{"id":3678,"date":"2020-09-04T15:52:46","date_gmt":"2020-09-04T18:52:46","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=3678"},"modified":"2020-12-07T16:34:54","modified_gmt":"2020-12-07T19:34:54","slug":"artigo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/artigo\/","title":{"rendered":"Artigo &#8211; classe morfol\u00f3gica"},"content":{"rendered":"\n<p>A classe dos artigos \u00e9 fechada e formada, a rigor, por um\n\u00fanico lexema que varia em g\u00eanero, n\u00famero e defini\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table is-style-stripes\"><table><tbody><tr><td><strong>Defini\u00e7\u00e3o<\/strong><\/td><td><strong>N\u00famero<\/strong><\/td><td><strong>Masculino   <\/strong><\/td><td><strong>Feminino   <\/strong><\/td><\/tr><tr><td>Definido   <\/td><td>Singular   <\/td><td><strong>o<\/strong> <\/td><td><strong>a<\/strong>   <\/td><\/tr><tr><td>Definido<\/td><td>Plural   <\/td><td><strong>os<\/strong>   <\/td><td><strong>as<\/strong>   <\/td><\/tr><tr><td>Indefinido   <\/td><td>Singular   <\/td><td><strong>um<\/strong>   <\/td><td><strong>uma<\/strong>   <\/td><\/tr><tr><td>Indefinido<\/td><td>Plural   <\/td><td><strong>uns<\/strong>   <\/td><td>u<strong>mas<\/strong>   <\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"333\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/substantivo.jpg?resize=500%2C333&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3204\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/substantivo.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/substantivo.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Os artigos t\u00eam um dos comportamentos mais peculiares da l\u00edngua portuguesa.  Primeiramente, s\u00e3o um caso lim\u00edtrofe do conceito de palavra, pois h\u00e1 argumentos tanto para consider\u00e1-los como palavras, quanto para trat\u00e1-los como prefixos especiais. Um dos requisitos para definir uma sequ\u00eancia como palavra \u00e9 que tenhamos uma forma livre, ou seja, a sequ\u00eancia pode ocorrer isoladamente sem vincula\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria a outro morfema. <\/p>\n\n\n\n<p>Os artigos n\u00e3o atendem esse requisito, s\u00e3o morfemas presos, pois n\u00e3o ocorrem isoladamente. Sempre que usados est\u00e3o determinando um substantivo que vem na sequ\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Em segundo lugar, temos que considerar que o uso dos\nartigos se alterna com o n\u00e3o uso. O n\u00e3o uso tamb\u00e9m atribui caracter\u00edstica de\ndefini\u00e7\u00e3o a um item.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">An\u00e1lise sem\u00e2ntica dos artigos<\/h3>\n\n\n\n<p>A fun\u00e7\u00e3o\nprincipal do artigo \u00e9 definir o sintagma substantivo a que pertence. Observe as\nfrases a seguir:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Quem\nviaja ao Brasil percebe que <strong>o brasileiro<\/strong> \u00e9 cordial.<\/li><li><strong>Um\nbrasileiro<\/strong> esteve na embaixada\nrecentemente.<\/li><li><strong>O\nbrasileiro<\/strong> que conheci na\nviagem me contatou por e-mail.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Na primeira frase\nentendemos que a cordialidade \u00e9 uma caracter\u00edstica de todos os brasileiros, ou\npelo menos t\u00edpica dessa nacionalidade. O uso do artigo definido condiciona o\nentendimento do sintagma substantivo como conjunto completo, g\u00eanero, classe. O\nartigo definido modifica o sentido da palavra <em>brasileiro<\/em>, levando-nos a entend\u00ea-la\ncomo <em>povo brasileiro<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Na segunda frase\nconclu\u00edmos que apenas uma pessoa de nacionalidade brasileira esteve na\nembaixada. O artigo indefinido nos leva a entender a palavra <em>brasileiro<\/em>\ncomo indiv\u00edduo, mas indefinido, um brasileiro qualquer n\u00e3o individualizado.<\/p>\n\n\n\n<p>Na terceira frase\ntemos um indiv\u00edduo \u00fanico definido, individualizado. Trata-se de brasileiro\nespec\u00edfico com nome e R.G. Por isso, o uso do artigo definido.<\/p>\n\n\n\n<p>Dos exemplos\nconclu\u00edmos tr\u00eas possibilidades de significa\u00e7\u00e3o agregadas ao sintagma substantivo\npelo artigo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Todo\no conjunto<\/strong>. O artigo\ndefinido define a classe, o grupo, a totalidade de seres que o sintagma pode\nabranger.<\/li><li><strong>Um ou\nalguns elementos n\u00e3o individualizados do conjunto<\/strong>. O artigo indefinido aponta para um ou mais\nindiv\u00edduos de um conjunto sem individualizar, sem especificar.<\/li><li><strong>Um elemento\nespec\u00edfico do conjunto<\/strong>. O\nartigo definido aponta para um elemento espec\u00edfico e bem identificado do\nconjunto.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O potencial do\nartigo para individualizar o sintagma substantivo em que est\u00e1 inserido nos leva\na possibilidades no m\u00ednimo pitorescas para o artigo. Veja a s\u00e9rie a seguir:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>O Brasi<\/strong>l de hoje \u00e9 muito diferente d<strong>o Brasil <\/strong>do s\u00e9culo XIX.<\/li><li>Desejo <strong>um Brasil<\/strong> melhor para meus netos.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Na primeira frase\nestamos especificando dois Brasis: o primeiro citado \u00e9 o do s\u00e9culo XXI e o\nsegundo o do s\u00e9culo XIX. Estamos falando do Brasil de forma individualizada,\nmas considera-se que s\u00e3o dois Brasis separados pelo tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>Na segunda frase\no falante concebe que h\u00e1 v\u00e1rias possibilidades de Brasil futuro e que ele\ndeseja uma dessas possibilidades indistintas desde que seja melhor do que a\nrealidade atual.<\/p>\n\n\n\n<p>Um outro exemplo pitoresco: <em>Um certo Capit\u00e3o Rodrigo<\/em>. Embora Capit\u00e3o Rodrigo seja pessoa bem definida e delimitada, o uso do artigo indefinido sugere a ideia de que o tal capit\u00e3o seria um qualquer, algu\u00e9m que n\u00e3o se sabe de onde veio nem para onde vai.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Comportamento gramatical<\/h3>\n\n\n\n<p>O artigo comp\u00f5e sintagmas substantivos. Quando \u00e9 utilizado\nsempre ser\u00e1 o primeiro elemento do sintagma substantivo que forma. Exemplos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>O<\/strong> Brasil.<\/li><li><strong>Um<\/strong> amigo.<\/li><li><strong>Um<\/strong> muito querido amigo meu.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Em muitos casos, o artigo forma sintagma substantivo composto\ntamb\u00e9m por sintagma adjetivo e, por isso, na Gram\u00e1tica Tradicional diz-se que o\nartigo pode substantivar adjetivos.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>O brasileiro.<\/li><li>um verde escuro<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O artigo est\u00e1 em distribui\u00e7\u00e3o complementar com os demonstrativos, ou seja, podem ocupar a mesma posi\u00e7\u00e3o na estrutura sint\u00e1tica, mas quando se usa um lexema, n\u00e3o se usa outro. Por exemplo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>O<\/strong> brasileiro que est\u00e1 na embaixada.<\/li><li><strong>Um<\/strong> brasileiro que est\u00e1 na embaixada.<\/li><li><strong>Esse <\/strong>brasileiro que est\u00e1 na embaixada.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Essa caracter\u00edstica de complementariedade nos deixa tentados a conceber o lexema artigo e o lexema demonstrativo como parte de um conjunto maior que tem por fun\u00e7\u00e3o definir o sintagma substantivo a que pertencem. Os demonstrativos indicam que o substantivo \u00e9 espec\u00edfico, mas al\u00e9m disso, o posicionam relativamente \u00e0s pessoas do discurso.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 aceit\u00e1vel express\u00e3o como:<\/p>\n\n\n\n<p>* O este brasileiro que est\u00e1 na embaixada.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Usos derivados<\/h3>\n\n\n\n<p>Como \u00e9 comum na l\u00edngua o uso b\u00e1sico, objetivo do lexema origina usos derivados por semelhan\u00e7a, analogia, etc. Com os artigos tamb\u00e9m temos usos derivados. Veja o exemplo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Este n\u00e3o \u00e9 <strong>um livro<\/strong> qualquer, \u00e9 <strong>o livro<\/strong> dos livros.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>No caso h\u00e1 um contraste entre <em>um livro<\/em> e <em>o livro<\/em>, onde a defini\u00e7\u00e3o \u00e9 entendida como proemin\u00eancia, destaque, relev\u00e2ncia. Este \u00e9 um caso em que o uso do artigo definido porta conota\u00e7\u00e3o positiva, nos leva a pensar no substantivo definido como mais elevado.  Por outro lado, aplicar o artigo indefinido a um referente pode levar a uma conota\u00e7\u00e3o negativa:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Esse n\u00e3o passa de <strong>um Jo\u00e3o Ningu\u00e9m<\/strong>.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Usar ou n\u00e3o usar o artigo?<\/h3>\n\n\n\n<p>Em muitos contextos o uso de artigo \u00e9 redundante. Objetivamente, ele n\u00e3o precisa ser empregado antes dos ditos nomes pr\u00f3prios, ou seja, aqueles sintagmas substantivos que designam de forma individualizada e inequ\u00edvoca o ente. N\u00e3o seria necess\u00e1rio dizer:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>O Brasil est\u00e1 entre as economias com PIB mais elevado.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A supress\u00e3o do artigo na frase anterior n\u00e3o compromete a compreens\u00e3o, mas \u00e9 costume na l\u00edngua portuguesa certa redund\u00e2ncia no uso dos artigos. <\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Morfologia<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\" id=\"block-e843ba6f-6e3e-4a00-9a86-3524b7cea45c\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/categorias-morfologicas\/\">Categorias morfol\u00f3gicas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/classes-morfologicas\/\">Classes morfol\u00f3gicas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/morfema\/\">Morfema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/classes-de-morfemas-presos\/\">Classes de morfemas presos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/palavra\/\">Palavra<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/lexema\/\">Lexema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/locucao-contracao-e-fraseologia\/\">Locu\u00e7\u00e3o, contra\u00e7\u00e3o e fraseologia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/substantivo\/\">Substantivo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/flexao-do-substantivo-em-genero\/\">Flex\u00e3o do substantivo em g\u00eanero<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/flexao-do-substantivo-em-grau\/\">Flex\u00e3o do substantivo em grau<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/flexao-do-substantivo-em-numero\/\">Flex\u00e3o do substantivo em n\u00famero<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/adjetivos\/\">Adjetivos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/adverbio\/\">Adv\u00e9rbio<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/propriedades-de-adverbios\/\">Propriedades de adv\u00e9rbios<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/artigo\/\">Artigo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/demonstrativos\/\">Demonstrativos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/locativos\/\">Locativos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/possessivos\/\">Possessivos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/pronomes\/\">Pronomes<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/preposicao\/\">Preposi\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/analise-semantica-da-preposicao\/\">An\u00e1lise sem\u00e2ntica da preposi\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/contracoes-prepositivas\/\">Contra\u00e7\u00f5es prepositivas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/fraseologias-prepositivas\/\">Fraseologias prepositivas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/derivacao-de-classe-morfologica\/\">Deriva\u00e7\u00e3o de classe morfol\u00f3gica<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A classe dos artigos \u00e9 fechada e formada, a rigor, por um \u00fanico lexema que varia em g\u00eanero, n\u00famero e defini\u00e7\u00e3o. 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Classifica\u00e7\u00e3o Fun\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica?Flexionado\u00a0 em n\u00famero?Tem n\u00famero impl\u00edcito?Flex\u00e3o dos determinantes ligadosExemplosFlexionadosSimSim.N\u00e3oConcordam com\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Morfologia&quot;","block_context":{"text":"Morfologia","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/gramatica\/morfologia\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/substantivo.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":401,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/demonstrativos\/","url_meta":{"origin":3678,"position":3},"title":"Demonstrativos","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"A classe dos demonstrativos \u00e9 lim\u00edtrofe, pois apresenta caracter\u00edsticas de adjetivos e de pronomes. Constitui-se de um \u00fanico lexema com 15 flex\u00f5es. 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