7\u00e3o a seguir:<\/p>\n\n\n\n<p>P-r-a-g-a.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste caso, n\u00e3o temos uma segmenta\u00e7\u00e3o em s\u00edlabas porque alguns segmentos n\u00e3o podem ser pronunciados isoladamente como \/p\/ ou \/g\/.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Unidade m\u00ednima livre de pron\u00fancia<\/h3>\n\n\n\n<p>Os fonemas s\u00e3o as unidades m\u00ednimas da fonologia e n\u00e3o admitem segmenta\u00e7\u00e3o, tanto que n\u00e3o existe n\u00edvel de an\u00e1lise do discurso inferior ao de fonema. J\u00e1 a s\u00edlaba pode ser formada por mais de um fonema. \u00c9 divis\u00edvel, portanto. A s\u00edlaba \u00e9 uma unidade formal, mas em outro sentido. Considere a s\u00e9rie de s\u00edlabas a seguir:<\/p>\n\n\n\n<p>\/p\u00e1\/, \/p\u00e9\/, \/pi\/, \/p\u00f3\/, \/pu\/.<\/p>\n\n\n\n<p>Se desmembrarmos as s\u00edlabas apresentadas em segmentos menores, certamente poderemos pronunciar alguns desses segmentos como:<\/p>\n\n\n\n<p>\/\u00e1\/, \/\u00e9\/, \/i\/, \/\u00f3\/, \/u\/.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel pronunciar isoladamente o fonema \/p\/. Os segmentos da s\u00e9rie s\u00e3o m\u00ednimos no aspecto da pron\u00fancia, no sentido de que um desmembramento adicional gera segmentos impronunci\u00e1veis. Considere outra s\u00e9rie de s\u00edlabas:<\/p>\n\n\n\n<p>\/f\u00e3\/, \/v\u00e1\/, \/s\u00e9\/<\/p>\n\n\n\n<p>Neste caso, \u00e9 poss\u00edvel desmembrar as s\u00edlabas em segmentos menores, todos pronunci\u00e1veis. \u00c9 poss\u00edvel pronunciar isoladamente \/f\/, \/v\/, \/s\/, \/\u00e3\/, \/\u00e1\/ e \/\u00e9\/. No entanto, praticamente n\u00e3o encontramos situa\u00e7\u00f5es em que \/f\/, \/v\/ e \/s\/ ocorrem em condi\u00e7\u00e3o de independ\u00eancia. A ocorr\u00eancia desses fonemas \u00e9 condicionada \u00e0 presen\u00e7a simult\u00e2nea de outros fonemas adjacentes. Em outras palavras: s\u00e3o ocorr\u00eancias presas. O desmembramento das s\u00edlabas desta s\u00e9rie em segmentos menores gera itens pronunci\u00e1veis, mas nem todos s\u00e3o formas livres.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ser caracterizado como s\u00edlaba o segmento deve ser livre e m\u00ednimo do ponto de vista da pron\u00fancia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Todo fonema pertence a uma s\u00edlaba<\/h3>\n\n\n\n<p>A divis\u00e3o sil\u00e1bica deve ser feita de tal maneira que todos os fonemas do discurso perten\u00e7am a uma s\u00edlaba. Veja o exemplo:<\/p>\n\n\n\n<p>* P-ra-to.<\/p>\n\n\n\n<p>A segmenta\u00e7\u00e3o gerou as s\u00edlabas \/R\u00e1\/ e \/t\u00f4\/ que ocorrem comumente em l\u00edngua portuguesa. No entanto, deixou o fonema \/p\/ isolado, logo a divis\u00e3o sil\u00e1bica falhou. O correto, neste caso, \u00e9 a divis\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>Pra-to.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Fonemas agrupados em torno de vogal<\/h3>\n\n\n\n<p>H\u00e1 casos raros de s\u00edlabas sem vogal como, por exemplo:<\/p>\n\n\n\n<p>Pst.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, a quase totalidade das s\u00edlabas apresenta uma e s\u00f3 uma vogal. Podemos dizer que a vogal \u00e9 a base da s\u00edlaba. Essa caracter\u00edstica est\u00e1 ligada \u00e0 pronunciabilidade. \u00c9 a vogal que d\u00e1 suporte \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o dos outros fonemas da s\u00edlaba. \u00c9 como se os demais fonemas se apoiassem na vogal para serem pronunci\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns foneticistas prop\u00f5em que nos casos raros em que a s\u00edlaba n\u00e3o apresenta vogal, h\u00e1 uma consoante desempenhando a fun\u00e7\u00e3o de vogal, ou seja, viabilizando a pron\u00fancia dos demais fonemas da s\u00edlaba.<\/p>\n\n\n\n<p>A s\u00edlaba admite apenas uma vogal. Quando uma s\u00edlaba apresenta dois fonemas com caracter\u00edsticas de vogal, s\u00f3 um ser\u00e1 emitido com qualidade voc\u00e1lica plena. Os outros ser\u00e3o emitidos de forma diferenciada e classificados como semivogais. A semivogal \u00e9 uma emiss\u00e3o voc\u00e1lica minimizada, digamos, pela presen\u00e7a de uma vogal adjacente.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Unidade de emiss\u00e3o do aparelho fonador<\/h3>\n\n\n\n<p>Alguns foneticistas prop\u00f5em que a s\u00edlaba \u00e9 a unidade de emiss\u00e3o do aparelho fonador. Ao que tudo indica, existe correspond\u00eancia entre os movimentos musculares do aparelho fonador e a emiss\u00e3o de s\u00edlabas. Nesse sentido, a s\u00edlaba \u00e9 a unidade fisiol\u00f3gica de pron\u00fancia. O que caracteriza a s\u00edlaba na abordagem fisiol\u00f3gica \u00e9 a emiss\u00e3o de um conjunto de fonemas em um \u00fanico movimento expirat\u00f3rio do aparelho fonador.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Propriedades da s\u00edlaba<\/h3>\n\n\n\n<p>A divis\u00e3o sil\u00e1bica pode ser o elemento diferencial entre duas palavras, como no caso a seguir:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Ele&nbsp;<strong>sabia<\/strong> de tudo.<\/li><li>Canto do&nbsp;<strong>sabi\u00e1<\/strong>.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A principal diferen\u00e7a entre as palavras em negrito est\u00e1 na divis\u00e3o sil\u00e1bica. Na palavra \/s\u00e1-&#8216;bya\/ temos duas s\u00edlabas e na palavra \/s\u00e1-bi-&#8216;\u00e1\/ temos tr\u00eas. Na palavra de duas s\u00edlabas, a vogal \/i\/ se reduziu a semivogal, em fun\u00e7\u00e3o de estar na mesma s\u00edlaba que \/\u00e1\/.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Combina\u00e7\u00f5es sil\u00e1bicas<\/h3>\n\n\n\n<p>Analisando as possibilidades de organiza\u00e7\u00e3o das s\u00edlabas da l\u00edngua portuguesa chegamos ao seguinte quadro:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table is-style-stripes\"><table><tbody><tr><td>V<\/td><td><strong><em>a<\/em><\/strong><em>-brir,&nbsp;<strong>\u00e9<\/strong>-po-ca,&nbsp;<strong>i<\/strong>-de-ia.<\/em><\/td><\/tr><tr><td>CV<\/td><td><strong><em>j\u00e1<\/em><\/strong><em>,&nbsp;<strong>ca<\/strong>&#8211;<strong>pa<\/strong>,&nbsp;<strong>te<\/strong>&#8211;<strong>le<\/strong>&#8211;<strong>fo<\/strong>&#8211;<strong>ne<\/strong>.<\/em><\/td><\/tr><tr><td>SV<\/td><td><strong><em>Ia<\/em><\/strong><em>-te,&nbsp;<strong>ie<\/strong>-man-j\u00e1.<\/em><\/td><\/tr><tr><td>VC<\/td><td><strong><em>Ir<\/em><\/strong><em>,&nbsp;<strong>es<\/strong>-ta,&nbsp;<strong>ab<\/strong>-di-car.<\/em><\/td><\/tr><tr><td>VS<\/td><td><strong><em>Ei<\/em><\/strong><em>-xo, bu-<strong>ei<\/strong>-ro,&nbsp;<strong>au<\/strong>-to-m\u00f3-vel.<\/em><\/td><\/tr><tr><td>CCV<\/td><td><strong><em>Pra<\/em><\/strong><em>-ga,&nbsp;<strong>tro<\/strong>-te,&nbsp;<strong>cra<\/strong>-te-ra.<\/em><\/td><\/tr><tr><td>CSV<\/td><td><em>\u00edn-<strong>dio<\/strong>, c\u00f3-<strong>pia<\/strong>.<\/em><\/td><\/tr><tr><td>CVC<\/td><td><strong><em>Foz<\/em><\/strong><em>,&nbsp;<strong>cor<\/strong>&#8211;<strong>t\u00eas<\/strong>,&nbsp;<strong>des<\/strong>&#8211;<strong>cur<\/strong>&#8211;<strong>var<\/strong>.<\/em><\/td><\/tr><tr><td>CVS<\/td><td><strong><em>Vai<\/em><\/strong><em>,&nbsp;<strong>r\u00e9u<\/strong>,&nbsp;<strong>cau<\/strong>&#8211;<strong>\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/em><\/td><\/tr><tr><td>SVS<\/td><td><strong><em>Uai<\/em><\/strong>.<\/td><\/tr><tr><td>VCC<\/td><td><strong><em>Abs<\/em><\/strong><em>-tra-to.<\/em><\/td><\/tr><tr><td>VSC<\/td><td><strong><em>Eis<\/em><\/strong>.<\/td><\/tr><tr><td>CCVC<\/td><td><strong><em>Gris<\/em><\/strong><em>,&nbsp;<strong>tris<\/strong>-te.<\/em><\/td><\/tr><tr><td>CCVS<\/td><td><em>Um-<strong>bral<\/strong>,&nbsp;<strong>plau<\/strong>-s\u00ed-vel,&nbsp;<strong>gnai<\/strong>-sse.<\/em><\/td><\/tr><tr><td>CSVS<\/td><td><em>En-xa-<strong>g\u00fcei<\/strong>.<\/em><\/td><\/tr><tr><td>CVCC<\/td><td><em>F\u00ea-<strong>nix<\/strong>.<\/em><\/td><\/tr><tr><td>CVSC<\/td><td><strong><em>Meus<\/em><\/strong><em>, nor-<strong>mais<\/strong>.<\/em><\/td><\/tr><tr><td>CCVSC<\/td><td><em>Sub-<strong>trais<\/strong>, com-<strong>prais<\/strong>.<\/em><\/td><\/tr><tr><td>CSVSC<\/td><td><em>I-<strong>guais<\/strong>.<\/em><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><figcaption>Tabela de combina\u00e7\u00f5es sil\u00e1bicas<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>* C =Consoante, S = Semivogal e V = Vogal.<\/p>\n\n\n\n<p>Outras combina\u00e7\u00f5es s\u00e3o poss\u00edveis, mas raras em nosso idioma. A palavra&nbsp;<em>script<\/em> (<em>s-cript<\/em>), por exemplo, apresenta s\u00edlaba com a combina\u00e7\u00e3o CCVCC.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00edlabas com consoantes s\u00e3o bastante raras em nossa l\u00edngua. S\u00e3o exemplos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>S-tress<\/li><li>S-cript<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Algumas combina\u00e7\u00f5es com n\u00famero alto de fonemas admitem pron\u00fancias variantes em que a s\u00edlaba \u00e9 dividida em duas como a seguir:<\/p>\n\n\n\n<p>en-xa-guei&nbsp;ou&nbsp;en-xa-gu-ei.<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise das combina\u00e7\u00f5es de fonemas em s\u00edlabas nos permite algumas conclus\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>A vogal \u00e9 a base da s\u00edlaba. Em torno dela gravitam semivogais e consoantes.<\/li><li>As semivogais se ligam diretamente a uma vogal, antes ou depois desta.<\/li><li>A consoante pode ocorrer adjacente a outra consoante, mas n\u00e3o h\u00e1 s\u00edlabas com tr\u00eas consoantes seguidas.<\/li><li>A consoante se liga a outra consoante, a uma semivogal ou \u00e0 vogal.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A partir das regras anteriores de forma\u00e7\u00e3o de s\u00edlabas podemos chegar a um modelo geral para a composi\u00e7\u00e3o da s\u00edlaba:<\/p>\n\n\n\n<p>(C)(C)(S)V(S)(C)(C)<\/p>\n\n\n\n<p>Veja exemplos de aplica\u00e7\u00e3o do modelo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table is-style-stripes\"><table><tbody><tr><td>&nbsp;<\/td><td><strong>(C)<\/strong><\/td><td><strong>(C)<\/strong><\/td><td><strong>(S)<\/strong><\/td><td><strong>V<\/strong><\/td><td><strong>(S)<\/strong><\/td><td><strong>(C)<\/strong><\/td><td><strong>(C)<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>a<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>b<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td>dicar<\/td><\/tr><tr><td>bu<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>e<\/strong><\/td><td><strong>i<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>ro<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td><strong>p<\/strong><\/td><td><strong>r<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>a<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>ga<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>c<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>o<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>r<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td>t\u00eas<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>a<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>b<\/strong><\/td><td><strong>s<\/strong><\/td><td>trato<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td><strong>t<\/strong><\/td><td><strong>r<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>i<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>s<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td>te<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td><strong>p<\/strong><\/td><td><strong>l<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>a<\/strong><\/td><td><strong>u<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>s\u00edvel<\/td><\/tr><tr><td>enxa<\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>g<\/strong><\/td><td><strong>u<\/strong><\/td><td><strong>e<\/strong><\/td><td><strong>i<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td>nor<\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>m<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>a<\/strong><\/td><td><strong>i<\/strong><\/td><td><strong>s<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td>com<\/td><td><strong>p<\/strong><\/td><td><strong>r<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>a<\/strong><\/td><td><strong>i<\/strong><\/td><td><strong>s<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td>s<\/td><td><strong>c<\/strong><\/td><td><strong>r<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>i<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td><strong>p<\/strong><\/td><td><strong>t<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><figcaption>Exemplos de combina\u00e7\u00f5es sil\u00e1bicas<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Fon\u00e9tica<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/fonetica\/fonema\/\">Fonema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/fonetica\/fonemas-da-lingua-portuguesa-brasileira\/\">Fonemas da l\u00edngua portuguesa brasileira<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/fonetica\/silaba\/\">S\u00edlaba<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/fonetica\/vogal\/\">Vogal<\/a><\/li><\/ul>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Unidades formais m\u00ednimas da Lingu\u00edstica<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/fonetica\/fonema\/\">Fonema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/fonetica\/silaba\/\">S\u00edlaba<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/grafema\/\">Grafema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/morfema\/\">Morfema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/palavra\/\">Palavra<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/lexema\/\">Lexema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/sintaxe\/sintagmas-da-lingua-portuguesa\/\">Sintagma<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na maioria dos casos, os falantes n\u00e3o encontram dificuldades para segmentar o discurso em s\u00edlabas, pois h\u00e1 v\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es de uso da l\u00edngua em que a consci\u00eancia da s\u00edlaba \u00e9 exigida. 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