{"id":91,"date":"2013-09-22T18:57:42","date_gmt":"2013-09-22T21:57:42","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=91"},"modified":"2020-11-27T12:32:42","modified_gmt":"2020-11-27T15:32:42","slug":"taxonomia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/taxonomia\/","title":{"rendered":"Taxonomia a arte da classifica\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>Para apresentarmos nossa teoria taxon\u00f4mica usamos um estilo matem\u00e1tico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Crit\u00e9rio de classifica\u00e7\u00e3o<\/strong>: Um crit\u00e9rio de classifica\u00e7\u00e3o, ou C, para um conjunto com pelo menos dois elementos, a que chamaremos conjunto universo, ou U, \u00e9 um conjunto de proposi\u00e7\u00f5es de argumento \u00fanico, ao qual chamaremos P1, P2, &#8230; Pn, tais que:<\/p>\n\n\n\n<p>Temos ao menos duas proposi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>O conjunto uni\u00e3o dos dom\u00ednios de validade de cada proposi\u00e7\u00e3o em U, \u00e9 o conjunto U. Se chamarmos esses dom\u00ednios abreviadamente: C1, C2, &#8230;, Cn, teremos:<\/p>\n\n\n\n<p>C1 C2 &#8230; Cn = U<\/p>\n\n\n\n<p>Os dom\u00ednios de validade em U das proposi\u00e7\u00f5es s\u00e3o conjuntos disjuntos dois a dois.<\/p>\n\n\n\n<p>C1 C2 =, C2 C3 = , &#8230; Cn-1 Cn =<\/p>\n\n\n\n<p>O dom\u00ednio de validade em U de cada proposi\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 um conjunto vazio.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?ssl=1\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"333\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=500%2C333&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3283\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/retorica-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p><strong>Taxonomia<\/strong>: Uma taxonomia para U, ou T, \u00e9 o conjunto formado por um crit\u00e9rio de classifica\u00e7\u00e3o para U, mais os dom\u00ednios de validade em U das proposi\u00e7\u00f5es do crit\u00e9rio de classifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>T = C, C1, C2, &#8230;, Cn<\/p>\n\n\n\n<p>Das defini\u00e7\u00f5es acima conclu\u00edmos que para uma taxonomia ser consistente devemos considerar todos os elementos do conjunto na classifica\u00e7\u00e3o, e nenhum elemento do conjunto classificado pode verificar mais de uma proposi\u00e7\u00e3o do crit\u00e9rio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>N\u00edvel taxon\u00f4mico<\/strong>: \u00c9 poss\u00edvel criar taxonomias para as classes de uma taxonomia. Quer dizer, \u00e9 poss\u00edvel classificar uma classe.<\/p>\n\n\n\n<p>Para definir o n\u00edvel taxon\u00f4mico de uma classe considera-se o conjunto U como refer\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>N\u00edvel taxon\u00f4mico l \u00e9 o das classes que resultam de uma taxonomia para o conjunto U.<\/li><li>N\u00edvel taxon\u00f4mico 2 \u00e9 o das classes que resultam de uma taxonomia para classes de n\u00edvel l.<\/li><li>N\u00edvel taxon\u00f4mico n \u00e9 o das classes que resultam de uma taxonomia para classes de n\u00edvel n-1.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O n\u00edvel de uma classe \u00e9 conceito an\u00e1logo ao que Arist\u00f3teles chamava de compreens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c1rvore taxon\u00f4mica<\/strong>: Quando a partir de um conjunto universo se cria uma taxonomia seguida de outras para as classes geradas e outras indefinidamente, de modo que obt\u00e9m-se classes com n\u00edveis taxon\u00f4micos diversos diz-se que temos uma \u00e1rvore taxon\u00f4mica. \u00c1rvore taxon\u00f4mica \u00e9 o conjunto das taxonomias criadas para um conjunto raiz.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Genealogia taxon\u00f4mica<\/strong>: Uma classe pertencente a uma \u00e1rvore taxon\u00f4mica que tenha n\u00edvel taxon\u00f4mico n \u00e9 contida por n-l classes da \u00e1rvore. Uma dessas classes \u00e9 de n\u00edvel taxon\u00f4mico n-l, outra de n\u00edvel taxon\u00f4mico n-2, outra de n\u00edvel n-3 e assim por diante at\u00e9 atingirmos o conjunto raiz.<\/p>\n\n\n\n<p>Genealogia de uma classe de uma \u00e1rvore taxon\u00f4mica \u00e9 o conjunto de classes que a cont\u00e9m. Por analogia a genealogia taxon\u00f4mica poderia ser descrita como o caminho que leva da raiz at\u00e9 a classe definida.<\/p>\n\n\n\n<p>A genealogia de uma classe C de n\u00edvel n pode ser representada por uma n-upla ordenada. O primeiro n\u00famero da n-upla designa a classe de n\u00edvel 1 que cont\u00e9m C. O segundo n\u00famero da n-upla designa a classe de n\u00edvel 2 que cont\u00e9m C. O terceiro n\u00famero da n-upla designa a classe de n\u00edvel 3 que cont\u00e9m C. E assim por diante at\u00e9 o en\u00e9simo n\u00famero da n-upla que designa a ordem de C no n\u00edvel n.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Defini\u00e7\u00e3o taxon\u00f4mica<\/strong>: Da genealogia de uma classe C podemos extrair um subconjunto de classes cujas proposi\u00e7\u00f5es juntas s\u00e3o suficientes para definir C em U. Diz-se que esse subconjunto de proposi\u00e7\u00f5es \u00e9 uma defini\u00e7\u00e3o taxon\u00f4mica para C.<\/p>\n\n\n\n<p>O contexto da defini\u00e7\u00e3o taxon\u00f4mica \u00e9 o conjunto U.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma genealogia pode conter mais de uma defini\u00e7\u00e3o taxon\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Defini\u00e7\u00e3o aristot\u00e9lica<\/strong>: Uma defini\u00e7\u00e3o aristot\u00e9lica para a classe C de n\u00edvel n \u00e9 a defini\u00e7\u00e3o taxon\u00f4mica com at\u00e9 dois elementos tirados da genealogia de C, na qual um \u00e9 a proposi\u00e7\u00e3o de n\u00edvel n, chamada diferen\u00e7a espec\u00edfica, outro \u00e9 a proposi\u00e7\u00e3o de n\u00edvel n-l, chamada g\u00eanero pr\u00f3ximo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Economia de classe<\/strong>: \u00c9 o menor n\u00famero de elementos da genealogia suficientes para definir a classe em U.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Classe de ponta<\/strong>: Numa \u00e1rvore taxon\u00f4mica classe de ponta \u00e9 aquela sobre a qual n\u00e3o se cria taxonomia. O conjunto uni\u00e3o de todas as classes de ponta da \u00e1rvore \u00e9 o conjunto raiz.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Equival\u00eancia de ponta<\/strong>: Duas taxonomias t\u00eam equival\u00eancia de ponta quando o conjunto das classes de ponta \u00e9 o mesmo para ambas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\u00c1rvores taxon\u00f4micas not\u00e1veis<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Isoecon\u00f4mica<\/strong>: ocorre quando todas as classes da \u00e1rvore t\u00eam mesma economia. A \u00e1rvore aristot\u00e9lica \u00e9 um exemplo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Aristot\u00e9lica<\/strong>: Todas classes da \u00e1rvore s\u00e3o definidas em U por defini\u00e7\u00f5es aristot\u00e9licas. A economia de todas as classes \u00e9 menor ou igual a 2. Eventualmente podem haver classes com economia l.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Plat\u00f4nica<\/strong>: Os crit\u00e9rios de classifica\u00e7\u00e3o s\u00e3o formados sempre por duas proposi\u00e7\u00f5es, na qual uma \u00e9 a contradit\u00f3ria da outra. \u00c9 a classifica\u00e7\u00e3o por dicotomias. Podemos dizer que para qualquer \u00e1rvore taxon\u00f4mica existe uma \u00e1rvore taxon\u00f4mica plat\u00f4nica, que lhe \u00e9 equivalente na ponta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por propriedades<\/strong>: Para toda classe Ci, j, k,&#8230;n, Pi, j, k,&#8230;n \u00e9 defini\u00e7\u00e3o taxon\u00f4mica. A economia de todas as classes da \u00e1rvore \u00e9 1.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por crit\u00e9rios independentes<\/strong>: Para toda classe de n\u00edvel n da \u00e1rvore, a economia \u00e9 igual a n. Neste caso, a classe s\u00f3 \u00e9 definida pela sua genealogia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ison\u00edveis<\/strong>: Todas as classes de ponta da \u00e1rvore t\u00eam mesmo n\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Matriciais<\/strong>: Chamamos eixo de uma \u00e1rvore taxon\u00f4mica matricial cada um dos crit\u00e9rios de classifica\u00e7\u00e3o identific\u00e1veis na taxonomia. Numa \u00e1rvore taxon\u00f4mica em U de n eixos podemos identificar n crit\u00e9rios de classifica\u00e7\u00e3o. Cada um dos n crit\u00e9rios aplicados em U gera uma taxonomia para U. As taxonomias matriciais podem ser representadas por matrizes com dimens\u00e3o igual ao n\u00famero de eixos da taxonomia.<\/p>\n\n\n\n<p>Tomemos como exemplo uma \u00e1rvore taxon\u00f4mica com dois eixos: a que o Grupo N\u00fc prop\u00f4s para classificar os recursos de Ret\u00f3rica, que eles designam por &#8216;met\u00e1boles&#8217;. O primeiro eixo dessa classifica\u00e7\u00e3o divide as met\u00e1boles em metaplasmos, metataxes, metassememas ou metalogismos. O segundo eixo da classifica\u00e7\u00e3o divide as met\u00e1boles em: de supress\u00e3o, de adjun\u00e7\u00e3o, de supress\u00e3o-adjun\u00e7\u00e3o e de permuta\u00e7\u00e3o. Essa \u00e1rvore taxon\u00f4mica do Grupo N\u00fc pode ser representada por uma matriz de duas dimens\u00f5es. Isso corresponde graficamente a uma tabela com quatro linhas, quatro colunas e dezesseis c\u00e9lulas. Em resumo, a \u00e1rvore taxon\u00f4mica das met\u00e1boles tem dois crit\u00e9rios de classifica\u00e7\u00e3o, logo, dois eixos, dezesseis classes de ponta com n\u00edvel dois e cinco taxonomias.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Taxonomias adequadas<\/h3>\n\n\n\n<p>Por um automatismo pr\u00f3prio de quem busca o conhecimento, o estudioso, diante de um conjunto numeroso e d\u00edspar, se v\u00ea tentado a reduzir a quantidade e a disparidade. Um dos meios que se lan\u00e7a m\u00e3o para isto \u00e9 a taxonomia.<\/p>\n\n\n\n<p>Taxonomias s\u00e3o \u00fateis para o conhecimento, mas s\u00f3 sob certas condi\u00e7\u00f5es. A primeira condi\u00e7\u00e3o \u00e9 a a consist\u00eancia, ou seja, a taxonomia gerada tem que atender \u00e0 defini\u00e7\u00e3o geral para taxonomias. Para isso deve abranger todos os elementos, e nenhum deles deve ser pass\u00edvel de constar em mais de uma classe taxon\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n<p>A segunda condi\u00e7\u00e3o \u00e9 a relev\u00e2ncia. Os crit\u00e9rios de classifica\u00e7\u00e3o usados devem distinguir as classes apontando as semelhan\u00e7as e diferen\u00e7as relevantes entre os elementos classificados.<\/p>\n\n\n\n<p>A terceira condi\u00e7\u00e3o \u00e9 a pertin\u00eancia ao contexto a que se destina. Se as classifica\u00e7\u00f5es dos recuros ret\u00f3ricos, por exemplo, fossem feitas n\u00e3o por ret\u00f3ricos, mas por humoristas, talvez fosse conveniente separar os recursos em engra\u00e7ados, muito engra\u00e7ados, pouco engra\u00e7ados e sem gra\u00e7a nenhuma.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma taxonomia consistente, relevante e pertinente n\u00e3o \u00e9 melhor nem pior que outra igualmente consistente, relevante e pertinente para o mesmo conjunto. Em outras palavras, n\u00e3o existe classifica\u00e7\u00e3o natural, ideal. N\u00e3o existe &#8216;a&#8217; taxonomia para um conjunto. Existem apenas taxonomias adequadas.<\/p>\n\n\n\n<p>As taxonomias que melhoram nosso conhecimento s\u00e3o, geralmente, as indutivas. S\u00e3o aquelas cujas proposi\u00e7\u00f5es que formam o crit\u00e9rio de classifica\u00e7\u00e3o s\u00e3o generaliza\u00e7\u00f5es sobre os elementos do universo considerado.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Ilus\u00f5es sobre a qualidade de taxonomias<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Ilus\u00e3o das regularidades geom\u00e9tricas<\/strong>: Plat\u00e3o, por exemplo, gostava de classifica\u00e7\u00f5es por dicotomia. Esta regularidade lhe parecia perfeita. H\u00e1 quem se sinta bem diante de uma \u00e1rvore taxon\u00f4mica sim\u00e9trica, ou isoecon\u00f4mica, ou ison\u00edveis, etc. O estudioso deve se precaver da tenta\u00e7\u00e3o de achar que taxonomias com regularidades geom\u00e9tricas s\u00e3o essencialmente superiores ou que uma taxonomia s\u00f3 \u00e9 boa se tiver regularidades geom\u00e9tricas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ilus\u00e3o da analogia perfeita<\/strong>: Por vezes, ao criar uma taxonomia, o estudioso \u00e9 levado a crer que a classifica\u00e7\u00e3o deve ter similaridade com alguma coisa tomada a priori sem saber corretamente at\u00e9 onde se estende essa similaridade. Um exemplo: na Ret\u00f3rica temos v\u00e1rias classifica\u00e7\u00f5es para recursos ret\u00f3ricos que sup\u00f5e similaridade entre Ret\u00f3rica e Ling\u00fc\u00edstica. Assim, os recursos ret\u00f3ricos s\u00e3o classificados em fonol\u00f3gicos, morfol\u00f3gicos, sint\u00e1ticos, sem\u00e2nticos e geralmente mais uma classe para recursos de n\u00edvel superior ao gramatical. Os nomes usados n\u00e3o s\u00e3o exatamente estes, mas \u00e9 f\u00e1cil perceber a inten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Taxonomias geradas a partir de analogias s\u00e3o apenas um caso de m\u00e9todo indutivo de gera\u00e7\u00e3o. Poder\u00edamos citar tantos casos de problemas com taxonomias quantos fossem os m\u00e9todos indutivos, pois, para cada m\u00e9todo indutivo h\u00e1 uma via errada a ele associada. Este estudo, por\u00e9m, escapa \u00e0 Ret\u00f3rica, pertence \u00e0 epistemologia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Categorias ret\u00f3ricas<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/atratividade\/\">Atratividade do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/comunicabilidade\/\">Comunicabilidade<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/concisao\/\">Concis\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/conotacao\/\">Conota\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/definicao\/\">Defini\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/dualidades-do-discurso\/\">Dualidades do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/atenuacao-e-agravamento\/\">Eufemismo e disfemismo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/legibilidade\/\">Legibilidade<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/propriedade\/\">Propriedade do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/quantidade-de-informacao\/\">Quantidade de informa\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/sociabilidade\/\">Sociabilidade<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/sofistica\/\">Sof\u00edstica<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/taxonomia\/\">Taxonomia<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para apresentarmos nossa teoria taxon\u00f4mica usamos um estilo matem\u00e1tico. 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D\u00edgrafoFonemas que representaExemplosam\/\u00e3\/ambos\u00e2m\/\u00e3\/\u00e2mbitoan\/\u00e3\/antes\u00e2n\/\u00e3\/\u00e2nforach\/x\/chuvaem\/\u1ebd\/empuxo\u00eam\/\u1ebd\/\u00eamboloen\/\u1ebd\/enchente\u00ean\/\u1ebd\/\u00eanfaseim\/\u0129\/imp\u00e9rio\u00edm\/\u0129\/\u00edmpetoin\/\u0129\/interno\u00edn\/\u0129\/\u00edntegrolh\/\u03bb\/telhanh\/\u00f1\/lenhaom\/\u00f5\/ombro\u00f4m\/\u00f5\/c\u00f4mputoon\/\u00f5\/ontem\u00f4n\/\u00f5\/c\u00f4nsulqu *\/c\/querorr\/R\/carrosc **\/s\/florescers\u00e7 **\/s\/des\u00e7ass\/s\/assim\u00e9tricoum\/\u0169\/cumpre\u00fam\/\u0169\/pl\u00fambeoun\/\u0169\/mundo\u00fan\/\u0169\/an\u00fancioxc\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Grafologia&quot;","block_context":{"text":"Grafologia","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/category\/gramatica\/grafologia\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":100,"url":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/definicao\/","url_meta":{"origin":91,"position":4},"title":"Defini\u00e7\u00e3o","author":"Radam\u00e9s","date":false,"format":false,"excerpt":"Defini\u00e7\u00e3o \u00e9 um enunciado que delimita um conceito na sua exata extens\u00e3o e compreens\u00e3o, de modo un\u00edvoco em dado contexto, intelig\u00edvel para dado background e de modo eficaz para determinada fun\u00e7\u00e3o. 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