Os riscos da monocultura urbana

A prefeitura do Rio de Janeiro resolveu dar combate a um problema típico das grandes cidades: a concentração de alguns setores do comércio em ruas e áreas urbanas específicas. No Rio de Janeiro o problema identificado pela prefeitura é o grande número de agências bancárias e farmácias em ruas do Leblon como a Visconde de Pirajá. Essas ruas são consideradas de interesse cultural e histórico e, por isso, a prefeitura quer dar mais diversidade ao uso dessas áreas. O subsecretário do Patrimônio Cultural do Rio Washington Fajardo promete criar entraves de agora em diante à criação de novas agências bancárias e farmácias na região. Alguns setores acham que a ideia é uma intervenção abusada da Prefeitura em questões que devem ser reguladas pelo mercado. Há quem diga, por outro lado, que essas intervenções são justificadas pelo interesse público.

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Itens inclusos que deveriam ser excluídos

Esses dias fui mexer na gaveta de sucata eletrônica lá de casa e encontrei alguns fones de ouvido para celular que não chegaram a ser usados e que perderam a utilidade porque foram desenvolvidos para um aparelho específico. Todo celular que você compra vem com fone de ouvido, além de outros itens inclusos como bateria, carregador, cabo USB e manual. Tá certo que para usar o celular é preciso contar com esses acessórios, mas sabemos que o celular é um bem de rotatividade alta que trocamos com frequência por causa da evolução tecnológica ou por mero consumismo. Ao comprar o segundo celular o consumidor bem que podia reaproveitar aqueles itens inclusos que vieram com o primeiro. O que quero dizer é que os acessórios deveriam ser vendidos em separado para evitar desperdício e preservar o meio ambiente. Usei o celular como exemplo, mas a ideia de acabar com os itens inclusos se aplica a boa parte dos bens que adquirimos. Veja alguns exemplos:

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Os televisores mais econômicos do Brasil 2011

O televisor é um item de peso no consumo de energia elétrica da casa. Em muitas residências encontramos dois ou mais aparelhos e o tempo que permanecem ligados diariamente é longo. Além disso, o tamanho das telas têm aumentado com o passar dos anos. Até alguns anos atrás o normal era comprar uma TV de 21 polegadas. Hoje o sonho de consumo da maioria das pessoas é o televisor 42”. Está certo que as novas tecnologias são mais eficientes do ponto de vista energético, mas com o aumento das telas o consumo mensal absoluto só aumenta. Outra dúvida do consumidor ecológico é em relação à tecnologia das TVs. Qual delas é mais econômica? LED, LCD ou plasma?

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Seja ecológico, desligue seu computador

Não precisa desligar o computador agora. Pode ler este post com calma, mas pense em quanto tempo você mantém seu computador ligado diariamente. Em dias úteis, eu passo mais de dez horas por dia diante de um computador. Ele é minha ferramenta de trabalho e de lazer e o consumo de energia com esse uso intenso não pode ser ignorado. Adotando as melhores práticas dá para reduzir muito o consumo do computador; pena que poucos prestem atenção a esta questão a começar pela indústria que raramente divulga o consumo de seus aparelhos ou mostra preocupação em torná-los mais eficientes. Consultando as tabelas do Energy Star encontramos diferenças enormes de eficiência energética entre aparelhos  Um computador pode consumir o triplo do que outro de configuração similar. Os usuários também não prestam muita atenção no consumo de seus computadores como se fosse algo desprezível. Já vi gente sair de férias deixando o computador ligado no escritório. Para ser mais convincente no que estou dizendo, vamos às dicas e aos números.

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Como viver de luz do sol

Que tal uma casa que não precisa da energia elétrica da rua? A ideia da casa ecológica que gera sua própria energia ainda é um projeto difícil de colocar em prática, mas não impossível. Com a tecnologia disponível no comércio já se consegue criar casas autônomas em energia elétrica. O custo é alto, mas tende a cair à medida que a indústria da energia limpa for se estruturando melhor.

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