{"id":59,"date":"2013-06-16T20:26:46","date_gmt":"2013-06-16T23:26:46","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=59"},"modified":"2020-11-18T15:06:02","modified_gmt":"2020-11-18T18:06:02","slug":"formas-narrativas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/narratology\/formas-narrativas\/","title":{"rendered":"Formas narrativas"},"content":{"rendered":"\n<p>Vamos come\u00e7ar tratando de tr\u00eas formas narrativas que admitem uma abordagem em conjunto: o conto, a novela e o romance. Um modo produtivo de tratar do conto, da novela e do romance como formas narrativas \u00e9 por compara\u00e7\u00e3o. A diferen\u00e7a mais vis\u00edvel entre elas \u00e9 a extens\u00e3o f\u00edsica. Pode-se dizer que um conto longo pode ser confundido com uma novela curta, e que uma novela longa passa por romance curto. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"333\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/narratologia.jpg?resize=500%2C333&#038;ssl=1\" alt=\"Narratologia\" class=\"wp-image-3262\" title=\"Narratologia\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/narratologia.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/narratologia.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Os limites s\u00e3o fluidos e subjetivos, mas os problemas de defini\u00e7\u00e3o s\u00f3 aparecem nas zonas de interface. Ningu\u00e9m chama um discurso narrativo com menos de dez mil palavras de romance, nem tampouco outro com cem mil palavras de conto. Pela extens\u00e3o, conto \u00e9 uma narrativa curta, novela \u00e9 a narrativa de extens\u00e3o m\u00e9dia e o romance a de longa extens\u00e3o. Esta caracter\u00edstica de extens\u00e3o condiciona outras caracter\u00edsticas de cada tipo de narrativa. Por ser curto o conto tende a ser mais sint\u00e9tico, j\u00e1 o romance, mais anal\u00edtico. <\/p>\n\n\n\n<p>Por ser curto o conto costuma ter um n\u00facleo de a\u00e7\u00e3o restrito enquanto o romance admite v\u00e1rios n\u00facleos com raio de a\u00e7\u00e3o mais vasto, ou seja, o conto \u00e9 mais vers\u00e1til para tem\u00e1ticas que admitem um tratamento menos extenso, enquanto o romance \u00e9 mais vers\u00e1til para a abordagem de temas que exigem maior extens\u00e3o no tratamento.<\/p>\n\n\n\n<p>O conto, por ser mais curto, normalmente pode ser lido de uma s\u00f3 vez, com facilidade. J\u00e1 o romance, para ser lido integralmente, sem interrup\u00e7\u00e3o, apresenta dificuldade para o leitor m\u00e9dio. Essas caracter\u00edsticas tornam o conto diferenciado do romance na quest\u00e3o do envolvimento do leitor. No romance o contato do leitor com a narrativa \u00e9 maior, mas truncado por intervalos. No conto, geralmente, a intera\u00e7\u00e3o \u00e9 mais curta, por\u00e9m \u00e9 realizada sem interrup\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Romance mononuclear e plurinuclear<\/h3>\n\n\n\n<p>Existe uma dificuldade consider\u00e1vel em certos casos para se ter unanimidade sobre o que \u00e9 um n\u00facleo narrativo num dado romance. Noutros casos o problema \u00e9 mais simples. O romance&nbsp;<em>Cem Anos de Solid\u00e3o<\/em>, de Gabriel Garcia Marquez, por exemplo, \u00e9 um caso t\u00edpico de romance plurinuclear. Nesse romance os n\u00facleos se desenvolvem em fun\u00e7\u00e3o dos personagens. Ao longo do livro o autor dedica aten\u00e7\u00e3o ora a um ora a outro personagem e, no final, tem-se v\u00e1rias biografias interligadas pelos la\u00e7os familiares dos personagens.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Cr\u00f4nica<\/h3>\n\n\n\n<p>A caracter\u00edstica marcante da cr\u00f4nica moderna \u00e9 o fato de ela ser redigida para publica\u00e7\u00e3o em jornal. Isto a condiciona em muitas de suas propriedades, tais como:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Curta<\/strong>. Face \u00e0 in\u00e9rcia do leitor t\u00edpico, deve ser curta, como pede o jornalismo.<\/li><li><strong>Leve<\/strong>. Na cr\u00f4nica, n\u00e3o se fazem racioc\u00ednios tortuosos, an\u00e1lises sofisticadas, s\u00ednteses maci\u00e7as. A leitura da cr\u00f4nica, sup\u00f5e-se, realiza-se em condi\u00e7\u00f5es distensas, em que as dificuldades de processamento e compreens\u00e3o afugentam o leitor. No jornalismo deseja-se manter a fidelidade do leitor.<\/li><li><strong>L\u00fadica<\/strong>. A cr\u00f4nica deve ser a &#8220;sobremesa&#8221; do jornal. Ap\u00f3s ler as duras not\u00edcias da vida, que nos jornais geralmente abundam, o leitor encontra na cr\u00f4nica um pouco de entretenimento para relaxar.<\/li><li><strong>Atual<\/strong>. Os temas para a cr\u00f4nica devem estar preferencialmente no pr\u00f3prio jornal em que ela est\u00e1 impressa. Como texto para jornal, a cr\u00f4nica se contamina da exig\u00eancia de contemporaneidade t\u00edpica do jornalismo.<\/li><li><strong>Jornal\u00edstica<\/strong>. Ser relativamente fiel aos preceitos estil\u00edsticos do jornalismo, tais como: concis\u00e3o, simplicidade, etc.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Seriado<\/h3>\n\n\n\n<p>O seriado \u00e9 um conjunto de narrativas ou representa\u00e7\u00f5es com as seguintes caracter\u00edsticas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Estanqueidade. Uma narrativa n\u00e3o se comunica e n\u00e3o depende da outra.<\/li><li>As a\u00e7\u00f5es de cada narrativa n\u00e3o causam altera\u00e7\u00e3o no perfil dos personagens comuns do seriado.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Narratologia<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\" id=\"block-71268a25-57a9-4a83-a6a4-a1fc6a564317\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/narratology\/elementos-da-narrativa\/\">Elementos da narrativa<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/narratology\/formas-narrativas\/\">Formas narrativas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/narratology\/continuidade\/\">Continuidade<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/narratology\/descricao\/\">Descri\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/narratology\/narrativas-noticiosa-e-literaria\/\">Narrativas noticiosa e liter\u00e1ria<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/narratology\/recursos-retoricos-em-narracao\/\">Recursos ret\u00f3ricos em narra\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vamos come\u00e7ar tratando de tr\u00eas formas narrativas que admitem uma abordagem em conjunto: o conto, a novela e o romance. Um modo produtivo de tratar do conto, da novela e do romance como formas narrativas \u00e9 por compara\u00e7\u00e3o. A diferen\u00e7a mais vis\u00edvel entre elas \u00e9 a extens\u00e3o f\u00edsica. 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