Como reconhecer uma embalagem ecológica

Embalagens são um mal necessário. Elas protegem o produto e possibilitam o fracionamento, transporte e armazenagem das mercadorias.  O problema é o que fazer com elas depois de que cumpriram sua função.  Muitas empresas estão criando embalagens ecológicas, mas quais merecem realmente um selo verde? Infelizmente, não existe uma regulamentação do uso da expressão “ecológica” e, portanto, cada empresa chama de ecológica a embalagem que quiser. Cabe ao consumidor julgar se ela realmente merece o adjetivo que o departamento de marketing colou nela. Temos que avaliar o que compramos sabendo que não existe embalagem 100% ecológica. O que existem são embalagens com impacto ambiental bem menor do que aquelas que seguem as práticas tradicionais desse ramo. É provável que com o tempo o impacto ambiental das embalagens caia consideravelmente e que as embalagens ecológicas do futuro sejam menos danosas ao ambiente do que as produzidas hoje. Algumas características para observar nas embalagens:


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Caminhar no parque é ecológico?

Não há dúvida que as áreas verdes melhoram a qualidade de vida na cidade. Elas reduzem o calor excessivo gerado pelo concreto e asfalto; diminuem a poluição sonora; servem de abrigo para animais da região; têm um ótimo efeito paisagístico; servem ao lazer da população; enfim as áreas verdes são ótimas para os habitantes da cidade, mas seriam úteis à preservação do meio ambiente? Vamos por partes.

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A reinvenção do trono doméstico

Bill Gates, através de sua fundação, promoveu um concurso com o objetivo de reinventar a latina. O projeto vencedor veio do California Institute of Technology . A equipe chefiada pelo professor Michael Hoffman criou uma engenhoca que utiliza energia solar para transformar os dejetos humanos em hidrogênio, energia elétrica, adubo e água reutilizável. Quem imaginava que seria possível gerar riqueza a partir de matéria prima tão desprezada.

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Viciados em sacolinhas contra atacam

O uso de sacolinhas descartáveis para carregar compras é combatido pelos ecologistas por razões simples: elas são feitas de plástico que é uma matéria prima não renovável que aumenta o efeito estufa; podem demorar centenas de anos para se decompor no meio ambiente; são descartáveis e podem ser substituídas em nosso cotidiano por alternativas mais ecológicas. Cidades brasileiras como São Paulo e Belo Horizonte proibiram a distribuição de sacolinhas descartáveis no comércio a partir de 2012, mas os inconformados com a decisão trabalham para reverte-la. Alguns lojistas tentando se adaptar à nova realidade, estão fornecendo gratuitamente caixas de papelão aos clientes. Outros substituíram as sacolas descartáveis pelas chamadas biodegradáveis e estão cobrando dos consumidores pelo produto. O Procon de São Paulo considerou a cobrança pelas sacolas biodegradáveis ilegal afirmando que as descartáveis eram distribuídas gratuitamente e o consumidor teria direito adquirido de continuar recebendo uma alternativa grátis. A confusão envolvendo as sacolinhas é grande e ainda vai levar tempo para chegarmos a uma solução ideal.

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Os riscos da monocultura urbana

A prefeitura do Rio de Janeiro resolveu dar combate a um problema típico das grandes cidades: a concentração de alguns setores do comércio em ruas e áreas urbanas específicas. No Rio de Janeiro o problema identificado pela prefeitura é o grande número de agências bancárias e farmácias em ruas do Leblon como a Visconde de Pirajá. Essas ruas são consideradas de interesse cultural e histórico e, por isso, a prefeitura quer dar mais diversidade ao uso dessas áreas. O subsecretário do Patrimônio Cultural do Rio Washington Fajardo promete criar entraves de agora em diante à criação de novas agências bancárias e farmácias na região. Alguns setores acham que a ideia é uma intervenção abusada da Prefeitura em questões que devem ser reguladas pelo mercado. Há quem diga, por outro lado, que essas intervenções são justificadas pelo interesse público.

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