{"id":317,"date":"2013-10-07T21:56:39","date_gmt":"2013-10-08T00:56:39","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=317"},"modified":"2020-11-19T15:08:38","modified_gmt":"2020-11-19T18:08:38","slug":"sintaxe-dedutiva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/sintaxe\/sintaxe-dedutiva\/","title":{"rendered":"Sintaxe dedutiva"},"content":{"rendered":"\n<p>A Gram\u00e1tica Tradicional desenvolveu uma sintaxe baseada na an\u00e1lise de frases bem formadas dadas a priori. Ou seja, parte de uma frase gramatical e aceit\u00e1vel e dela faz a an\u00e1lise para ilustrar a teoria sint\u00e1tica. N\u00e3o existe nada de errado nesse m\u00e9todo, tanto que a sintaxe tradicional \u00e9 rica e bem sucedida. Mas uma das limita\u00e7\u00f5es do m\u00e9todo anal\u00edtico da Gram\u00e1tica Tradicional \u00e9 que com ele uma quantidade grande de regras n\u00e3o \u00e9 explicitada. <\/p>\n\n\n\n<p>Por esse m\u00e9todo estudamos uma possibilidade de frase e n\u00e3o todas as possibilidades similares do modelo escolhido. Se quisermos uma descri\u00e7\u00e3o mais exaustiva das regras sint\u00e1ticas da l\u00edngua, \u00e9 melhor recorrer a um m\u00e9todo dedutivo. A Gram\u00e1tica Gerativo Transformacional, por exemplo, \u00e9 dedutiva no sentido de que n\u00e3o parte de exemplos de frases bem formadas, mas de regras que devem gerar frases bem formadas. <\/p>\n\n\n\n<p>O m\u00e9todo dedutivo faz o caminho inverso do m\u00e9todo anal\u00edtico da Gram\u00e1tica Tradicional. Enquanto o m\u00e9todo tradicional vai da frase dada para a sua estrutura sint\u00e1tica, o m\u00e9todo dedutivo obt\u00e9m frases a partir da estrutura sint\u00e1tica dada.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"332\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=500%2C332&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3236\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Camada sem\u00e2ntica<\/h3>\n\n\n\n<p>O m\u00e9todo dedutivo oferece a vantagem de ser mais rigoroso e exaustivo, por\u00e9m cobra seu pre\u00e7o. A defini\u00e7\u00e3o de todas as regras necess\u00e1rias \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de um determinado tipo de frase exige que se leve em conta um volume muito grande de vari\u00e1veis e a pergunta que surge nessa hora \u00e9 se vale o esfor\u00e7o de descer aos m\u00ednimos detalhes necess\u00e1rios para gerar todas as frases poss\u00edveis de um modelo. <\/p>\n\n\n\n<p>Mais que isso, temos que questionar a possibilidade de se criar esse conjunto de regras t\u00e3o completo e eficiente que gera todas as frases poss\u00edveis da l\u00edngua. Uma sintaxe que gera frases gramaticais e aceit\u00e1veis exige que se estabele\u00e7a regras sem\u00e2nticas, al\u00e9m das sint\u00e1ticas. E no estabelecimento das regras sem\u00e2nticas de gera\u00e7\u00e3o a situa\u00e7\u00e3o se complica consideravelmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Da nossa parte, n\u00e3o vamos nos comprometer com a exaustividade. Cremos que \u00e9 poss\u00edvel atingir um n\u00edvel satisfat\u00f3rio de descri\u00e7\u00e3o se nos restringirmos apenas ao aspecto sint\u00e1tico. A inclus\u00e3o de regras sem\u00e2nticas no modelo, certamente d\u00e1 mais poder \u00e0 teoria, mas requer um esfor\u00e7o de descri\u00e7\u00e3o que ultrapassa nossos recursos de produ\u00e7\u00e3o. A defini\u00e7\u00e3o de regras sem\u00e2nticas ser\u00e1 deixada a cargo de um futuro dicion\u00e1rio de uso do l\u00e9xico. Este dicion\u00e1rio n\u00e3o se limitar\u00e1 a dar os sentidos poss\u00edveis de um item de l\u00e9xico mas vai explicitar todas as condi\u00e7\u00f5es t\u00edpicas de uso desse item na l\u00edngua.<\/p>\n\n\n\n<p>Excluiremos as regras exclusivamente sem\u00e2nticas da nossa proposta mas queremos garantir que a sintaxe dedutiva gerar\u00e1 frases gramaticais, embora n\u00e3o possamos garantir que essas frases sejam semanticamente v\u00e1lidas. Em outras palavras, nossa sintaxe centrada no aspecto sint\u00e1tico gerar\u00e1 frases como estas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>O menino leu o livro.<\/em><\/li><li><em>O livro leu o menino.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Ambas as frases s\u00e3o gramaticais, mas s\u00f3 a primeira aparenta ser semanticamente v\u00e1lida. Para impedir que frases como\u00a0<em>o livro leu o menino<\/em> sejam geradas pela nossa sintaxe dedutiva seria necess\u00e1rio acrescentar uma camada de regras sem\u00e2nticas ao modelo de gera\u00e7\u00e3o da frase. N\u00e3o nos ocuparemos disso por v\u00e1rios motivos. <\/p>\n\n\n\n<p>Primeiro, porque nossa capacidade de produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o comporta uma tarefa t\u00e3o volumosa. Segundo, porque \u00e9 duvidosa a relev\u00e2ncia de buscar uma descri\u00e7\u00e3o que des\u00e7a a esse n\u00edvel de detalhe quando o objetivo \u00e9 descrever as caracter\u00edsticas gerais do idioma. Al\u00e9m disso, dizer que frases como\u00a0<em>o livro leu o menino<\/em> s\u00e3o semanticamente inv\u00e1lidas \u00e9 perigoso. Um enunciado s\u00f3 \u00e9 semanticamente v\u00e1lido quando imerso em um contexto. Talvez no contexto de uma f\u00e1bula os livros leiam. <\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 relativa a utilidade de um conjunto de regras sem\u00e2nticas que impe\u00e7a a gera\u00e7\u00e3o de frases em que\u00a0<em>livro<\/em> seja sujeito do verbo\u00a0<em>ler<\/em>. Regras assim n\u00e3o dariam conta da linguagem figurada, das f\u00e1bulas, da poesia. N\u00e3o queremos cair no erro de pensar a linguagem apenas no seu \u2018grau zero\u2019, desprovido de met\u00e1foras, meton\u00edmias, alegorias, simplesmente porque o \u2018grau zero\u2019 n\u00e3o existe no mundo real.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Abrang\u00eancia de regras<\/h3>\n\n\n\n<p>Um conjunto de regras sint\u00e1ticas pode ter v\u00e1rios n\u00edveis de abrang\u00eancia. Vejamos algumas possibilidades:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Gera enunciados inaceit\u00e1veis e nenhum enunciado gramatical<\/strong>. Esse tipo de regra \u00e9 in\u00fatil, totalmente descart\u00e1vel.<\/li><li><strong>Gera enunciados inaceit\u00e1veis e parte dos enunciados gramaticais poss\u00edveis.<\/strong> Esse tipo de regra est\u00e1 no n\u00edvel mais baixo de abrang\u00eancia.<\/li><li><strong>Gera enunciados inaceit\u00e1veis e todos os enunciados gramaticais poss\u00edveis<\/strong>. Esse tipo de regras tem n\u00edvel bom de abrang\u00eancia.<\/li><li><strong>N\u00e3o gera enunciados inaceit\u00e1veis e gera parte dos enunciados gramaticais poss\u00edveis<\/strong>. Regras desse tipo tem um n\u00edvel bom de abrang\u00eancia.<\/li><li><strong>N\u00e3o gera enunciados inaceit\u00e1veis e gera todos os enunciados aceit\u00e1veis poss\u00edveis.<\/strong>Esse \u00e9 o n\u00edvel mais alto de abrang\u00eancia, que deve ser buscado a n\u00e3o ser que haja justificativa razo\u00e1vel para que se deixe de persegui-lo.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>As condi\u00e7\u00f5es reais de trabalho nos levam a abdicar, em alguns casos, do n\u00edvel ideal de abrang\u00eancia em que o conjunto de enunciados gerados \u00e9 id\u00eantico ao conjunto de todos os enunciados gramaticais poss\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos exemplificar o desvio da abrang\u00eancia ideal com uma regra sobre per\u00edodos.<\/p>\n\n\n\n<p>P = F ( [&nbsp;SCon&nbsp;&nbsp;F]<sub>n<\/sub>)<\/p>\n\n\n\n<p>O per\u00edodo (P) \u00e9 formado por uma frase ou ent\u00e3o, pela concatena\u00e7\u00e3o de duas ou mais frases que se relacionam duas a duas por sintagma conectivo.<\/p>\n\n\n\n<p>A regra dada gera per\u00edodos bem formados. Vejamos alguns deles:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Penso, logo existo.<\/li><li>Vim, vi, venci.<\/li><li>Comeu e n\u00e3o gostou.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Podemos dizer que todos os per\u00edodos bem formados atendem \u00e0 regra dada. Mas a partir dela, podemos obter tamb\u00e9m per\u00edodos inaceit\u00e1veis como:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>*Penso quanto existo.<\/li><li>*Vim mas vi mas venci.<\/li><li>*Comeu nem n\u00e3o gostou.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A regra exemplificada gera todos os per\u00edodos gramaticais mas tamb\u00e9m gera per\u00edodos inaceit\u00e1veis. Seu n\u00edvel de abrang\u00eancia \u00e9 bom. No exemplo, os per\u00edodos inaceit\u00e1veis s\u00e3o gerados porque a regra n\u00e3o estabelece restri\u00e7\u00f5es quanto ao uso simult\u00e2neo de conectivos, al\u00e9m de outras peculiaridades que precisam ser observadas na constru\u00e7\u00e3o de per\u00edodos. Mas isso n\u00e3o quer dizer que&nbsp; a falta de abrang\u00eancia total da regra a torna in\u00fatil. Como ela explicita uma caracter\u00edstica comum a todos os per\u00edodos podemos consider\u00e1-la satisfat\u00f3ria em muitos contextos em que o n\u00edvel de abrang\u00eancia alcan\u00e7ado \u00e9 mais do que suficiente.<\/p>\n\n\n\n<p>A escolha do n\u00edvel de abrang\u00eancia com que se vai operar \u00e9 uma decis\u00e3o a ser tomada caso a caso. H\u00e1 casos em que se busca apenas o geral. Em outros casos, a ideia \u00e9 se restringir aos casos mais comuns, deixando as situa\u00e7\u00f5es lim\u00edtrofes e duvidosas de lado. Tamb\u00e9m pode ocorrer de se buscar uma descri\u00e7\u00e3o rigorosa de abrang\u00eancia m\u00e1xima.<\/p>\n\n\n\n<p>Em nossa gram\u00e1tica transitaremos pela escala de abrang\u00eancia descritiva ao sabor das necessidades.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Sintaxe<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\" id=\"block-68a89e66-5807-411d-a391-343c76873415\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/sintaxe\/sintaxe-dedutiva\/\">Sintaxe dedutiva<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/sintaxe\/notacao-formal\/\">Nota\u00e7\u00e3o formal sint\u00e1tica<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/sintaxe\/estruturas-sintaticas\/\">Estruturas sint\u00e1ticas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/sintaxe\/estrutura-sintatica-da-lingua-portuguesa\/\">Estrutura sint\u00e1tica da l\u00edngua portuguesa<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/sintaxe\/frase\/\">Per\u00edodo, frase, encaixe e sintagma avulso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/sintaxe\/sintagmas-da-lingua-portuguesa\/\">Sintagmas da l\u00edngua portuguesa<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/sintaxe\/aposicao\/\">Aposi\u00e7\u00e3o sint\u00e1tica<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/sintaxe\/bifurcacao-com-remissivos\/\">Bifurca\u00e7\u00e3o com remissivos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/sintaxe\/conexao\/\">Conex\u00e3o sint\u00e1tica<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/sintaxe\/intercalacao\/\">Intercala\u00e7\u00e3o sint\u00e1tica<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Gram\u00e1tica Tradicional desenvolveu uma sintaxe baseada na an\u00e1lise de frases bem formadas dadas a priori. 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