{"id":304,"date":"2013-10-06T17:42:45","date_gmt":"2013-10-06T20:42:45","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=304"},"modified":"2020-12-05T20:21:16","modified_gmt":"2020-12-05T23:21:16","slug":"crase","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/crase\/","title":{"rendered":"Crase"},"content":{"rendered":"\n<p>Em sentido amplo, crase \u00e9 a pron\u00fancia contra\u00edda de dois fonemas iguais e adjacentes. Por exemplo: no enunciado\u00a0<em>seu<strong>s<\/strong> <strong>s<\/strong>apatos<\/em> temos dois fonemas \/s\/ adjacentes. A tend\u00eancia do falante \u00e9 realizar uma pron\u00fancia contra\u00edda desses fonemas que, em muitos casos, chega aos ouvidos do receptor como um \u00fanico fonema. O fen\u00f4meno da crase \u00e9 muito comum na fala. <\/p>\n\n\n\n<p>Basta que dois fonemas iguais ocorram adjacentes. Isso se d\u00e1 com frequ\u00eancia nas fronteiras de palavras, quando o fonema final da primeira se repete no in\u00edcio da seguinte. Percebemos a crase em enunciados como:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>a<strong>s<\/strong> <strong>s<\/strong>et<strong>e e<\/strong>spadas \/\u00e1s\u00e9t\u00easp\u00e1d\u00e1s\/<\/li><li>o<strong>s<\/strong> <strong>c<\/strong>\u00e9tico<strong>s<\/strong> <strong>s<\/strong>\u00e1bios \/\u00f4s\u00e9tik\u00f4s\u00e1bi\u00f4s\/<\/li><li><strong>o o<\/strong>ur<strong>o<\/strong> <strong>o<\/strong>rnav<strong>a<\/strong> <strong>a<\/strong> <strong>a<\/strong>ba \/\u00f4ur\u00f4rn\u00e1v\u00e1b\u00e1\/<\/li><\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"332\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=500%2C332&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3236\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Crase na ortografia brasileira<\/h3>\n\n\n\n<p>Um dos princ\u00edpios b\u00e1sicos de nossa ortografia \u00e9 a segmenta\u00e7\u00e3o do texto palavra a palavra, que parte da suposi\u00e7\u00e3o que a realiza\u00e7\u00e3o oral do discurso se d\u00e1 com pausas entre as palavras. Sabemos que isso n\u00e3o ocorre na fala cotidiana, mas h\u00e1 um princ\u00edpio de produtividade aceit\u00e1vel em favor da pr\u00e1tica da segmenta\u00e7\u00e3o palavra a palavra na escrita. <\/p>\n\n\n\n<p>Escrevemos supondo que a palavra \u00e9 pronunciada isoladamente. Com isso, ganhamos uma maior uniformidade na escrita, evitando que a mesma palavra possa ser representada de formas diferentes dependendo do contexto em que \u00e9 proferida. A consequ\u00eancia dessa conven\u00e7\u00e3o \u00e9 que nossa escrita ignora o fen\u00f4meno da crase. No entanto, h\u00e1 um caso particular em que representamos a crase na escrita. Para isso, fazemos uso do acento grave.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Acento grave<\/h3>\n\n\n\n<p>Representamos a crase somente na contra\u00e7\u00e3o da preposi\u00e7\u00e3o&nbsp;<em>a<\/em> com o fonema \/\u00e1\/, se este formar o artigo feminino definido (a, as), ou o demonstrativo&nbsp;<em>aquele<\/em> e suas flex\u00f5es (<em>aqueles, aquela, aquelas, aquilo<\/em>). Veja alguns exemplos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>* Dirija-se a a recep\u00e7\u00e3o.<br>Dirija-se \u00e0 recep\u00e7\u00e3o.<\/em><\/li><li><em>* Refiro-me a aquele livro.<br>Refiro-me \u00e0quele livro.<\/em><\/li><li><em>* Obedi\u00eancia a as leis.<br>Obedi\u00eancia \u00e0s leis.<\/em><\/li><li><em>* Viagem a a Bahia.<br>Viagem \u00e0 Bahia.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A crase de dois fonemas \/\u00e1\/ \u00e9 representada substituindo&nbsp;<em>a+a<\/em> por&nbsp;<em>\u00e0<\/em>, ou seja, pelo&nbsp;<em>a<\/em> com acento grave, ou craseado. Observe que a representa\u00e7\u00e3o da crase n\u00e3o se estende a outros casos de contra\u00e7\u00e3o de dois fonemas \/\u00e1\/ cont\u00edguos.&nbsp; N\u00e3o \u00e9 v\u00e1lido usar crase em situa\u00e7\u00f5es como no exemplo a seguir:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>* Viagem \u00c0tenas.<\/em><\/li><li><em>Viagem a Atenas.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">As dificuldades no uso do acento grave<\/h2>\n\n\n\n<p>O uso do acento grave costuma confundir at\u00e9 os redatores experientes. Isso acontece porque, devido \u00e0s sutilezas de nossa estrutura gramatical, nem sempre \u00e9 f\u00e1cil identificar corretamente a contra\u00e7\u00e3o&nbsp;<em>a+a<\/em>. Vamos analisar as frases a seguir.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Viagem a Bras\u00edlia.<\/em><\/li><li><em>Viagem \u00e0 Bahia.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>As frases parecem similares, mas em uma temos contra\u00e7\u00e3o e em outra, n\u00e3o. A palavra&nbsp;<em>Bras\u00edlia<\/em> n\u00e3o \u00e9 precedida por artigo em frases como a do exemplo. J\u00e1, a palavra&nbsp;<em>Bahia<\/em> ocorre precedida por artigo. Podemos perceber melhor a presen\u00e7a ou a aus\u00eancia do artigo criando frases alternativas. Vamos fazer isso permutando a preposi\u00e7\u00e3o&nbsp;<em>a<\/em> por <em>at\u00e9<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Viagem at\u00e9 Bras\u00edlia.<br>Viagem at\u00e9 a Bahia.<\/em><\/li><li>Soa estranho dizer:<\/li><li><em>* Viagem at\u00e9 a Bras\u00edlia.<br>* Viagem at\u00e9 Bahia.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Essa aparente similaridade confunde os redatores. A d\u00favida aqui est\u00e1 em saber se o artigo est\u00e1 presente ou n\u00e3o e se temos contra\u00e7\u00e3o. Em situa\u00e7\u00f5es assim, o melhor \u00e9 tentar gerar frases similares que nos deem uma ideia mais clara sobre a estrutura sint\u00e1tica da frase. Outra situa\u00e7\u00e3o que costuma gerar d\u00favidas est\u00e1 exemplificada nas frases a seguir.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Respondo a pergunta.<\/em><\/li><li><em>Respondo \u00e0 diretoria.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Aqui, a d\u00favida que pode surgir \u00e9 quanto \u00e0 presen\u00e7a da preposi\u00e7\u00e3o&nbsp;<em>a<\/em> na estrutura das frases. Para tirar a d\u00favida, precisamos analisar a estrutura sint\u00e1tica. Fazendo isso, vamos perceber que&nbsp;<em>na primeira frase,<\/em> a palavra&nbsp;<em>pergunta <\/em>\u00e9 objeto direto da frase (o que respondi), logo n\u00e3o temos preposi\u00e7\u00e3o. Na segunda frase, a palavra diretoria forma o objeto indireto (a quem respondo), logo temos preposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>O m\u00e9dico assistiu a paciente.<\/em><\/li><li><em>O m\u00e9dico assistiu \u00e0 pe\u00e7a teatral.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Nesse exemplo, temos que observar em que sentido o verbo est\u00e1 sendo empregado.&nbsp;<em>Assistir<\/em>no sentido de cuidar, zelar, atender n\u00e3o \u00e9 seguido de preposi\u00e7\u00e3o, mas no sentido de acompanhar como espectador, ser\u00e1 seguido de preposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Em muitos casos, a presen\u00e7a do artigo ou da preposi\u00e7\u00e3o \u00e9 opcional. O redator, nessas circunst\u00e2ncias, fica livre para usar o acento grave ou n\u00e3o. Exemplo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Refiro-me \u00e0 sua prima.<\/em><\/li><li><em>Refiro-me a sua prima.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Artif\u00edcios para testar o uso da crase<\/h3>\n\n\n\n<p>Podemos usar v\u00e1rios artif\u00edcios para analisar a estrutura da frase e assim determinar se usaremos crase ou n\u00e3o. Um deles \u00e9 permutar o substantivo feminino que sucede a prov\u00e1vel contra\u00e7\u00e3o por um similar masculino. Com isso verificamos a presen\u00e7a do artigo feminino.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Fui \u00e0 praia.<br>Fui ao campo.<\/em><\/li><li><em>Respondo \u00e0 diretoria.<br>Respondo ao conselho de administra\u00e7\u00e3o.<\/em><\/li><li><em>Respondo a pergunta.<br>Respondo o teste.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Se fazendo a permuta, tivermos que usar&nbsp;<em>ao<\/em>, ent\u00e3o ocorre crase, pois temos preposi\u00e7\u00e3o + artigo.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro artif\u00edcio para verificar a presen\u00e7a do artigo feminino consiste em substituir a preposi\u00e7\u00e3o a por outra de mesmo efeito.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Vire \u00e0 esquerda.<\/em><\/li><li><em>Vire para a esquerda.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Como se v\u00ea, a dificuldade n\u00e3o est\u00e1 precisamente no uso do\u00a0<em>a<\/em> craseado, mas sim, em saber quando se usa a preposi\u00e7\u00e3o\u00a0<em>a <\/em>e o artigo definido feminino. Infelizmente, s\u00f3 o conv\u00edvio com o idioma nos traz a flu\u00eancia no uso de ambos e, consequentemente, do acento grave.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Grafologia<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/a-escrita\/\">A escrita<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/transcricoes\/\">Transcri\u00e7\u00f5es e ortografias<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/alfabeto-romano\/\">Alfabeto romano (latino)<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/grafema\/\">Grafema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/grafemas-da-ortografia-brasileira\/\">Grafemas da ortografia brasileira<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/diacriticos-da-ortografia-brasileira\/\">Diacr\u00edticos da ortografia brasileira<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/acentos-agudo-e-circunflexo\/\">Acentos agudo e circunflexo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/crase\/\">Crase<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/digrafos-da-ortografia-brasileira\/\">D\u00edgrafos da ortografia brasileira<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/representacao-de-fonemas\/\">Representa\u00e7\u00e3o de fonemas brasileiros <\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/representacao-multipla\/\">Representa\u00e7\u00e3o  ortogr\u00e1fica m\u00faltipla<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/representacao-da-escrita-em-computador\/\">Representa\u00e7\u00e3o da escrita em computador<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/iniciais-maiusculas\/\">Iniciais mai\u00fasculas<\/a><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em sentido amplo, crase \u00e9 a pron\u00fancia contra\u00edda de dois fonemas iguais e adjacentes. 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