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Sobre Radamés

Engenheiro curitibano pela UFPR, professor e produtor de conteúdos e ferramentas educacionais para a Internet.

Meu minimalismo: estoque mínimo

Uma maneira prática de definir quais bens você deve manter na sua casa minimalista é estabelecer estoques mínimos. Funciona como a dinâmica das empresas modernas que reduzem ao mínimo os estoques e operam no modo just in time, ou seja, só adquirem o bem quando ele realmente vai ser usado.

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Principais cédulas em circulação

Neste post apresento imagens e informações das versões mais recentes das principais cédulas em circulação mundo afora.

Dólar americano

A família do dólar americano é composta por sete cédulas de 1 a 100. As cédulas de um e dois dólares ainda mantem o design mais antigo, enquanto as cédulas de maior valor adotam um design atualizado que incorpora novos recursos de segurança. As efígies são de políticos americanos destacados do século XIX. No verso das cédulas mais recentes temos prédios históricos americanos.

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Meu minimalismo: dúvidas

Eu tinha dúvidas se algumas práticas do meu cotidiano colidiam com a filosofia minimalista. Tentarei resumir as principais na sequência.

Valor sentimental. tenho em casa alguns objetos de valor sentimental como a tesoura de alfaiate do meu pai, a máquina de escrever que eu usava décadas atrás e a máquina de costura de minha mãe. A tesoura do meu pai ainda tem utilidade cotidiana. Ela corta bem. A máquina de costura é usada como aparador de sala e a máquina de escrever decora a estante. Não creio que um minimalista precise se desfazer de seus velhos bens sentimentais, mas pode tentar dar a eles um uso reciclado. Preservar a história familiar é mais importante do que radicalizar no destralhamento. O problema é se tudo para você tem valor sentimental.

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Meu minimalismo: menos redes sociais

Por um bom tempo atuei profissionalmente no mundo digital e, por isso, tinha participação intensa em redes sociais. Nem precisa dizer que chegou uma hora que me vi na obrigação de fazer um destralhamento digital. Participar de redes sociais é quase uma necessidade da vida moderna, mas é preciso controlar a imersão nesse mundo para manter a saúde mental, poupar tempo e ganhar em qualidade de vida. Menos é mais também nos relacionamentos virtuais.

Luz na poça d'água
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Meu minimalismo: menos mídias físicas

Confesso: sou do tempo das mídias físicas. Livro era de papel, música era no disco preto com um buraco no meio e filme era em fita magnética que precisava rebobinar. Para os mais jovens essa discussão sobre mídias físicas é meio fora da casinha, afinal eles sabem que tudo vem da nuvem, até a chuva. Mas deixe-me explicar: sou do tempo em que a editora publicava um livro e se você quisesse ler tinha que comprá-lo, caso contrário a edição se esgotaria e nova chance só dali uns anos quando lançassem nova edição. Em função disso acumulei livros, discos e filmes ao longo da vida. A minha prova de fogo do minimalismo foi me desapegar das mídias físicas. Ainda tenho muitas comigo, mas vendi cerca de um terço do meu acervo até agora e continuarei me desfazendo até reduzir o estoque às peças de consulta frequente ou com valor sentimental. Entendo que a hora de passar a minha midiateca adiante é agora, enquanto ainda existem pessoas interessadas em mídias físicas e que podem fazer bom uso de um bem que já cumpriu seu papel quando estava em minhas mãos.

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