{"id":375,"date":"2013-10-13T18:36:51","date_gmt":"2013-10-13T21:36:51","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=375"},"modified":"2025-03-04T11:30:18","modified_gmt":"2025-03-04T14:30:18","slug":"morfema","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/morfema\/","title":{"rendered":"Morfema"},"content":{"rendered":"\n<p>Quando fazemos a segmenta\u00e7\u00e3o dos enunciados, podemos chegar a um ponto em que n\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel desmembrar o segmento sem que se perca sua fun\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica. Embora n\u00e3o seja simples definir exatamente o que \u00e9 fun\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica, vamos por hora considerar que o segmento exerce essa fun\u00e7\u00e3o quando porta algum tipo de significado. <\/p>\n\n\n\n<p>Esse significado pode ser a evoca\u00e7\u00e3o de uma no\u00e7\u00e3o do mundo real, a modifica\u00e7\u00e3o de uma no\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima, uma defini\u00e7\u00e3o de n\u00famero, tempo, o estabelecimento de uma rela\u00e7\u00e3o entre itens adjacentes do discurso, etc. Quando chegamos ao ponto em que a continuidade da segmenta\u00e7\u00e3o&nbsp; implica em aus\u00eancia de significado, ent\u00e3o chegamos ao n\u00edvel de morfema. Morfema \u00e9 o segmento significativo m\u00ednimo do discurso.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"333\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/morfologia.jpg?resize=500%2C333&#038;ssl=1\" alt=\"Morfologia\" class=\"wp-image-3202\" title=\"Morfologia\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/morfologia.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/morfologia.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Intui\u00e7\u00e3o do morfema<\/h3>\n\n\n\n<p>Os falantes do portugu\u00eas n\u00e3o possuem uma intui\u00e7\u00e3o forte dos morfemas. Se pedirmos \u00e0s pessoas que usam o idioma para segmentarem o discurso em morfemas, a maioria encontrar\u00e1 dificuldades, se n\u00e3o passar antes por um aprendizado. Em parte, isso se explica porque no uso da l\u00edngua a intui\u00e7\u00e3o dos morfemas \u00e9 praticamente desnecess\u00e1ria. Nossa cultura \u00e9 voltada para a segmenta\u00e7\u00e3o do discurso em palavras e frases, mas n\u00e3o em morfemas. O nosso sistema de escrita contribui para essa caracter\u00edstica cultural. Na escrita hierogl\u00edfica, por exemplo, existem grafemas que representam morfemas do idioma eg\u00edpcio. Usu\u00e1rios desse sistema de escrita certamente t\u00eam uma intui\u00e7\u00e3o mais forte dos morfemas.<\/p>\n\n\n\n<p>A defini\u00e7\u00e3o de morfema \u00e9 semelhante \u00e0 de palavra. A diferen\u00e7a est\u00e1 no fato de que a palavra \u00e9 uma forma livre. J\u00e1 o morfema pode ser livre ou preso.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Morfemas livre e preso<\/h3>\n\n\n\n<p>Morfemas livres s\u00e3o aqueles que n\u00e3o se ligam obrigatoriamente a outros morfemas. Exemplos: <em>um, de, mas<\/em>,&nbsp;<em>eu, sim<\/em>. Veja que os exemplos dados podem ocorrer em v\u00e1rias posi\u00e7\u00f5es nos enunciados de nossa l\u00edngua sem que seja necess\u00e1ria a presen\u00e7a concomitante de outros morfemas para apoi\u00e1-los. Morfemas livres formam palavras de um s\u00f3 morfema, mas n\u00e3o se deve confundir palavra e morfema.<\/p>\n\n\n\n<p>O morfema preso s\u00f3 ocorre concomitantemente a pelo menos um morfema adicional com o qual forma um conjunto indissoci\u00e1vel. Exemplos:&nbsp;<em>cant-ar, menin-inh-a-s<\/em>. Na palavra&nbsp;<em>cantar<\/em>, temos dois morfemas indissoci\u00e1veis:&nbsp;<em>cant<\/em> e&nbsp;<em>ar<\/em>. N\u00e3o encontramos casos em l\u00edngua portuguesa em que o segmento&nbsp;<em>cant<\/em> ocorre com independ\u00eancia do segmento&nbsp;<em>ar<\/em> ou outro da mesma classe que&nbsp;<em>ar<\/em>. <em>Cant<\/em> e&nbsp;<em>ar<\/em> s\u00e3o morfemas presos um ao outro. Os morfemas presos formam agrupamentos, que por sua vez s\u00e3o formas significativas livres m\u00ednimas, ou seja, palavras.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Morfema pausa<\/h3>\n\n\n\n<p>Um morfema n\u00e3o precisa ser formado obrigatoriamente por um conjunto de fonemas. A pausa delimita os sintagmas da frase, como os itens de uma enumera\u00e7\u00e3o, por exemplo. Quando a pausa tem fun\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica, pode ser considerada morfema.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Morfema zero<\/h3>\n\n\n\n<p>Na l\u00edngua portuguesa, em muitos casos, a fun\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica \u00e9 cumprida pela aus\u00eancia do morfema. A forma\u00e7\u00e3o do n\u00famero \u00e9 bem caracter\u00edstica desse caso. O plural costuma ser indicado pelo morfema<em>s<\/em> no final da palavra. J\u00e1 o singular, \u00e9 reconhecido pela aus\u00eancia de morfema de plural, ou seja, na forma\u00e7\u00e3o do n\u00famero, a aus\u00eancia \u00e9 significativa. Quando a aus\u00eancia do morfema \u00e9 tratada pelo sistema da l\u00edngua como significativa dizemos que a fun\u00e7\u00e3o \u00e9 cumprida pelo morfema zero.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Unidades formais m\u00ednimas da Lingu\u00edstica<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/fonetica\/fonema\/\">Fonema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/fonetica\/silaba\/\">S\u00edlaba<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/grafologia\/grafema\/\">Grafema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/morfema\/\">Morfema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/palavra\/\">Palavra<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/lexema\/\">Lexema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/sintaxe\/sintagmas-da-lingua-portuguesa\/\">Sintagma<\/a><\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Morfologia<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\" id=\"block-e843ba6f-6e3e-4a00-9a86-3524b7cea45c\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/categorias-morfologicas\/\">Categorias morfol\u00f3gicas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/classes-morfologicas\/\">Classes morfol\u00f3gicas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/morfema\/\">Morfema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/classes-de-morfemas-presos\/\">Classes de morfemas presos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/palavra\/\">Palavra<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/lexema\/\">Lexema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/locucao-contracao-e-fraseologia\/\">Locu\u00e7\u00e3o, contra\u00e7\u00e3o e fraseologia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/substantivo\/\">Substantivo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/flexao-do-substantivo-em-genero\/\">Flex\u00e3o do substantivo em g\u00eanero<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/flexao-do-substantivo-em-grau\/\">Flex\u00e3o do substantivo em grau<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/flexao-do-substantivo-em-numero\/\">Flex\u00e3o do substantivo em n\u00famero<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/adjetivos\/\">Adjetivos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/adverbio\/\">Adv\u00e9rbio<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/propriedades-de-adverbios\/\">Propriedades de adv\u00e9rbios<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/artigo\/\">Artigo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/demonstrativos\/\">Demonstrativos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/locativos\/\">Locativos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/possessivos\/\">Possessivos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/pronomes\/\">Pronomes<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/preposicao\/\">Preposi\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/analise-semantica-da-preposicao\/\">An\u00e1lise sem\u00e2ntica da preposi\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/contracoes-prepositivas\/\">Contra\u00e7\u00f5es prepositivas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/fraseologias-prepositivas\/\">Fraseologias prepositivas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/derivacao-de-classe-morfologica\/\">Deriva\u00e7\u00e3o de classe morfol\u00f3gica<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando fazemos a segmenta\u00e7\u00e3o dos enunciados, podemos chegar a um ponto em que n\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel desmembrar o segmento sem que se perca sua fun\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica. 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