{"id":379,"date":"2013-10-13T18:40:25","date_gmt":"2013-10-13T21:40:25","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=379"},"modified":"2020-12-06T18:16:23","modified_gmt":"2020-12-06T21:16:23","slug":"categorias-morfologicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/categorias-morfologicas\/","title":{"rendered":"Categorias morfol\u00f3gicas"},"content":{"rendered":"\n<p>N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil definir categorias morfol\u00f3gicas, dada a heterogeneidade do conjunto tradicionalmente levantado pelos linguistas. O melhor em se tratando dessas categorias \u00e9 fazer uma defini\u00e7\u00e3o extensiva. Em portugu\u00eas, nos interessam as categorias tratadas por solu\u00e7\u00f5es baseadas em flex\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>Assim sendo, vamos considerar as categorias de n\u00famero, g\u00eanero, pessoa, caso, tempo, modo e aspecto. Poder\u00edamos agregar \u00e0 lista a categoria de defini\u00e7\u00e3o, ligada ao uso dos artigos, mas em portugu\u00eas esta categoria \u00e9 um caso lim\u00edtrofe que precisa de abordagem \u00e0 parte.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"333\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/morfologia.jpg?resize=500%2C333&#038;ssl=1\" alt=\"Morfologia\" class=\"wp-image-3202\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/morfologia.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/morfologia.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Em outros idiomas, temos mais categorias como locativa, voz e categorias de caso mais ricas que a existente em portugu\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>De forma simplificada, consideramos categoria morfol\u00f3gica a solu\u00e7\u00e3o baseada em flex\u00e3o, usada na l\u00edngua para agregar tra\u00e7os espec\u00edficos ao significado da palavra. Esses tra\u00e7os se distribuem de forma complementar, ou seja, quando um est\u00e1 presente, fica impl\u00edcita a aus\u00eancia do outro e todas as ocorr\u00eancias possuem um dos tra\u00e7os poss\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">N\u00famero<\/h3>\n\n\n\n<p>Nosso sistema de flex\u00e3o em n\u00famero comporta <strong>singular<\/strong> e\u00a0<strong>plural<\/strong>. L\u00ednguas como o grego apresentam singular, dual e plural. A categoria n\u00famero tem fun\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica, pois indica singularidade ou pluralidade do significado do termo flexionado. Tamb\u00e9m apresenta fun\u00e7\u00e3o sint\u00e1tica, pois as frases em portugu\u00eas seguem regras de concord\u00e2ncia em que alguns termos da frase devem concordar entre si em n\u00famero.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">G\u00eanero<\/h3>\n\n\n\n<p>Em portugu\u00eas, h\u00e1 dois g\u00eaneros:\u00a0<strong>feminino<\/strong> e <strong>masculino<\/strong> . N\u00e3o utilizamos o neutro, presente em idiomas como ingl\u00eas e alem\u00e3o. Em alguns casos, a fun\u00e7\u00e3o da categoria g\u00eanero \u00e9 sem\u00e2ntica, como nos pares a seguir:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>O menino\/a menina, o gato\/a gata<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Nos exemplos dados, a categoria g\u00eanero define um tra\u00e7o sem\u00e2ntico, ou seja, estabelece o sexo do ser representado pelo substantivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Em portugu\u00eas, muitos substantivos a que n\u00e3o pode associar caracter\u00edstica de sexo, t\u00eam g\u00eanero impl\u00edcito. \u00c9 o que se v\u00ea na s\u00e9rie a seguir:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>O garfo, a colher, a fa\u00e7a, o prato.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel atribuir caracter\u00edstica sem\u00e2ntica de sexo aos substantivos do exemplo, mas em portugu\u00eas mesmo substantivos&nbsp;<em>assexuados<\/em> est\u00e3o associados convencionalmente a um g\u00eanero para garantir o funcionamento das regras de concord\u00e2ncia sint\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Grau<\/h3>\n\n\n\n<p>Em portugu\u00eas, h\u00e1 dois sistemas de flex\u00e3o de grau: o&nbsp;<strong>diminutivo<\/strong>&#8211;<strong>normal<\/strong>&#8211;<strong>aumentativo<\/strong>, t\u00edpico dos substantivos e adjetivos e o sistema&nbsp;<strong>normal<\/strong>&#8211;<strong>superlativo<\/strong>, usado com adjetivos.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o temos flex\u00e3o de grau comparativo como ocorre, por exemplo, no ingl\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>John is tall. (Jo\u00e3o \u00e9 alto)<\/li><li>John is tall<strong>er<\/strong> than Paul.\u00a0(Jo\u00e3o \u00e9 mais alto que Paulo.)<\/li><li>John is the tall<strong>est<\/strong>. (Jo\u00e3o \u00e9 o mais alto.)<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Caso<\/h3>\n\n\n\n<p>O caso est\u00e1 presente em nossa l\u00edngua nas flex\u00f5es dos pronomes pessoais. Observe o exemplo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Eu<\/strong><em> pedi o livro a ele.<\/em><\/li><li><em>Ele entregou o livro a\u00a0<strong>mim<\/strong>.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Nas duas frases, o mesmo ente \u00e9 representado ora por&nbsp;<em>eu,<\/em> ora por&nbsp;<em>mim<\/em>.&nbsp;<em>Eu<\/em> e&nbsp;<em>mim<\/em> t\u00eam fun\u00e7\u00f5es semelhantes mas s\u00e3o usados em contextos diferentes.&nbsp;<em>Eu<\/em> \u00e9 empregado quando o pronome est\u00e1 em posi\u00e7\u00e3o de sujeito da frase e&nbsp;<em>mim<\/em>, quando em fun\u00e7\u00e3o de objeto. Quando um lexema \u00e9 flexionado segundo a fun\u00e7\u00e3o sint\u00e1tica que desempenha na frase, temos flex\u00e3o de caso.<\/p>\n\n\n\n<p>Em portugu\u00eas, os pronomes pessoais apresentam duas flex\u00f5es de caso:&nbsp;<strong>obl\u00edquo<\/strong> e&nbsp;<strong>reto<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A flex\u00e3o de caso dos nossos pronomes pessoais \u00e9 um res\u00edduo do latim que permaneceu em nossa gram\u00e1tica. Em latim, o uso das flex\u00f5es de caso \u00e9 bem mais intensivo, tanto que os substantivos em latim cl\u00e1ssico apresentavam seis flex\u00f5es de caso.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Pessoa<\/h3>\n\n\n\n<p>A categoria de pessoa \u00e9 usada para discriminar as pessoas do discurso. Elas s\u00e3o tr\u00eas no portugu\u00eas: primeira (quem fala), segunda (a quem se fala) e terceira (de quem se fala).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tempo<\/h3>\n\n\n\n<p>Esta categoria morfol\u00f3gica tamb\u00e9m \u00e9 t\u00edpica dos verbos. Em nosso sistema verbal temos basicamente tr\u00eas tempos:&nbsp;<strong>futuro<\/strong>,&nbsp;<strong>passado<\/strong> e<strong>presente<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Modo<\/h3>\n\n\n\n<p>A categoria de modo est\u00e1 presente no sistema verbal do portugu\u00eas. O verbo pode ser flexionado em tr\u00eas modos diferentes:<strong> imperativo<\/strong>,\u00a0<strong>indicativo<\/strong> e\u00a0<strong>subjuntivo<\/strong>. Simplificadamente, o modo indicativo \u00e9 empregado para indicar a\u00e7\u00f5es de consuma\u00e7\u00e3o certa, o subjuntivo para expressar a\u00e7\u00f5es hipot\u00e9ticas ou o desejo de que determinada a\u00e7\u00e3o venha a se consumar e o imperativo \u00e9 usado para incitar \u00e0 a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Aspecto<\/h3>\n\n\n\n<p>N\u00e3o existe s\u00f3 uma categoria  de aspecto em portugu\u00eas, mas tr\u00eas, que agrupamos em uma s\u00f3 por se manifestarem em apenas algumas flex\u00f5es do sistema verbal.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Afirma\u00e7\u00e3o<\/strong>: O aspecto de afirma\u00e7\u00e3o est\u00e1 presente nas flex\u00f5es verbais do modo imperativo. Este tempo verbal pode ter aspecto\u00a0<strong>afirmativo<\/strong>, quando se incita positivamente \u00e0 a\u00e7\u00e3o ou\u00a0<strong>negativo<\/strong>, quando se incita \u00e0 n\u00e3o consumar a a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Consuma\u00e7\u00e3o<\/strong>: O aspecto de consuma\u00e7\u00e3o ocorre nas flex\u00f5es verbais do futuro do modo indicativo. Este aspecto pode ser\u00a0<strong>confirmado<\/strong>, caso a a\u00e7\u00e3o seja considerada como certa no futuro ou ent\u00e3o, <strong>cancelado<\/strong>, quando a a\u00e7\u00e3o \u00e9 dada como n\u00e3o pass\u00edvel de consuma\u00e7\u00e3o futura.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Dura\u00e7\u00e3o<\/strong>: O aspecto de dura\u00e7\u00e3o est\u00e1 presente nos tempos verbais do modo indicativo passado. Temos o aspecto\u00a0<strong>pontual<\/strong> que indica a\u00e7\u00f5es consumadas em um momento espec\u00edfico. O aspecto\u00a0<strong>durativo<\/strong> indica a\u00e7\u00f5es que se estendem para aqu\u00e9m e al\u00e9m de uma determinada marca temporal no passado. O aspecto imperfeito indica a\u00e7\u00f5es continuadas no passado. Por fim, o aspecto\u00a0<strong>anterior<\/strong> indica a\u00e7\u00e3o consumada num passado anterior a uma marca temporal do passado.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Outras categorias morfol\u00f3gicas<\/h3>\n\n\n\n<p>Existem mais categorias morfol\u00f3gicas em outros idiomas. Em portugu\u00eas, n\u00e3o temos flex\u00e3o de voz, como ocorre, por exemplo, no latim cl\u00e1ssico. Em nossa l\u00edngua, a distin\u00e7\u00e3o de voz \u00e9 feita com solu\u00e7\u00f5es sint\u00e1ticas que dispensam flex\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O artigo: morfema flexivo de defini\u00e7\u00e3o<\/strong>: A Gram\u00e1tica Tradicional e as conven\u00e7\u00f5es de escrita estabelecem que artigo \u00e9 palavra, o que contraria a defini\u00e7\u00e3o de palavra como forma livre m\u00ednima. Mas se admitirmos que artigo \u00e9 morfema flexivo, ent\u00e3o, temos mais uma categoria de flex\u00e3o no portugu\u00eas: a defini\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>A categoria flexiva defini\u00e7\u00e3o supre a necessidade sem\u00e2ntica de distinguir entre dualidades como: particular\/gen\u00e9rico, pr\u00f3prio\/comum, definido\/indefinido. Os artigos do portugu\u00eas apresentam flex\u00e3o\u00a0<strong>definida<\/strong> e\u00a0<strong>indefinida<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Finitude<\/strong>: A Gram\u00e1tica Tradicional considera a categoria de finitude,\u00a0 espec\u00edfica dos verbos. H\u00e1 duas op\u00e7\u00f5es de finitude:\u00a0<strong>finita<\/strong> e\u00a0<strong>infinita<\/strong>. A flex\u00e3o do verbo \u00e9 finita quando porta informa\u00e7\u00e3o de tempo e modo e infinita quando indeterminada em tempo e modo.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>S\u00e3o finitas flex\u00f5es como:\u00a0<em>fizemos<\/em>,\u00a0<em>faz\u00edamos<\/em> e<em>faremos<\/em>.<\/li><li>S\u00e3o infinitas:\u00a0<em>fazer<\/em>,\u00a0<em>fazendo<\/em> e\u00a0<em>feito<\/em>.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A rigor, a categoria de finitude pode ser tratada como a categoria das flex\u00f5es indefinidas em tempo e modo. Tudo depende de como classificamos as flex\u00f5es verbais em portugu\u00eas. Optamos por desconsiderar a categoria de finitude em nossa an\u00e1lise porque n\u00e3o h\u00e1 preju\u00edzo em tratar as flex\u00f5es infinitas como indeterminadas em tempo e modo. Com isso, simplificamos a classifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Resumindo as possibilidades de flex\u00e3o de cada categoria morfol\u00f3gica do portugu\u00eas temos a seguinte tabela:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table aligncenter is-style-stripes\"><table><tbody><tr><td><strong>Categoria<\/strong><\/td><td><strong>Flex\u00f5es<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>N\u00famero<\/td><td>Plural e singular<\/td><\/tr><tr><td>G\u00eanero<\/td><td>Feminino e masculino<\/td><\/tr><tr><td>Grau<\/td><td>Aumentativo, diminutivo, normal, e superlativo<\/td><\/tr><tr><td>Caso<\/td><td>Obl\u00edquo e reto<\/td><\/tr><tr><td>Pessoa<\/td><td>Primeira, segunda e terceira<\/td><\/tr><tr><td>Tempo<\/td><td>Futuro, passado e presente<\/td><\/tr><tr><td>Modo<\/td><td>Imperativo, indicativo e subjuntivo<\/td><\/tr><tr><td>Aspecto de afirma\u00e7\u00e3o<\/td><td>Negativo e positivo<\/td><\/tr><tr><td>Aspecto de consuma\u00e7\u00e3o<\/td><td>Cancelado e confirmado<\/td><\/tr><tr><td>Aspecto de dura\u00e7\u00e3o<\/td><td>Anterior, durativo e pontual<\/td><\/tr><tr><td>Defini\u00e7\u00e3o<\/td><td>Definido e indefinido<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Morfologia<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\" id=\"block-e843ba6f-6e3e-4a00-9a86-3524b7cea45c\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/categorias-morfologicas\/\">Categorias morfol\u00f3gicas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/classes-morfologicas\/\">Classes morfol\u00f3gicas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/morfema\/\">Morfema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/classes-de-morfemas-presos\/\">Classes de morfemas presos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/palavra\/\">Palavra<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/lexema\/\">Lexema<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/locucao-contracao-e-fraseologia\/\">Locu\u00e7\u00e3o, contra\u00e7\u00e3o e fraseologia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/substantivo\/\">Substantivo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/flexao-do-substantivo-em-genero\/\">Flex\u00e3o do substantivo em g\u00eanero<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/flexao-do-substantivo-em-grau\/\">Flex\u00e3o do substantivo em grau<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/flexao-do-substantivo-em-numero\/\">Flex\u00e3o do substantivo em n\u00famero<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/adjetivos\/\">Adjetivos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/adverbio\/\">Adv\u00e9rbio<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/propriedades-de-adverbios\/\">Propriedades de adv\u00e9rbios<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/artigo\/\">Artigo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/demonstrativos\/\">Demonstrativos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/locativos\/\">Locativos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/possessivos\/\">Possessivos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/pronomes\/\">Pronomes<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/preposicao\/\">Preposi\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/analise-semantica-da-preposicao\/\">An\u00e1lise sem\u00e2ntica da preposi\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/contracoes-prepositivas\/\">Contra\u00e7\u00f5es prepositivas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/fraseologias-prepositivas\/\">Fraseologias prepositivas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/derivacao-de-classe-morfologica\/\">Deriva\u00e7\u00e3o de classe morfol\u00f3gica<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil definir categorias morfol\u00f3gicas, dada a heterogeneidade do conjunto tradicionalmente levantado pelos linguistas. O melhor em se tratando dessas categorias \u00e9 fazer uma defini\u00e7\u00e3o extensiva. Em portugu\u00eas, nos interessam as categorias tratadas por solu\u00e7\u00f5es baseadas em flex\u00e3o. Assim sendo, vamos considerar as categorias de n\u00famero, g\u00eanero, pessoa, caso, tempo, modo e aspecto. 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Vejamos quais s\u00e3o as possibilidades na tabela a seguir. Classifica\u00e7\u00e3oFun\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica?Flexionado\u00a0 em g\u00eanero?Tem g\u00eanero impl\u00edcito?Flex\u00e3o dos determinantes ligadosExemplosBiformeSimSimN\u00e3oConcordam com a flex\u00e3o do substantivo que concorda com o contexto.Menino\/menina Gato\/gata\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Morfologia&quot;","block_context":{"text":"Morfologia","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/gramatica\/morfologia\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/substantivo.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":392,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/locucao-contracao-e-fraseologia\/","url_meta":{"origin":379,"position":1},"title":"Locu\u00e7\u00e3o, contra\u00e7\u00e3o e fraseologia","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"Observe a s\u00e9rie: RiograndeBelohorizonteMatogrosso Vamos usar os itens da s\u00e9rie em dois contextos diferentes: Exploramos uma regi\u00e3o selvagem, de mato grosso, cortada por um rio grande e de onde se avista um belo horizonte.Ele \u00e9 natural de Rio Grande mas j\u00e1 morou em Belo Horizonte e est\u00e1 se mudando para\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Morfologia&quot;","block_context":{"text":"Morfologia","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/gramatica\/morfologia\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/morfologia.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":414,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/contracoes-prepositivas\/","url_meta":{"origin":379,"position":2},"title":"Contra\u00e7\u00f5es prepositivas","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"Observe a s\u00e9rie: Festa\u00a0da vit\u00f3ria.Brilho\u00a0do olho.Estrada\u00a0das cataratas.Terra\u00a0dos pinheirais. Os itens em negrito s\u00e3o resultados de acomoda\u00e7\u00f5es fonol\u00f3gicas. No caso, s\u00e3o contra\u00e7\u00f5es da preposi\u00e7\u00e3o\u00a0de com os artigos definidos\u00a0a,\u00a0o,\u00a0as e\u00a0os. Em portugu\u00eas, as preposi\u00e7\u00f5es interagem fonologicamente com outros itens de l\u00e9xico. Nessas intera\u00e7\u00f5es predominam as contra\u00e7\u00f5es. 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Vejamos na tabela a seguir quais s\u00e3o as possibilidades. Classifica\u00e7\u00e3o Fun\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica?Flexionado\u00a0 em n\u00famero?Tem n\u00famero impl\u00edcito?Flex\u00e3o dos determinantes ligadosExemplosFlexionadosSimSim.N\u00e3oConcordam com\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Morfologia&quot;","block_context":{"text":"Morfologia","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/gramatica\/morfologia\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/substantivo.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":375,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/gramatica\/morfologia\/morfema\/","url_meta":{"origin":379,"position":5},"title":"Morfema","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"Quando fazemos a segmenta\u00e7\u00e3o dos enunciados, podemos chegar a um ponto em que n\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel desmembrar o segmento sem que se perca sua fun\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica. 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