{"id":268,"date":"2013-10-05T22:25:23","date_gmt":"2013-10-06T01:25:23","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=268"},"modified":"2020-11-28T17:43:43","modified_gmt":"2020-11-28T20:43:43","slug":"diacriticos-da-ortografia-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/diacriticos-da-ortografia-brasileira\/","title":{"rendered":"Diacr\u00edticos da ortografia brasileira"},"content":{"rendered":"\n<p>Antes de falar sobre os diacr\u00edticos da ortografia brasileira, vamos refletir um pouco sobre as raz\u00f5es que servem de justificativa para o uso de diacr\u00edticos na maioria dos sistemas de escrita.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das raz\u00f5es \u00e9 a busca da economia. Em sistemas ideogr\u00e2micos, por exemplo, que tendem a apresentar um n\u00famero elevado de grafemas, facilmente chegando a milhares, os diacr\u00edticos podem auxiliar na redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de grafemas do sistema. Partindo de um sinal base pode-se gerar v\u00e1rios grafemas, somente pelo acr\u00e9scimo de diacr\u00edticos \u00e0 base. Como um mesmo diacr\u00edtico pode ser combinado com v\u00e1rios sinais base, isso resulta em uma sens\u00edvel economia para o sistema.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"332\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=500%2C332&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3236\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Outra raz\u00e3o para se usar diacr\u00edticos \u00e9 a elimina\u00e7\u00e3o de ambiguidades. Quando um mesmo grafema representa v\u00e1rios itens, existem casos em que o leitor fica sem saber qual item est\u00e1 sendo representado. Nessa hora, o diacr\u00edtico pode ser \u00fatil para eliminar a ambiguidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m podemos dizer que determinados itens do discurso guardam semelhan\u00e7as entre si, que podem ser evidenciadas tamb\u00e9m na escrita. Uma das formas de se fazer isso \u00e9 adotar o mesmo sinal base para v\u00e1rios itens assemelhados e diferenci\u00e1-los com o acr\u00e9scimo de diacr\u00edticos \u00e0 base.<\/p>\n\n\n\n<p>Colocadas essas raz\u00f5es, vamos falar agora dos diacr\u00edticos da ortografia portuguesa: S\u00e3o eles: acento agudo, acento circunflexo, acento grave (crase), cedilha, til e trema.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Acento agudo, acento circunflexo e til<\/h3>\n\n\n\n<p>Os acentos agudo e circunflexo e o til exercem fun\u00e7\u00f5es semelhantes e complementares, por isso vamos abord\u00e1-los em conjunto. Para entender o uso desses tr\u00eas diacr\u00edticos temos que considerar que o alfabeto romano tem 5 grafemas para representar vogais, enquanto na l\u00edngua portuguesa elas s\u00e3o 13. Veja na tabela, a correspond\u00eancia entre grafemas do alfabeto romano e vogais do portugu\u00eas.<br>\n<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table aligncenter is-style-stripes\"><table><tbody><tr><td><strong>Grafemas do alfabeto romano<\/strong><\/td><td><strong>Vogais a representar<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>a<\/td><td>\/\u00e1\/&nbsp;&nbsp; \/\u00e2\/&nbsp;&nbsp; \/\u00e3\/<\/td><\/tr><tr><td>e<\/td><td>\/\u00e9\/&nbsp;&nbsp; \/\u00ea\/&nbsp;&nbsp; \/\u1ebd\/<\/td><\/tr><tr><td>i<\/td><td>\/\u00ed\/&nbsp;&nbsp; \/\u0129\/<\/td><\/tr><tr><td>o<\/td><td>\/\u00f3\/&nbsp;&nbsp; \/\u00f4\/&nbsp;&nbsp; \/\u00f5\/<\/td><\/tr><tr><td>u<\/td><td>\/\u00fa\/&nbsp;&nbsp; \/\u0169\/<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>Na situa\u00e7\u00e3o ideal, usar\u00edamos o acento agudo para sinalizar que a vogal \u00e9 aberta, o acento circunflexo para indicar vogal fechada e o til para explicitar a nasalidade da vogal. Combinando as cinco vogais do alfabeto romano com os tr\u00eas diacr\u00edticos obter\u00edamos os 13 grafemas necess\u00e1rios para representar biunivocamente as vogais da l\u00edngua portuguesa. S\u00e3o eles:<\/p>\n\n\n\n<p>\u00e1 \u00e2 \u00e3 \u00e9 \u00ea \u1ebd \u00ed \u0129 \u00f3 \u00f4 \u00f5 \u00fa \u0169<\/p>\n\n\n\n<p>Esses 13 grafemas seriam suficientes para a ortografia portuguesa, se ela fosse uniforme no uso dos diacr\u00edticos. \u00c9 claro que nesse caso, todas as vogais seriam representadas com diacr\u00edtico, mas n\u00e3o \u00e9 isso o que acontece.<\/p>\n\n\n\n<p>Em nossa ortografia, poucas vogais s\u00e3o representadas por grafemas com diacr\u00edtico e as regras que definem quando usar e quando n\u00e3o usar os diacr\u00edticos s\u00e3o numerosas e rebuscadas. Em muitos casos, a nasalidade da vogal \u00e9 indicada por d\u00edgrafos como&nbsp;<em>am, an, em, en, im, in, om, on, um <\/em>e&nbsp;<em>um<\/em> e n\u00e3o pelo uso do til. <\/p>\n\n\n\n<p>Nos casos em que n\u00e3o se emprega diacr\u00edticos, usa-se os cinco grafemas romanos b\u00e1sicos para representa\u00e7\u00e3o de vogais (<em>a e i o u<\/em>) e fica a cargo do leitor a identifica\u00e7\u00e3o da vogal representada, o que \u00e9 facilmente conseguido pela observa\u00e7\u00e3o do contexto. Al\u00e9m do mais, os acentos agudo e circunflexo s\u00e3o empregados em nossa ortografia com outra fun\u00e7\u00e3o: a de indicar a posi\u00e7\u00e3o da s\u00edlaba intensa na palavra. Essa fun\u00e7\u00e3o, inclusive, \u00e9 a mais valorizada pelos gram\u00e1ticos normativos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Crase<\/h3>\n\n\n\n<p>Em nossa ortografia, a crase \u00e9 usada para indicar a contra\u00e7\u00e3o da preposi\u00e7\u00e3o&nbsp;<em>a<\/em> com o artigo&nbsp;<em>a <\/em>ou ent\u00e3o, com o demonstrativo&nbsp;<em>aquele<\/em>. Fonologicamente, essa contra\u00e7\u00e3o pode se realizar de tr\u00eas formas: como uma duplica\u00e7\u00e3o condensada da vogal \/\u00e1\/, como uma realiza\u00e7\u00e3o alongada da vogal ou simplesmente usando \/\u00e1\/ sem nenhum tra\u00e7o especial.<\/p>\n\n\n\n<p>O uso do A craseado, assim se denomina o grafema&nbsp;<em>\u00c0<\/em>, \u00e9 regido por numerosas regras em nossa ortografia. Poucos as dominam integralmente.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Cedilha<\/h3>\n\n\n\n<p>A cedilha \u00e9 adicionada ao&nbsp;<em>c<\/em> e sua fun\u00e7\u00e3o \u00e9 indicar que&nbsp;<em>c<\/em> representa \/s\/ em certos contextos em que o leitor, supostamente, tenderia a ler c como \/c\/.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Trema<\/h3>\n\n\n\n<p>Em nossa ortografia, o trema \u00e9 usado com&nbsp;<em>u<\/em>. Basicamente,&nbsp;<em>\u00fc<\/em> representa \/w\/ e ocorre em palavras de origem estrangeira (nomes pr\u00f3prios) ou palavras derivadas dessas. Exemplo: M\u00fcller e m\u00fclleriano.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A utilidade dos diacr\u00edticos<\/h3>\n\n\n\n<p>No tocante aos diacr\u00edticos, a ortografia portuguesa se situa entre dois extremos opostos. O primeiro seria o uso de diacr\u00edticos em todas as situa\u00e7\u00f5es onde s\u00e3o aplic\u00e1veis, ou seja, todas as vogais seriam representadas com diacr\u00edtico. O outro extremo seria a aboli\u00e7\u00e3o dos diacr\u00edticos. Supostamente, o emprego parcial de diacr\u00edticos em nossa l\u00edngua tem por objetivo a economia e a did\u00e1tica. A ideia \u00e9 usar diacr\u00edticos apenas em casos de hipot\u00e9tica necessidade como para evitar ambiguidades ou quando se sup\u00f5e que o leitor ter\u00e1 dificuldades em determinar o valor do fonema representado. <\/p>\n\n\n\n<p>O resultado desse emprego seletivo, por\u00e9m, \u00e9 desastroso. O aprendizado das muitas regras de uso dos diacr\u00edticos \u00e9 penoso de tal forma que poucas pessoas as dominam integralmente. A rigor, todos os diacr\u00edticos da ortografia portuguesa poderiam ser eliminados sem preju\u00edzo nenhum para a escrita j\u00e1 que a observa\u00e7\u00e3o do contexto \u00e9 suficiente para determinar o valor do fonema representado. Exemplo nesse sentido nos d\u00e1 a ortografia inglesa que n\u00e3o utiliza acentos, til, cedilha ou trema e funciona bem mesmo assim. Indo um pouco al\u00e9m, podemos lembrar que em alguns sistemas de escrita, como hebraico e \u00e1rabe, as vogais n\u00e3o s\u00e3o sequer representadas. <\/p>\n\n\n\n<p>A hipot\u00e9tica necessidade de orientar o leitor em algumas situa\u00e7\u00f5es em que ele tenderia a cometer erros de leitura n\u00e3o tem fundamento. Se por um lado o leitor \u00e9 orientado, do outro quem escreve n\u00e3o conta com nenhum tipo de orienta\u00e7\u00e3o e precisa conhecer o idioma para usar corretamente os diacr\u00edticos. Ora, se considerarmos que quem l\u00ea tamb\u00e9m escreve, ent\u00e3o por que se preocupar em orientar a leitura de quem j\u00e1 tem compet\u00eancia suficiente do idioma? Com isso, n\u00e3o queremos dizer que os diacr\u00edticos sejam sup\u00e9rfluos em todos os sistemas de escrita, mas que na ortografia portuguesa, os diacr\u00edticos empregados s\u00e3o dispens\u00e1veis. Tamb\u00e9m n\u00e3o estamos afirmando que nossos diacr\u00edticos podem ser suprimidos ao gosto de quem escreve, pois a ortografia \u00e9 um acordo coletivo e a desobedi\u00eancia a ela tem suas implica\u00e7\u00f5es em sociedade.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Grafologia<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/a-escrita\/\">A escrita<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/transcricoes\/\">Transcri\u00e7\u00f5es e ortografias<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/alfabeto-romano\/\">Alfabeto romano (latino)<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/grafema\/\">Grafema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/grafemas-da-ortografia-brasileira\/\">Grafemas da ortografia brasileira<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/diacriticos-da-ortografia-brasileira\/\">Diacr\u00edticos da ortografia brasileira<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/acentos-agudo-e-circunflexo\/\">Acentos agudo e circunflexo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/crase\/\">Crase<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/digrafos-da-ortografia-brasileira\/\">D\u00edgrafos da ortografia brasileira<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/representacao-de-fonemas\/\">Representa\u00e7\u00e3o de fonemas brasileiros <\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/representacao-multipla\/\">Representa\u00e7\u00e3o  ortogr\u00e1fica m\u00faltipla<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/representacao-da-escrita-em-computador\/\">Representa\u00e7\u00e3o da escrita em computador<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/iniciais-maiusculas\/\">Iniciais mai\u00fasculas<\/a><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Antes de falar sobre os diacr\u00edticos da ortografia brasileira, vamos refletir um pouco sobre as raz\u00f5es que servem de justificativa para o uso de diacr\u00edticos na maioria dos sistemas de escrita. 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