Engenheiro implicante pergunta

Perguntas que pessoas exatas fazem sobre atitudes inexatas:


Veja também: Todos os países do mundo em Excel

Baixe a planilha com dados de todos os países e territórios autônomos do mundo. Download Assista ao vídeo com a análise dos dados da planilha.

macaco sério

  1. Está desobrigado de saber matemática básica por ser de humanas?
  2. Abre a janela quando o ar condicionado não está dando conta?
  3. Manda imagem anexa em formato DOC?
  4. É legal bater papo no meio de portas movimentadas?
  5. É aposentado, mas vai ao banco no horário de almoço?
  6. Então o vácuo puxa o refrigerante para dentro do canudinho?
  7. Quer mesmo que o médico tire sua pressão?
  8. Penas de ganso são mais leves do que chumbo, né?
  9. Se for feito de ferro, óbvio que vai afundar na água, certo?
  10. É idoso, mas estaciona na vaga normal?
  11. Usa guarda-chuva debaixo da marquise?
  12. Atravessa o carrinho no meio do corredor do supermercado?
  13. É feminista, mas chama um cavalheiro para trocar o pneu do carro?
  14. Não fica à direita na escada rolante?
  15. Anda de mãos dadas na calçada estreita. É arrastão?
  16. Guarda lugar na praça de alimentação do shopping?
  17. Sabe encher o computador de vírus, mas não sabe removê-los?
  18. Sua vida inteira estava no computador, mas não sabe onde ficou o backup?
  19. A bola com efeito quicou no gramado e ganhou velocidade?
  20. Foi Darwin quem disse que sobrevive o mais forte?
  21. Com janela fechada ficamos mais quentinhos e protegidos da gripe?

Você é de direita, esquerda, de centro ou muito pelo contrário?

Há tempos que me considero uma pessoa de extremo centro. Não que eu fique em cima do muro em relação a questões polêmicas, mas no sentido que em algumas questões meu posicionamento está à direita, em outras à esquerda. Na média, somando as forças que puxam para um lado e para outro a resultante é nula.

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A escória da humanidade entrincheirada nos comentários de Internet

Muitos meios de comunicação digital estão desativando a área de comentários de suas publicações alegando que os custos da moderação ficam mais altos a cada dia. Claro que esta é a desculpa elegante para justificar o fim dos comentários de Internet.

O que está por trás dessa tendência “antidemocrática”, porém, é a conclusão de que os comentários se tornaram uma trincheira da escória da humanidade que os utiliza para fins torpes como calúnia, difamação, preconceito, racismo, ódio e defesa de extremismos de todo tipo. Esses comentários pouco ajudam a melhorar a compreensão do assunto tratado pela publicação e tão pouco melhoram a imagem do meio de comunicação. Se ao contrário, os comentários fossem benéficos à publicação digital os custos de moderação seriam absorvidos sem problemas.

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Coisas que entregam a idade

Cuidado com algumas coisas que realmente entregam como:

Dizer: Sou do tempo em que …
Usar camiseta por dentro da calça.
Adicionar um amigo no MSN.
Chamar o PT de partido de esquerda.
“Discar” um número de telefone.
Ter foto com paletó e gravata na carteira de identidade.
“Puxar” a descarga do banheiro.
Contar que assistiu a estreia de Robocop (o original).
Lembrar dos afluentes da margem direita do rio Amazonas.
Fazer prestação com cheque pré datado.
Saber para que servia DIR, DEL e FORMAT.
Lembrar de jogos do Paraná Clube na primeira divisão.
Ter algum documento batido à máquina.
Chamar um homem para virar o galão de água mineral.
Ter ficado forte tomando Biotônico Fontoura.
Achar que bicicleta e ônibus são transporte de pobre.
Fazer compra do mês antes que os preços subam (ops, essa talvez não).
Sentir saudades da seleção do Dunga (o Dunga capitão).
Ter diploma do curso de datilografia.
Saber quem matou Salomão Ayala.
Usar a calça na linha da cintura sem mostrar a cueca.
Ter ação na justiça contra os planos Collor, Bresser, etc.

FUSCA

Nós vamos invadir seu templo do consumo

Pois é, foram-se os bons tempos da invasão de praias. Quem é jovem há mais tempo como eu se lembra da canção:

… Mistura sua laia
Ou foge da raia
Sai da tocaia
Pula na baia
Agora nós vamos invadir sua praia …

Nós vamos invadir sua praia – Ultraje a Rigor

Agora a onda é o rolezinho, tipo de evento organizado pelas redes sociais em que jovens marcam uma ida em massa a shoppings centers. Se fosse uma coisa chique o rolezinho seria chamado de flash mob, mas o que está incomodando algumas pessoas é o fato de os rolezinhos serem praticados por jovens de periferia que gostam de uma algazarra e de vestir roupas de grife.

Fique claro que até o momento rolezinho não é um evento de índole socialista que elegeu os shoppings como local de protesto contra o consumismo capitalista. Tá certo, que já têm oportunistas ideológicos na área querendo pegar carona na repercussão dos rolezinhos na mídia, mas a consciência política dos “ativistas” do rolezinho ainda é escassa infelizmente. Por outro lado, está aumentando exponencialmente a indignação dos defensores da higiene social climatizada dos shoppings centers. Que horror ser incomodado no momento sagrado de lazer consumista por funkeiros da periferia, né gente?

Policiais reprimem rolezinho

A polícia já foi convocada para reprimir os rolezinhos. Dizem que shopping é propriedade particular que não pode ser invadida por qualquer um. Mas se é particular, porque a polícia tem que dar cobertura? Como contribuinte fico incomodado de ver a polícia gastando recursos na repressão de rolezinhos. Qual seria o delito praticado durante os eventos para a polícia comparecer de cassetete em punho?

Algumas pessoas veem os rolezinhos como um confronto entre elite e periferia, mas o fato é que eles acontecem em shoppings que no dia a dia são frequentados pelos próprios garotos e pessoas de condição social similar.  Será que nenhum lojista de shopping percebeu que os garotos do rolezinho são consumidores que adoram shopping a ponto de marcar encontros nesses caixotes refrigerados do consumo? Lojista que hostiliza rolezinho está expulsando seus clientes atuais ou futuros para longe da lojinha.