Todos os posts de Radamés

Sobre Radamés

Engenheiro curitibano pela UFPR, professor e produtor de conteúdos e ferramentas educacionais para a Internet.

Meu museu tecnológico doméstico

Tirei a foto juntando peças do meu museu doméstico da tecnologia. Para a nova geração entender vou explicar a função de cada item:

  • Máquina de escrever. Imprime enquanto você digita.
  • Globo. Google Maps 3D que não dava zoom.  Alguns mostram lugares que não existem como União Soviética, Tchecoslováquia e Iugoslávia.
  • Máquina fotográfica analógica. Tinha que mandar os arquivos para revelar.
  • Papel de carta. E-mail enviado em papel. Raramente era spam.
  • Relógio de pulso a corda. Não precisava de bateria e mostrava as horas desde que você lembrasse de dar corda.
  • Papel carbono. Para imprimir várias cópias ao mesmo tempo.
  • Estêncil. Imprimia muitas cópias por um preço baratinho.
  • Long play. Ou LP era um mp3 redondo, preto e com um buraco no meio. Não dava para copiar, mas vinha com uma capa legal, com as letras das músicas e outros bônus.
  • Livro. Esse pdf tinha sistema operacional celulósico que não travava. Era um tipo de E-book reader que armazenava apenas uma obra. Em compensação, sua bateria nunca acabava, seu sistema operacional não saia de linha e não parava de funcionar se caisse no chão.
  • Fita cassete. Memória comprida e enrolada. Dizem que é mais durável do que qualquer uma usada hoje.
  • Despertador. Mostrava as horas para iniciados na arte de ler ponteiros e acordava as pessoas pela manhã.
  • Fita VHS. Vídeo que precisava rebobinar depois de ver. Alguns eram piratas também.
  • Agenda eletrônica. Tinha incríveis 32 KB de memória, mas dava conta do recado.
  • Calculadora. Não precisava esperar o Windows carregar para usar.
  • Disquete. Pen drive redondo. Armazenava dados, mas não cabia nem uma música em mp3.
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Aprendi com um velho índio

Sapiências que não se aprende na escola.

Não dê conselhos. Venda-os

A regra é simples, mas fundamentada. Se o seu conselho é bom, então deve ter valor de mercado. Se não é, bem nesse caso o melhor é ficar calado. É grande a lista das pessoas que vivem de dar conselhos: coachers, consultores, palestrantes, evangelistas, especialistas, digital influencers, religiosos e por aí vai. São pessoas que estão lucrando com algo que talvez, você esteja doando por aí a quem não precisa ou não quer.

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Os países mais desenvolvidos do mundo

Vamos apresentar os países melhor ranqueados segundo cinco indicadores de desenvolvimento. São eles:

  • IDH
  • GINI
  • Medalhas Olímpicas
  • Patrimônios da Unesco
  • Prêmios Nobel

Alguns podem dizer que esses indicadores não são os ideais, mas é razoável supor que países com bom ranqueamento nos itens acima são desenvolvidos em sentido amplo (social, cultural e econômico).

Se você está interessado em saber os países mais ricos consulte a postagem sobre o assunto neste blog.

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O mito do jornalismo imparcial

Não existe jornalismo imparcial, neutro, insosso, inodoro, que não puxa nem para um lado nem para ou outro. A ideia do jornalismo imparcial é um delírio, talvez uma jogada de marketing para melhorar a credibilidade e a audiência de algum grupo de mídia. A imparcialidade jornalística é corroída nos detalhes e nas sutilezas. Veja uma lista de artifícios que a mídia lança mão para manipular o usuário sem que ele perceba.


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Os países mais ricos do mundo

A informação mais usada para medir a riqueza de um país é o seu PIB (produto interno bruto) que representa a soma de todas as riquezas produzidas no país durante um ano. Para comparar a riqueza entre países adota-se uma moeda comum: o dólar americano. No entanto, há duas abordagens a considerar: dólar nominal e dólar PPC.

Dólar nominal: Nessa abordagem o PIB é calculado usando o preços dos bens e serviços produzidos convertidos em dólar pela cotação oficial. Essa métrica é objetiva, mas nem sempre funciona para dimensionar o poder de compra do montante calculado. Como a cotação do dólar flutua ao sabor da economia internacional ou de particularidades locais a cotação oficial do dólar geralmente não dá ideia precisa de quanta riqueza o país produziu.

Dólar corrigido por PPC: o método PPC consiste em adotar uma cotação para o dólar que melhor represente o poder aquisitivo do PIB. Seria como estabelecer uma cotação ideal para o dólar de tal forma que o poder aquisitivo da conversão se preserve, ou seja, ao trocar reais por dólar na cotação PPC o cidadão preservaria o poder de compra do seu dinheiro, compraria os mesmos bens no Brasil ou nos EUA.

PIB per capita. Além do PIB total é uma boa ideia analisar o PIB per capita. Basta dividir o PIB total do país pela sua população. Essa informação nos dá uma ideia de quanta riqueza é gerada por cada habitante do país.

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