{"id":94,"date":"2013-09-22T19:08:45","date_gmt":"2013-09-22T22:08:45","guid":{"rendered":"http:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/?p=94"},"modified":"2020-11-27T10:43:51","modified_gmt":"2020-11-27T13:43:51","slug":"dualidades-do-discurso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/dualidades-do-discurso\/","title":{"rendered":"Dualidades do discurso"},"content":{"rendered":"\n<p>Algumas caracter\u00edsticas do discurso s\u00e3o determinadas por dualidades como&nbsp; as apresentadas na sequ\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O discurso oral e o escrito<\/h3>\n\n\n\n<p>O discurso oral e o escrito t\u00eam particularidades que os fazem diferir. Vejamos algumas caracter\u00edsticas inerentes a um e outro.<\/p>\n\n\n\n<p>No discurso oral n\u00e3o existe a possibilidade do retorno do discurso, exceto se o receptor pedir ao emissor que o fa\u00e7a, o que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel em discursos sem retorno. Contrariamente, no discurso escrito o leitor pode retornar a uma parte do texto que n\u00e3o tenha compreendido. Este fato geralmente faz com que os profissionais da palavra, como os que atuam no telejornalismo coloquem nos discursos orais uma taxa maior de redund\u00e2ncia que a usada no escrito, para suprimir as defici\u00eancias de assimila\u00e7\u00e3o do receptor.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"332\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=500%2C332&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3236\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https:\/\/i0.wp.com\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/files\/gram%C3%A1tica.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>No discurso oral est\u00e1 presente a entoa\u00e7\u00e3o, que acrescenta \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o um segundo c\u00f3digo, e em alguns casos tamb\u00e9m o gestual, um terceiro c\u00f3digo. Na maioria dos casos o emissor de um discurso oral lan\u00e7a m\u00e3o dos recursos gestuais e entoativos de comunica\u00e7\u00e3o. \u00c9 raro algu\u00e9m falar como se escrevesse, abstraindo a entoa\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>Na escrita, por\u00e9m, a entoa\u00e7\u00e3o e os gestos t\u00eam de ser abstra\u00eddos, em fun\u00e7\u00e3o das limita\u00e7\u00f5es da escrita para reproduzir o entoativo e o gestual. No discurso oral temos uma comunica\u00e7\u00e3o com tr\u00eas c\u00f3digos sobrepostos e na escrita, dos tr\u00eas c\u00f3digos, persiste apenas o lingu\u00edstico, que \u00e9 modificado pela edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O discurso formal e o informal<\/h3>\n\n\n\n<p>A formalidade e a informalidade s\u00e3o categorias sociol\u00f3gicas que exercem sua influ\u00eancia na forma do discurso. A formalidade do discurso \u00e9 uma caracter\u00edstica relativa, pois n\u00e3o existe discurso absolutamente formal. Normalmente diz-se que um discurso \u00e9 formal quando sua formalidade, est\u00e1 acima da m\u00e9dia dos demais discursos.<\/p>\n\n\n\n<p>Existem padr\u00f5es sociais de excel\u00eancia de comportamento, extensivos tamb\u00e9m ao modo de discursar, que em certas ocasi\u00f5es s\u00e3o mais adequados que em outras. Alguns padr\u00f5es de excel\u00eancia para o discurso formal.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Supress\u00e3o do chulo e de outras palavras tabu \u00e9 b\u00e1sica para o discurso formal.<\/li><li>Supress\u00e3o das anomalias formais. No discurso formal n\u00e3o pode haver solecismos, ambig\u00fcidades, barbarismos, etc.<\/li><li>Seguran\u00e7a: deve-se eliminar a hesita\u00e7\u00e3o, o anacoluto, o equ\u00edvoco.<\/li><li>Respeito ao idioma-padr\u00e3o. No discurso formal s\u00e3o vedadas especialmente as variantes populares.<\/li><li>Precis\u00e3o, clareza, organiza\u00e7\u00e3o e outras caracter\u00edsticas consideradas virtudes de estilo s\u00e3o exigidas no discurso formal.<\/li><li>No discurso oral, exige-se boa dic\u00e7\u00e3o, bom volume de voz, nem alto nem fraco.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Em oposi\u00e7\u00e3o ao discurso formal, t\u00edpico das situa\u00e7\u00f5es de relacionamento social em que se cobra alto desempenho do emissor, se coloca o discurso informal, t\u00edpico das ocasi\u00f5es distensas do conv\u00edvio social. O informal caracteriza-se por uma certa toler\u00e2ncia com o que o formal reprova.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O discurso espont\u00e2neo e o elaborado<\/h3>\n\n\n\n<p>A diferen\u00e7a b\u00e1sica entre esses discursos \u00e9 que no primeiro a emiss\u00e3o ocorre concomitante \u00e0 codifica\u00e7\u00e3o e no segundo h\u00e1 uma defasagem de tempo entre a codifica\u00e7\u00e3o e a emiss\u00e3o, o que permite os processo da revis\u00e3o e da vers\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o caracter\u00edsticas do discurso espont\u00e2neo: retifica\u00e7\u00e3o, hesita\u00e7\u00e3o, redund\u00e2ncia, imprecis\u00e3o, desconexidade, desorganiza\u00e7\u00e3o, anacolutos, equ\u00edvocos e impropriedades.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O discurso p\u00fablico e o privado<\/h3>\n\n\n\n<p>O discurso privado tem um destinat\u00e1rio \u00fanico, definido. Contrariamente, o discurso p\u00fablico tem um destinat\u00e1rio indefinido, coletivo. Em fun\u00e7\u00e3o disso, algumas caracter\u00edsticas diferenciam um do outro.<\/p>\n\n\n\n<p>No discurso p\u00fablico h\u00e1 diversas maneiras de supor o destinat\u00e1rio. Existe a suposi\u00e7\u00e3o que faz a abstra\u00e7\u00e3o m\u00e1xima do receptor, tratando-o como uma entidade sem atributos, exceto o de ser receptor.<\/p>\n\n\n\n<p>Existe a suposi\u00e7\u00e3o de vincul\u00e1-lo a um grupo, o que lhe d\u00e1 alguns contornos de defini\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Existe a possibilidade do tratamento impessoal, comum, por exemplo, no jornalismo mais sisudo e existe a possibilidade de um tratamento mais pessoal, como \u00e9 comum na publicidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Existe a possibilidade de abstrair as caracter\u00edsticas mais particulares do receptor ou ent\u00e3o arbitrai-las. Um exemplo desse arb\u00edtrio ocorre quando um apresentador de televis\u00e3o diz: &#8216;Voc\u00ea, telespectador, a\u00ed sentado em sua poltrona.&#8217; O apresentador est\u00e1 se fixando na id\u00e9ia de que \u00e9 t\u00edpico assistir televis\u00e3o sentado numa poltrona. Mas \u00e9 claro que h\u00e1 espectador assistindo ao programa em p\u00e9, deitado, na banheira, etc. O arb\u00edtrio geralmente se baseia em suposi\u00e7\u00f5es de tipicidade.<\/p>\n\n\n\n<p>No discurso p\u00fablico \u00e9 comum n\u00e3o se fazer refer\u00eancias ao contexto do receptor. Em certos, casos essas refer\u00eancias s\u00e3o arbitradas nos mesmos moldes com que se faz o arb\u00edtrio das caracter\u00edsticas do receptor.<\/p>\n\n\n\n<p>Impessoalidade: \u00c9 a caracter\u00edstica do discurso em que s\u00e3o abstra\u00eddas ao m\u00e1ximo as caracter\u00edsticas do receptor e do emissor, em que n\u00e3o se faz refer\u00eancia ao contexto que os circunda, opta-se pelas formas gramaticais menos ligadas \u00e0 pessoa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Discurso com retorno e sem retorno<\/h3>\n\n\n\n<p>O discurso com retorno \u00e9 aquele em que receptor e emissor interagem mutuamente. Eles trocam de pap\u00e9is constantemente ao longo do discurso, que neste caso passa a condi\u00e7\u00e3o de di\u00e1logo. Algumas caracter\u00edsticas desses:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>No discurso com retorno s\u00e3o comuns as ocorr\u00eancias f\u00e1ticas.<\/li><li>Em discursos sem retorno o emissor tem que se preocupar bem mais com a clareza, a precis\u00e3o, a comunicabilidade em geral, pois n\u00e3o h\u00e1 possibilidade de confirmar a transmiss\u00e3o.<\/li><li>No discurso com retorno s\u00e3o comuns refer\u00eancias ao contexto circundante.<\/li><li>O discurso com retorno \u00e9 mais abundante em ap\u00f3strofos e vocativos. O discurso torna-se mais pessoal.<\/li><li>No discurso com retorno \u00e9 mais abundante a presen\u00e7a de elipses dr\u00e1sticas, que se tornam previs\u00edveis em fun\u00e7\u00e3o da maior contextualiza\u00e7\u00e3o do discurso.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Discursos ant\u00edpodas<\/h3>\n\n\n\n<p>Vamos analisar as diferen\u00e7as entre dois casos extremos: o discurso falado espont\u00e2neo informal privado e com retorno versus o escrito elaborado formal p\u00fablico e sem retorno<\/p>\n\n\n\n<p>A seguir, uma listagem das caracter\u00edsticas que diferenciam a forma mais distensa do discurso de sua forma mais tensa . Citaremos as caracter\u00edsticas t\u00edpicas do discurso falado espont\u00e2neo informal privado e com retorno que s\u00e3o opostas \u00e0 forma mais tensa:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Abund\u00e2ncia de interjei\u00e7\u00f5es e outras manifesta\u00e7\u00f5es de uso expressivo;<\/li><li>Retifica\u00e7\u00e3o do discurso;<\/li><li>Anomalias discursivas;<\/li><li>Hesita\u00e7\u00f5es;<\/li><li>Desconexidade;<\/li><li>Elipses dr\u00e1sticas;<\/li><li>Equ\u00edvocos;<\/li><li>Desorganiza\u00e7\u00e3o;<\/li><li>Fus\u00e3o do discurso lingu\u00edstico com o entoativo e o gestual;<\/li><li>Imprecis\u00e3o;<\/li><li>Indu\u00e7\u00f5es fonol\u00f3gicas espont\u00e2neas;<\/li><li>Ocorr\u00eancias metalingu\u00edsticas;<\/li><li>Redund\u00e2ncia;<\/li><li>Refer\u00eancias ao contexto circundante;<\/li><li>Uso de variantes de pron\u00fancia distintas do idioma-padr\u00e3o;<\/li><li>Uso de anacolutos;<\/li><li>Ocorr\u00eancias f\u00e1ticas.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Categorias ret\u00f3ricas<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/atratividade\/\">Atratividade do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/comunicabilidade\/\">Comunicabilidade<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/concisao\/\">Concis\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/conotacao\/\">Conota\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/definicao\/\">Defini\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/dualidades-do-discurso\/\">Dualidades do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/atenuacao-e-agravamento\/\">Eufemismo e disfemismo<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/legibilidade\/\">Legibilidade<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/propriedade\/\">Propriedade do discurso<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/quantidade-de-informacao\/\">Quantidade de informa\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/sociabilidade\/\">Sociabilidade<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/sofistica\/\">Sof\u00edstica<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/radames.manosso.nom.br\/linguagem\/retorica\/categorias\/taxonomia\/\">Taxonomia<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Algumas caracter\u00edsticas do discurso s\u00e3o determinadas por dualidades como&nbsp; as apresentadas na sequ\u00eancia. 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