Representação de fonemas

A ortografia brasileira não é biunívoca, ou seja, na maioria dos casos não temos relação um para um bi direcional entre grafemas e fonemas. Em função disso, vamos analisar os casos em que nossa ortografia apresenta peculiaridades na representação dos fonemas.

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Veja também

Grafemas da ortografia brasileira

No Brasil, usamos 78 grafemas para representação de fonemas:

aàáâãbcçdeéêfghiíjkl
mnoóôõpqrstuüúvxywz
AÀÁÂÃBCÇDEÉÊFGHIÍJKL
MNOÓÔÕPQRSTUÜÚVXYWZ

Consideramos maiúsculas e minúsculas distintamente, em vez de tratá-las como variantes do mesmo grafema, porque em nossa ortografia maiúsculas e minúsculas têm funções distintas e não podem ser comutadas livremente.

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Transcrição biunívoca brasileira

Ainda não temos uma TBB (transcrição biunívoca brasileira) aceita como padrão para os estudos lingüísticos do nosso idioma. De um lado, temos a ortografia brasileira e, do outro, a transcrição da IPA (International Phonetic Association). Falta-nos a solução intermediária, específica para o português brasileiro. Por isso, lançamos esta proposta de transcrição biunívoca brasileira que busca uma solução de equilíbrio entre os dois extremos.

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Grafema

O grafema é a unidade formal mínima da escrita. Mínimo porque não pode ser desmembrado em dois ou mais sinais que também possam ser tratados como grafema. Formal porque é abstrato, não pode ser visto. O que vemos são as atualizações, indeterminadas em número, do grafema. Vamos entender o que queremos dizer com isso observando as imagens a seguir:

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