Os cinco níveis da consciência ambiental

O que é consciência ecológica? Muita gente vai dizer que é jogar o lixo na lata do lixo. Está certo! Começa por aí mesmo, mas não vamos nos iludir que salvaremos o mundo simplesmente praticando lixo ao cesto. A conscientização ambiental é uma escada e a maioria das pessoas ainda está nos primeiros degraus. Para simplificar, vamos supor que essa escada se divide em três lances: básico, médio e avançado. Além disso, há dois degraus de alienação.

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Os televisores mais econômicos do Brasil

O televisor é um item de peso no consumo de energia elétrica da casa. Em muitas residências encontramos dois ou mais aparelhos e o tempo que permanecem ligados diariamente é longo. Além disso, o tamanho das telas tem aumentado com o passar dos anos. Até alguns anos atrás o normal era comprar uma TV de 21 polegadas. Hoje o sonho de consumo da maioria das pessoas é o televisor 40” ou mais. Está certo que as novas tecnologias são mais eficientes do ponto de vista energético, mas com o aumento das telas o consumo mensal absoluto só aumenta. Outra dúvida do consumidor ecológico é em relação à tecnologia das TVs. Qual delas é mais econômica?

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Pequenas grandes ideias ambientais

Segue algumas ideias simples que podem ser postas em prática com pouco esforço e que ajudam a preservação do meio ambiente.

Carregador universal de celular

Os principais fabricantes de aparelhos celulares fecharam acordo em 2009 para adotar carregadores de bateria universais a partir de 2012. A ideia é permitir que o consumidor possa usar o mesmo carregador com qualquer celular que venha a comprar, independente de marca, modelo ou tipo. As vantagens do carregador universal são inúmeras: você não precisa comprar carregador novo quando troca de celular e pode emprestar o carregador para um colega que tem aparelho de outra marca. Para o meio ambiente também há vantagens, pois a adoção dos carregadores universais evitará a produção de milhares de toneladas de lixo eletrônico todo ano. Como as pessoas trocam de celular com muita frequência, acabam acumulando carregadores em perfeitas condições de uso, mas que se tornam inúteis por não serem compatíveis com o aparelho recém-adquirido.

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Mitos ambientais

Consciência ambiental é importante, mas é preciso cuidado para não cair em visões distorcidas sobre o assunto. Na sequência, alguns casos que precisam de atenção.

Morar na chácara

Morar na chácara é o sonho de muita gente. Uma propriedade ampla com muito verde longe da agitação urbana; uma casa rústica, mas confortável; animais circulando pelo pátio e hábitos saudáveis de vida. Estamos falando de uma propriedade nos limites do perímetro urbano com área ampla usada principalmente como moradia. A chácara é muito boa para quem mora nela, mas e para o meio ambiente? Não está claro para a maioria que o morador de chácara pode ter um impacto ambiental bem mais alto do que o habitante de apartamento no centro da metrópole.

Vamos explicar: imagine que o morador do apartamento vai a pé para o trabalho e resolve todas as suas necessidades nas imediações do apartamento em que mora enquanto que o chacareiro faz longos deslocamentos diários de carro para chegar ao serviço e resolver seus compromissos. Talvez no condomínio de apartamentos haja coleta seletiva avançada do lixo, enquanto que na chácara sequer haja coleta da prefeitura. Quem sabe o chacareiro não tenha muita consciência ecológica e faça coisas como derrubar árvores nativas enquanto que o morador de apartamento fica bem longe delas. Analisando friamente, morar na chácara tem a ver com qualidade de vida e pouco com preservação do ambiente. Tudo depende da postura de quem mora nela. Um predador ambiental é mais perigoso morando na chácara do que no apartamento.

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Ecológico é …

Algumas ideias ecológicas poderosas.

Ter poucos filhos

Você pode adquirir hábitos sustentáveis como ir ao supermercado com sacola de pano ou pedalar na magrela para ir ao trabalho. Tudo isso é bom para o meio ambiente, mas algumas atitudes têm um peso realmente estratégico na preservação do ambiente. Provavelmente, a decisão de maior repercussão ambiental que você pode tomar na vida é a definição sobre quantos filhos vai ter.

Eu não conheço ninguém que optou por ter menos filhos porque isso é bom para o meio ambiente. Quem planeja uma família menor, normalmente têm razões não ecológicas em mente como garantir uma formação mais sólida para os filhos. De qualquer forma, estamos diante de um belo caso de união do útil com o sustentável.

As famílias brasileiras têm encolhido nos últimos anos. Minha avó Judite teve sete filhos, minha mãe Helena teve dois e minha esposa Áurea, também dois. No meu círculo de convívio conheço vários casais com filho único e alguns que não têm filhos. Caminhamos para uma realidade típica de países onde o tsunami populacional perdeu a força. Itália e Áustria, por exemplo, já convivem com a redução populacional. No Brasil, nossa população ainda cresce, mas a previsão é de estabilização por volta de 2030.

Infelizmente, em muitos países o crescimento populacional ainda é explosivo. São países pobres, o que quer dizer que a maior parte das crianças que estão nascendo está fadada a crescer na pobreza. O crescimento populacional além de ser um problema ambiental é um sério problema social. Planejamento familiar é um assunto delicado que exige pensar em muitos aspectos da nossa vida, um deles é o mundo que vamos deixar para nossos filhos.

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Calçada pública de granito para bacanas

No início de 2013 os curitibanos foram surpreendidos com uma obra pública para lá de estilosa. A revitalização em andamento da Rua Bispo Dom José previa a pavimentação de 5.000 metros de calçada com pranchas de granito. Localizada no bairro nobre do Batel, a calçada de granito deixou indignados muitos curitibanos entre os quais me incluo. Curitiba é mal servida de calçadas. Em muitas ruas elas são precárias, esburacadas e irregulares. Em outras, sequer existe calçada e, por isso, surpreende a decisão da administração do ex-prefeito Luciano Ducci de pavimentar uma rua com granito, revestimento nobre e caro. O novo prefeito Gustavo Fruet interveio e decidiu manter o granito apenas nos 1.000 metros já instalados. Nos demais 4.000 metros da obra serão utilizados lajotas de concreto (paver), o mesmo pavimento usado nos demais bairros da cidade.

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