Remédio vencido também precisa de coleta seletiva

Aos poucos a coleta seletiva de resíduos está se expandindo. Agora é a vez dos remédios vencidos que em São Paulo ao menos já contam com postos de coleta. Quem acompanha a evolução da consciência ambiental há mais tempo como eu lembra que há alguns anos atrás a luta era fazer as pessoas colocarem o lixo na lixeira. Com o tempo, surgiu a coleta seletiva básica que consiste em separar o lixo reciclável do resto não reciclável. Mais tarde, surgiram as quatro lixeiras coloridas para separar plástico, metal, papel e vidro. Depois vieram algumas lixeiras a mais como a marrom para lixo orgânico e a laranja para os perigosos. Mas isso tudo ainda não é suficiente. Existe a coleta de resíduos especiais como baterias, pilhas, óleo comestível, caliça, podas de árvores e lixo hospitalar. Indo por essa linha, os remédios vencidos também devem ser tratados como resíduo especial. O descarte sem critério pode causar problemas de contaminação ambiental, além do risco de serem utilizados indevidamente. O descarte correto do remédio vencido não é só uma questão ambiental, mas de saúde. Em casa, os remédios vencidos são uma ameaça, principalmente às crianças. Jogados no lixo comum podem ser consumidos indevidamente.

Continue lendo “Remédio vencido também precisa de coleta seletiva”

Uma cidade que precisa importar lixo

Boras na Suécia importa lixo, pois a produção própria não é suficiente para abastecer seus geradores de biogás. A cidade de 64 mil habitantes é modelo em tratamento de resíduos sólidos. Apenas 4% do resíduo gerado na cidade é enviado para o incinerador e é utilizado como fonte de energia térmica. A maior parte do lixo é tratado com a cooperação dos moradores, da Universidade e empresas locais. Uma parte do resíduo é reciclada e outra usada para produção de biogás para abastecer a frota de ônibus, casas e o comércio local.

Continue lendo “Uma cidade que precisa importar lixo”

Rumo ao resíduo zero

A casa ecológica produz pouco resíduo sólido, graças a uma série de boas práticas dos moradores, mas será que é possível reduzir esse resíduo a zero? Provavelmente não no estágio atual da nossa sociedade, a menos que se adote um estilo radical de vida inviável para a maioria das pessoas. Uma volta pelos corredores do supermercado nos mostra que muitos produtos são vendidos em embalagens pouco ecológicas que vão gerar resíduo não reciclável mais adiante. O que fazer então? Passar fome ou viver de uma pequena horta orgânica plantada no quintal? Calma! A dificuldade não deve desanimar o cidadão ecológico, pois se não é possível zerar o resíduo da casa dá para amenizar bastante a situação tratando em casa uma parte dele, garantindo que todo o resíduo reciclável seja efetivamente reciclado e reduzindo ao mínimo o material não reciclável. Vamos fazer algumas contas de padeiro para ver até onde é possível chegar sem esforços hercúleos.

Continue lendo “Rumo ao resíduo zero”

Enviando lixo para reciclagem pelo correio

Lá em casa tem uma caixa cheia de lâmpadas fluorescentes compactas estragadas. Elas são duráveis, mas não são eternas. Depois que param de funcionar não podem ser jogadas no lixo comum nem quebradas senão liberam mercúrio. Ainda não sei o que fazer para que cheguem a uma empresa de reciclagem especializada nesse tipo de resíduo. Se eu morasse nos EUA teria uma alternativa: poderia enviá-las para a reciclagem pelo correio.

Continue lendo “Enviando lixo para reciclagem pelo correio”

Pequenas grandes ideias ambientais: coleta de lixo eletrônico multimarcas

Quando você começa a separar o lixo, aos poucos vai entendendo que se trata de uma mistura complexa e que a separação bem feita não é fácil. Alguns tipos de lixo são um desafio para o cidadão consciente que deseja ver todos os seus resíduos indo para o destino ideal. O lixo eletrônico é um exemplo de resíduo que dá dor de cabeça para descartar corretamente.

Continue lendo “Pequenas grandes ideias ambientais: coleta de lixo eletrônico multimarcas”