{"id":237,"date":"2013-09-29T22:00:00","date_gmt":"2013-09-30T01:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=237"},"modified":"2020-11-27T14:56:22","modified_gmt":"2020-11-27T17:56:22","slug":"a-escrita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/a-escrita\/","title":{"rendered":"A linguagem escrita"},"content":{"rendered":"\n<p>A escrita \u00e9 um caso particular de linguagem gr\u00e1fica. Especificamente, \u00e9 uma linguagem gr\u00e1fica de representa\u00e7\u00e3o do discurso verbal. Em si, a escrita n\u00e3o \u00e9 suficiente para expressar pensamentos e gerar mensagens. Essas tarefas cabem \u00e0 l\u00edngua, da qual a escrita \u00e9 dependente. A rigor, a escrita \u00e9 um sistema de tradu\u00e7\u00e3o, transmiss\u00e3o e estocagem do discurso verbal em m\u00eddia gr\u00e1fica.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"332\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=500%2C332&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3236\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Linguagens gr\u00e1ficas<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 comum confundirmos algumas linguagens gr\u00e1ficas n\u00e3o verbais com a escrita, por isso vamos distinguir as caracter\u00edsticas de cada tipo. Os sinais de tr\u00e2nsito s\u00e3o exemplo de linguagem gr\u00e1fica n\u00e3o verbal.<\/p>\n\n\n\n<p>Os sinais de tr\u00e2nsito internacionais podem ser lidos por brasileiros, hindus ou alem\u00e3es. Nesse caso, temos uma linguagem gr\u00e1fica que independe de um idioma espec\u00edfico, o que n\u00e3o impede que o leitor associe o sinal de tr\u00e2nsito a uma frase em seu idioma materno como:&nbsp;<em>siga em frente, proibido em frente, <\/em>etc. Outro exemplo de linguagem gr\u00e1fica n\u00e3o verbal \u00e9 a nota\u00e7\u00e3o matem\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p><em>2 + 2 = 4<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A equa\u00e7\u00e3o acima pode ser lida por falantes de qualquer idioma, desde que conhe\u00e7am as regras da nota\u00e7\u00e3o matem\u00e1tica. Um brasileiro pode ler a equa\u00e7\u00e3o associando-a a um ou mais discursos em portugu\u00eas como:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Dois mais dois \u00e9 igual a quatro.<\/em><\/li><li><em>A soma de dois e dois resulta em quatro.<\/em><\/li><li><em>Dois somado a dois equivale a quatro.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, um americano pode traduzir a equa\u00e7\u00e3o dada para o ingl\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Two plus two is equal to four.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A nota\u00e7\u00e3o matem\u00e1tica \u00e9 uma linguagem independente de qualquer l\u00edngua. Claro que \u00e9 poss\u00edvel traduzir nota\u00e7\u00f5es matem\u00e1ticas para discursos orais ou escritos, como fizemos aqui. A nota\u00e7\u00e3o da Qu\u00edmica tamb\u00e9m \u00e9 exemplo de linguagem gr\u00e1fica n\u00e3o verbal.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>HCl + NaOH \u2192 NaCl + H<sub>2<\/sub>0<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>\u00c9 poss\u00edvel traduzir a equa\u00e7\u00e3o dada para um enunciado em portugu\u00eas como:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>A rea\u00e7\u00e3o de \u00e1cido clor\u00eddrico com hidr\u00f3xido de s\u00f3dio produz cloreto de s\u00f3dio e \u00e1gua<\/em>.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Observe que a equa\u00e7\u00e3o qu\u00edmica pode ser traduzida para os mais variados idiomas. Essa tradu\u00e7\u00e3o \u00e9 o que se chama de express\u00e3o em linguagem natural.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 a escrita?<\/h3>\n\n\n\n<p>At\u00e9 aqui, vimos exemplos de linguagens gr\u00e1ficas que transmitem ideias, possuem l\u00e9xico e sintaxe pr\u00f3prias e independem de qualquer l\u00edngua mas podem ser traduzidas em discursos verbais. Vamos agora exemplificar casos em que existe uma rela\u00e7\u00e3o mais estreita entre a representa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica e a linguagem verbal.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>R$ 10,00<\/em><\/li><li><em>120 cm<\/em><\/li><li><em>90 g<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Em portugu\u00eas, os exemplos acima s\u00e3o expressos assim, respectivamente:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Dez reais<\/em><\/li><li><em>Cento e vinte cent\u00edmetros<\/em><\/li><li><em>Noventa gramas.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Nesse caso, estamos diante de um sistema de escrita, pois os sinais gr\u00e1ficos mant\u00eam correspond\u00eancia praticamente un\u00edvoca com o discurso verbal. Em outro idioma, o discurso seria outro mas a rela\u00e7\u00e3o un\u00edvoca persiste. Em ingl\u00eas, os exemplos podem ser expressos assim:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Ten reais<\/em><\/li><li><em>A hundred and twenty centimeters<\/em><\/li><li><em>Ninety grams.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Veja alguns exemplos de representa\u00e7\u00f5es gr\u00e1ficas t\u00edpicas de outros idiomas que podem ser lidas em portugu\u00eas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>12 in &#8211; Doze polegadas<\/em><\/li><li>US$ 100 &#8211; Cem d\u00f3lares<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Agora vamos dar um exemplo genu\u00edno de escrita:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Oh, que saudades que tenho \/ da aurora da minha vida &#8230; (Casimiro de Abreu)<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Os versos acima s\u00e3o um caso inequ\u00edvoco de escrita porque representam univocamente um enunciado verbal e n\u00e3o admitem leitura em outro idioma que n\u00e3o o portugu\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Depend\u00eancia de primeiro e segundo graus<\/h3>\n\n\n\n<p>A escrita \u00e9 um sistema de representa\u00e7\u00e3o da linguagem verbal. Nesse sentido, \u00e9 um sistema dependente em primeiro grau da l\u00edngua. Sistemas como o Braile ou o c\u00f3digo Morse s\u00e3o dependentes em segundo grau, pois representam a escrita romana que representa a linguagem verbal.<\/p>\n\n\n\n<p>Em resumo: a escrita \u00e9 um sistema de signos que possui um l\u00e9xico (grafemas), uma sintaxe (ortografia) e representa de forma un\u00edvoca discursos verbais. Ela n\u00e3o \u00e9 uma linguagem prim\u00e1ria, pois depende de outro c\u00f3digo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Grafologia<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/a-escrita\/\">A escrita<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/transcricoes\/\">Transcri\u00e7\u00f5es e ortografias<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/alfabeto-romano\/\">Alfabeto romano (latino)<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/grafema\/\">Grafema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/grafemas-da-ortografia-brasileira\/\">Grafemas da ortografia brasileira<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/diacriticos-da-ortografia-brasileira\/\">Diacr\u00edticos da ortografia brasileira<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/acentos-agudo-e-circunflexo\/\">Acentos agudo e circunflexo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/crase\/\">Crase<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/digrafos-da-ortografia-brasileira\/\">D\u00edgrafos da ortografia brasileira<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/representacao-de-fonemas\/\">Representa\u00e7\u00e3o de fonemas brasileiros <\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/representacao-multipla\/\">Representa\u00e7\u00e3o  ortogr\u00e1fica m\u00faltipla<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/representacao-da-escrita-em-computador\/\">Representa\u00e7\u00e3o da escrita em computador<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/iniciais-maiusculas\/\">Iniciais mai\u00fasculas<\/a><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A escrita \u00e9 um caso particular de linguagem gr\u00e1fica. 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