{"id":247,"date":"2013-09-29T22:14:47","date_gmt":"2013-09-30T01:14:47","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=247"},"modified":"2020-11-28T17:16:20","modified_gmt":"2020-11-28T20:16:20","slug":"alfabeto-romano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/alfabeto-romano\/","title":{"rendered":"Alfabeto romano (latino)"},"content":{"rendered":"\n<p>A escrita romana ou latina, criada para o latim da Roma Antiga, deu origem a in\u00fameras transcri\u00e7\u00f5es ortogr\u00e1ficas contempor\u00e2neas, entre elas, a do portugu\u00eas brasileiro. Essas transcri\u00e7\u00f5es t\u00eam em comum um conjunto de grafemas fonol\u00f3gicos, a que chamamos de alfabeto romano, latino ou ocidental. Esse alfabeto apresenta quatro variantes b\u00e1sicas de design representadas na tabela a seguir:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"445\" height=\"314\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/alfabeto-romano.jpg?resize=445%2C314&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-1900\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/alfabeto-romano.jpg?w=445&amp;ssl=1 445w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/alfabeto-romano.jpg?resize=300%2C211&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 445px) 100vw, 445px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Estrutura do alfabeto latino<\/h3>\n\n\n\n<p>O alfabeto romano ou latino tem grafemas tanto para consoantes como para vogais, o que pode parecer uma afirma\u00e7\u00e3o redundante, mas temos que lembrar que existem sistemas fonol\u00f3gicos de escrita que n\u00e3o representam vogais.<\/p>\n\n\n\n<p>A representa\u00e7\u00e3o das vogais no alfabeto romano tem menos grafemas do que seria necess\u00e1rio para uma rela\u00e7\u00e3o biun\u00edvoca entre grafema e fonema. Por isso, na ortografia de cada idioma que emprega o alfabeto romano existem regras para especificar melhor a representa\u00e7\u00e3o das vogais. Em portugu\u00eas, por exemplo, usamos alguns diacr\u00edticos com essa finalidade como o acento agudo, acento circunflexo e til.<\/p>\n\n\n\n<p>A variante tipogr\u00e1fica mai\u00fascula est\u00e1 historicamente ligada \u00e0 escrita monumental romana. Em fun\u00e7\u00e3o disso, grafemas mai\u00fasculos tem um tra\u00e7o solene. Diferentemente, grafemas tipogr\u00e1ficos min\u00fasculos, est\u00e3o associados ao uso formal, mas intensivo da escrita e, por isso, esses caracteres s\u00e3o mais leves e de melhor legibilidade. J\u00e1 as variantes cursivas, se destinam \u00e0 escrita manual, t\u00edpica dos usos mais prosaicos da escrita. Enfim, o uso condicionou o design.<\/p>\n\n\n\n<p>Em nossa ortografia, as quatro variantes de design do alfabeto romano apresentam os mesmos valores fonol\u00f3gicos. N\u00e3o importa qual variante empregada, o fonema associado ao grafema \u00e9 o mesmo. Essa caracter\u00edstica n\u00e3o est\u00e1 presente, por exemplo, no AFI (Alfabeto Fon\u00e9tico Internacional), em que um grafema mai\u00fasculo pode representar fonema distinto de seu correspondente min\u00fasculo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Mai\u00fasculas e min\u00fasculas<\/h3>\n\n\n\n<p>Os grafemas mai\u00fasculos do alfabeto latino apresentam tamanho relativo maior que o de seus correspondentes min\u00fasculos e, na maioria dos casos, diferem destes significativamente no design.<\/p>\n\n\n\n<p>Em nossa ortografia, os grafemas mai\u00fasculos apresentam o mesmo valor fonol\u00f3gico de seus correspondentes min\u00fasculos, mas n\u00e3o podemos comutar um pelo outro na escrita porque existem regras espec\u00edficas que regem o uso de mai\u00fasculas ou min\u00fasculas. Os contextos de uso de mai\u00fasculas e min\u00fasculas s\u00e3o mutuamente exclusivos, ou seja, quando se usa uma variante, n\u00e3o se pode usar outra. Basicamente, as mai\u00fasculas s\u00e3o reservadas para dois usos particulares: sinalizar o in\u00edcio de per\u00edodo e marcar sintagmas substantivos como pr\u00f3prios. <\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro uso se liga \u00e0 sintaxe. Iniciar per\u00edodos com grafema mai\u00fasculo \u00e9 uma das regras b\u00e1sicas da nossa ortografia. O segundo uso envolve uma regra sem\u00e2ntica. Usa-se primeiro grafema mai\u00fasculo nas palavras que comp\u00f5em sintagmas substantivos pr\u00f3prios. N\u00e3o discutiremos aqui as dificuldades para se caracterizar um substantivo pr\u00f3prio, mas, grosso modo, \u00e9 aquele que designa seres \u00fanicos. Nos demais usos, deve-se usar grafemas min\u00fasculos.<\/p>\n\n\n\n<p>As regras de uso de grafemas mai\u00fasculos e min\u00fasculos da nossa transcri\u00e7\u00e3o ortogr\u00e1fica s\u00e3o respeitadas via de regra, mas em muitos casos ocorre cruzamento delas com outros interesses. Nas mensagens publicit\u00e1rias, por exemplo, \u00e9 comum um uso de mai\u00fasculas e min\u00fasculas mais livre e orientado para os fins ret\u00f3ricos da comunica\u00e7\u00e3o visual.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tipogr\u00e1fico e cursivo<\/h3>\n\n\n\n<p>No conjunto de regras ortogr\u00e1ficas de nossa l\u00edngua n\u00e3o h\u00e1 restri\u00e7\u00f5es \u00e0 livre comuta\u00e7\u00e3o entre variantes tipogr\u00e1fica e cursiva. Do ponto de vista ortogr\u00e1fico, essas variantes s\u00e3o plenamente comut\u00e1veis. O design cursivo, em alguns casos, \u00e9 bastante distinto do tipogr\u00e1fico e foi concebido para a escrita manual. Grosso modo, a variante cursiva permite uma reda\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, pois um grafema pode ser come\u00e7ado a partir do fim do anterior, reduzindo assim ao m\u00ednimo o levantamento da pena.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Negrito e it\u00e1lico<\/h4>\n\n\n\n<p>Negrito e it\u00e1lico s\u00e3o varia\u00e7\u00f5es secund\u00e1rias da variante tipogr\u00e1fica do alfabeto romano. Um grafema \u00e9 considerado negrito quando seu tra\u00e7o \u00e9 visivelmente mais espesso que o de seu correspondente normal. Da mesma forma, um grafema \u00e9 considerado it\u00e1lico se for percept\u00edvel um tombamento \u00e0 direita nas linhas que o comp\u00f5e se comparado ao seu correspondente normal. Negrito e it\u00e1lico s\u00e3o varia\u00e7\u00f5es relativas a uma vers\u00e3o normal do grafema, tomada como refer\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>As varia\u00e7\u00f5es negrito e it\u00e1lico s\u00e3o muito usadas nos textos de nosso idioma com fun\u00e7\u00f5es variadas, mas n\u00e3o existe nenhuma regra em nossa ortografia oficial que trate dessas varia\u00e7\u00f5es. As conven\u00e7\u00f5es que envolvem negrito e it\u00e1lico s\u00e3o extra oficiais e n\u00e3o h\u00e1 uma unanimidade nesse ponto. Em nosso trabalho, por exemplo, usamos grafemas tipogr\u00e1ficos normais para indicar uso e it\u00e1lico para indicar men\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Fontes<\/h4>\n\n\n\n<p>At\u00e9 aqui, classificamos os grafemas do alfabeto romano segundo as dualidades mai\u00fasculas\/min\u00fasculas e cursiva\/tipogr\u00e1fica. Mas existem outras varia\u00e7\u00f5es a considerar. Por serem abstra\u00e7\u00f5es, os grafemas permitem a cria\u00e7\u00e3o de infind\u00e1veis variantes que se sobrep\u00f5em aos padr\u00f5es b\u00e1sicos. Ao longo da Hist\u00f3ria, in\u00fameras dessas varia\u00e7\u00f5es foram surgindo e algumas se tornaram cl\u00e1ssicas como as fontes Bodoni, Garamond, Futura, Helv\u00e9tica ou Times. <\/p>\n\n\n\n<p>Com a chegada da editora\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica, essas variantes de design passaram a ser agrupadas em conjuntos a que chamamos de fontes. Uma fonte \u00e9 uma prescri\u00e7\u00e3o consistente de design para grafemas. Na verdade, conhecemos os grafemas atrav\u00e9s das fontes, pois as realiza\u00e7\u00f5es da escrita combinam as defini\u00e7\u00f5es prim\u00e1rias do grafema com as defini\u00e7\u00f5es secund\u00e1rias do design e n\u00e3o se pode dissociar um de outro. <\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Grafologia<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/a-escrita\/\">A escrita<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/transcricoes\/\">Transcri\u00e7\u00f5es e ortografias<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/alfabeto-romano\/\">Alfabeto romano (latino)<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/grafema\/\">Grafema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/grafemas-da-ortografia-brasileira\/\">Grafemas da ortografia brasileira<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/diacriticos-da-ortografia-brasileira\/\">Diacr\u00edticos da ortografia brasileira<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/acentos-agudo-e-circunflexo\/\">Acentos agudo e circunflexo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/crase\/\">Crase<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/digrafos-da-ortografia-brasileira\/\">D\u00edgrafos da ortografia brasileira<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/representacao-de-fonemas\/\">Representa\u00e7\u00e3o de fonemas brasileiros <\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/representacao-multipla\/\">Representa\u00e7\u00e3o  ortogr\u00e1fica m\u00faltipla<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/representacao-da-escrita-em-computador\/\">Representa\u00e7\u00e3o da escrita em computador<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/iniciais-maiusculas\/\">Iniciais mai\u00fasculas<\/a><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A escrita romana ou latina, criada para o latim da Roma Antiga, deu origem a in\u00fameras transcri\u00e7\u00f5es ortogr\u00e1ficas contempor\u00e2neas, entre elas, a do portugu\u00eas brasileiro. 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