Calçada pública de granito para bacanas

No início de 2013 os curitibanos foram surpreendidos com uma obra pública para lá de estilosa. A revitalização em andamento da Rua Bispo Dom José previa a pavimentação de 5.000 metros de calçada com pranchas de granito. Localizada no bairro nobre do Batel, a calçada de granito deixou indignados muitos curitibanos entre os quais me incluo. Curitiba é mal servida de calçadas. Em muitas ruas elas são precárias, esburacadas e irregulares. Em outras, sequer existe calçada e, por isso, surpreende a decisão da administração do ex-prefeito Luciano Ducci de pavimentar uma rua com granito, revestimento nobre e caro. O novo prefeito Gustavo Fruet interveio e decidiu manter o granito apenas nos 1.000 metros já instalados. Nos demais 4.000 metros da obra serão utilizados lajotas de concreto (paver), o mesmo pavimento usado nos demais bairros da cidade.


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Caminhar no parque é ecológico?

Não há dúvida que as áreas verdes melhoram a qualidade de vida na cidade. Elas reduzem o calor excessivo gerado pelo concreto e asfalto; diminuem a poluição sonora; servem de abrigo para animais da região; têm um ótimo efeito paisagístico; servem ao lazer da população; enfim as áreas verdes são ótimas para os habitantes da cidade, mas seriam úteis à preservação do meio ambiente? Vamos por partes.

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Os riscos da monocultura urbana

A prefeitura do Rio de Janeiro resolveu dar combate a um problema típico das grandes cidades: a concentração de alguns setores do comércio em ruas e áreas urbanas específicas. No Rio de Janeiro o problema identificado pela prefeitura é o grande número de agências bancárias e farmácias em ruas do Leblon como a Visconde de Pirajá. Essas ruas são consideradas de interesse cultural e histórico e, por isso, a prefeitura quer dar mais diversidade ao uso dessas áreas. O subsecretário do Patrimônio Cultural do Rio Washington Fajardo promete criar entraves de agora em diante à criação de novas agências bancárias e farmácias na região. Alguns setores acham que a ideia é uma intervenção abusada da Prefeitura em questões que devem ser reguladas pelo mercado. Há quem diga, por outro lado, que essas intervenções são justificadas pelo interesse público.

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Poluição do ar é coisa de pobre

A cidade com o ar mais poluído é Ahvaz no Irã, seguida por Ulan Bator, capital da Mongólia, e por Sanandaj também no Irã. Considerando as 50 cidades com pior concentração de material particulado, observamos que a maioria está localizada na Ásia (47) e três estão na África. Os dados são da OMS (Organização Mundial de Saúde) que divulgou seu relatório 2011 sobre a poluição do ar em mais de 1000 cidades ao redor do mundo.

Dezessete áreas brasileiras constam no relatório.  A lista a seguir mostra a posição das cidades brasileiras no ranking mundial e a concentração média anual de material particulado de cada uma.

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Uma conquista ambiental que completa 150 anos

O  Parque Nacional da Tijuca é o mais visitado do Brasil e tem grande importância para a cidade do Rio de janeiro. No parque estão pontos turísticos como a pedra da Gávea e o Corcovado. O parque regula a temperatura urbana, evita deslizamentos de encostas, é fonte de água e atende o lazer da população. O que muita gente não sabe é que a mata do parque não é nativa. Há 150 anos a área do parque estava degradada pela exploração predatória e causava prejuízos à cidade, inclusive falta d’água. Em 1861 D.Pedro II baixou decreto desapropriando a área atual do parque. Graças ao reflorestamento com espécies nativas e à ação da natureza, a mata se recompôs. Em 1961 foi criado o Parque Nacional da Tijuca.

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