Parques nacionais vão se tornar bom negócio

A gestão de áreas de proteção ambiental no Brasil pode se tornar em breve em bom negócio para empresários. O Governo Federal trabalha em uma proposta de criação de concessões públicas para a gestão de parques nacionais. Já foram iniciados os estudos para transferir à iniciativa privada a administração de parques nacionais como o de Jericoacara no Ceará. Nesse novo modelo de gestão, a empresa concessionária preserva o parque, mantém pesquisas, protege a fauna e em troca poderá explorar o potencial turístico da área. Existe uma expectativa de que os investimentos com preservação de parques brasileiros dobrem e fiquem mais próximos dos praticados em países com melhor desempenho nessa área.

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Profissões de futuro verde

O futuro é verde e se não for provavelmente estaremos ausentes nessa nova etapa da História. Não estamos mais falando de ambiental ismo idealista e, sim, de economia verde, de uma nova realidade em que precisamos enfrentar os desafios da superpopulação e do esgotamento dos recursos naturais. Nesse cenário verde novas profissões vão surgir e algumas das tradicionais vão se transformar para atender às novas necessidades. Aqui vão alguns exemplos desse novo mercado de trabalho.

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A maior área de proteção ambiental do mundo

No último dia 18 de agosto cinco países da África Austral assinaram acordo para a criação da maior área de proteção ambiental do mundo, a Kavango Zambezi Transfrontier Conservation Area ou simplesmente KAZA. A área de Kavango Zambezi mede mais de 278.000 km2 distribuídos por Angola, Botsuana, Namíbia, Zâmbia e Zimbábue. É uma área banhada pelos rios Okavango e Zambezi e que tem o tamanho da Nova Zelândia. A KAZA vai reunir 17 parques nacionais, entre eles o Parque Nacional das Cataratas Vitória, é habitada por uma rica fauna e tem grande vocação para o ecoturismo.

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O show deve continuar, mas sem animais

Esta semana eu voltava para casa ouvindo a Hora do Brasil no rádio do carro. Fiquei sabendo que será formada uma comissão para definir regras sobre o uso de animais em espetáculos públicos, em especial, os circenses. A comissão interministerial tem mais de duzentos dias para fazer consultas à sociedade. Depois disso, será criado um projeto de lei que regulamentará o uso de animais em atividades de entretenimento. Pelo que entendi, ninguém está cogitando a proibição, mas sim de disciplinar a prática. Enquanto isso, os animais de circo continuam confinados em jaulas, alguns deles submetidos a tratamento cruel.

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Austrália quer reduzir aquecimento global exterminando camelos

A Austrália é um país com vários problemas ambientais. Sua matriz energética é baseada principalmente na queima de combustíveis fósseis como carvão e petróleo. Para compensar suas elevadas emissões de carbono o governo estuda uma saída polêmica que tenta abater dois camelos com uma só cajadada. Não, não errei na digitação, embora os coelhos também sejam uma praga na Austrália, as armas desta vez estão apontadas para os camelos. Fizeram cálculos e concluíram que um camelo emite por ano cerca de 45 kg de metano em seu processo digestivo, ou seja, o camelo come capim por um lado e solta pum de metano pelo outro. O metano causa mais aquecimento global do que o gás carbônico. Pronto, era o pretexto que faltava, sobrou para os camelos australianos.

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