Para que serve o Instagram?

O Instagram serviu para seus criadores embolsarem 1 bilhão de dólares vendendo o produto para o Facebook. Uma das funções do Intagram, portanto, é alimentar a crença popular de que qualquer jovem talentoso com uma boa ideia na cabeça e um computador nas mãos podem fazer fortuna repentina no admirável mundo novo da Internet. Mas para que serve o Instagram além disso? Antes, vamos esclarecer para as pessoas normais que o Instagram é um app que combina editor de fotografias com rede social. É um programinha que você instala em celulares do tipo smartphone, tira uma foto com o celular, edita a imagem no Instagram e publica na rede social do aplicativo. Até pouco tempo atrás ele só funcionava em um smpartphone específico: o iPhone, mas agora está disponível também para smarts Android. Os céticos dirão: editores de imagem existem muitos por aí e redes sociais onde dá para publicar fotos também. Então, qual é a função do Instagram? Digamos que a ideia dele é editar e publicar fotos mais rapidamente, de um jeito mais descolado. Até pouco tempo atrás, publicar uma foto no Instagram era símbolo de status, afinal só quem tinha um iPhone podia participar dessa seleta rede social de fotos estilosas. Olhando por esse ângulo, a verdadeira função do Instagram é mais sociológica do que tecnológica. Um pouco da aura de exclusividade do Instagram se perdeu quando ele foi liberado para celulares com Android, mas convenhamos, ter um smarthpone com pacote de dados, seja qual for, é um dos símbolos de status da atualidade.


Veja também: Planilha de filmes para cinéfilos

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O fim da fotografia analógica está próximo?

O recente anúncio da concordata da Kodak trouxe à tona novamente a discussão sobre o futuro da fotografia analógica, aquela feita com filmes sensíveis à luz que precisam ser revelados em laboratório. Por mais de um século a Kodak reinou na liderança da indústria de filmes fotográficos. Na verdade, foi a Kodak que popularizou a fotografia. Graças a seus produtos inovadores e de qualidade a fotografia se tornou acessível às massas. Em seus tempos áureos a Kodak chegou a contar com mais de 120.000 colaboradores pelo mundo afora. Hoje esse quadro está reduzido a menos de 19.000 pessoas; número suficiente para mantê-la no rol das grandes empresas. O seu futuro e o de seu ramo de atividade, porém, é incerto. A concordata da Kodak seria o último prego no caixão da imagem analógica? Para ser franco, acho que a morte da fotografia analógica já aconteceu a algum tempo, apenas não foi anunciado publicamente. Emprestando uma expressão da biologia: a fotografia em filme está ecologicamente morta.

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